Alcinéa Cavalcante

Liberdade de expressão!
Macapá - Amapá

Dia: 15 de dezembro de 2009

Festa no Bailique

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/12/09 as 2:13 pm

Povo do arquipélago do Bailique está em festa hoje, comemorando a inauguração de uma pista de pouso construída graças ao senador Gilvan Borges, que resolveu saltar lá de pára-quedas.
Uns dizem que ele não confia tanto assim na pista, daí não quis arriscar ficar dentro do avião no hora do pouso. Outros dizem que é porque ele quer que o povo do Bailique o veja como “um anjo que caiu do céu”, o que pode lhe garantir uma canoa de votos em 2010.

Festa e piadinhas à parte, as perguntas que ficam são:
Para a construção desta pista de pouso foi feito o estudo de impacto ambiental?
A aeronáutica autorizou a construção?

No Twitter
@alipiojunior O Jornalista que acompanhava o Gilvan no avião perguntou: Senador, vais chegar inteiro na pista e ele.. e ele: em 1 minuto eu te falo

@alipiojuniorSe o Gilvam cair na água…ele vai ficar com as barbas de molho?

Perguntinha

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/12/09 as 1:03 pm

Se Jesus nascesse agora no Brasil, você acha que os Reis Magos ainda teriam coragem de trazer, além da mirra e incenso, aquele baú de ouro?

O que trava o desenvolvimento do Amapá?

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/12/09 as 1:01 pm

Matéria publicada na edição do dia 3 do jornal O Estado de S.Paulo

Falta de eletricidade trava desenvolvimento do Amapá

Alcinéa Cavalcante, Macapá

O Amapá é o Estado mais preservado do Brasil, mas também é um dos menos desenvolvidos. Rico em recursos naturais, a falta de energia elétrica é o gargalo que impede seu desenvolvimento. “A falta de energia elétrica é um problema que provoca a estagnação econômica e social do Amapá”, disse o deputado estadual Camilo Capiberibe em audiência pública da Comissão da Amazônia da Câmara dos Deputados, mês passado.

Com ele concorda o secretário especial de governadoria do Amapá, Alberto Góes. “A energia é um insumo basilar para o processo industrial. Não temos condições de exigir que empresas que venham se instalar aqui atuem na verticalização, ou seja, na agregação de valor.”

Além da falta de energia, outros fatores entravam o desenvolvimento do Amapá. Entre estes, Góes cita o isolamento geográfico. O Amapá é um ilha, onde só se chega e se sai por via aérea e marítima. “Esse isolamento, ao mesmo tempo que foi muito importante para proteger o Amapá das frentes de ocupação, também nos isolou das rotas de investimento em infraestrutura de suporte à atividade econômica”, avalia Góes.

Tanto na avaliação de Alberto Góes como do deputado Camilo Capiberibe a redenção do Amapá só virá quando o Estado estiver ligado ao sistema nacional de energia. O que pode começar a ocorrer em 2011, quando está prevista a conclusão das obras do Linhão de Tucuruí.

A gerência regional da Eletronorte assegura que não falta energia no Amapá. Mas nesse período de seca a geração na hidrelétrica Coaracy Nunes cai de 78 megawatts (MW) para 25 MW. As térmicas geram 116 MW, ou seja, somando as duas são 141 MW para uma demanda de 176 MW. No início deste mês, o Amapá passou por uma semana de racionamento porque houve problema nas balsas que transportam diesel para as térmicas. A solução foi comprar energia de um produtor independente, a SoEnergy, que gera 45 MW. Com a chegada do diesel e mais a geração da SoEnergy, há sobra de 10 MW. Isso, segundo a Eletronorte, é suficiente para as indústrias que queiram se instalar no Amapá.

O engenheiro florestal e ambientalista Alcione Cavalcante, ex-secretário da Agricultura do Estado, diz que o problema de energia não é o maior gargalo, pois muitas atividades econômicas podem ser desenvolvidas sem alto consumo de energia. Na avaliação dele, o que falta é investir em educação, saneamento, pesquisa científica e tecnológica e infraestrutura de apoio nas unidades de conservação e respectivos entornos

Segundo Cavalcante, o Amapá não tem espaço que garanta a escala para o modelo de desenvolvimento regional, baseado na expansão da fronteira agrícola para o plantio de grãos e pecuária, experimentado pela Amazônia nas últimas décadas. “Exceção, e em escala modesta, é o caso do cerrado amapaense, onde a fruticultura e silvicultura poderiam ser viabilizadas.”

Alberto Góes concorda que uma das alternativas para desenvolvimento do Amapá é o aproveitamento dos recursos naturais. Rico em pescado, o Estado não tem indústrias de transformação. Empresas do Maranhão, Pará e Ceará pescam na costa do Amapá, mas não se instalam no Estado porque faltam energia, tecnologia e mão de obra qualificada.

Como o Amapá tem grande potencial hídrico, quando estiver interligado ao sistema nacional de energia poderá atrair investidores no setor. O governo, segundo Góes, já analisa propostas de investidores que querem construir pequenas e médias hidrelétricas quando o linhão chegar. É que o Estado passará da condição de comprador para vendedor de energia. (Leia mais)

Então é Natal…

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/12/09 as 1:11 am

sandalaNatal na casa da minha amiga jornalista Sândala Barros é uma festa desse tamanhãoooooooooooo, com mesa farta, amigo da onça, amigo oculto, Papai Noel e orações.
Mas num Natal ela estava “meio avoada”, encomendou um peru à califórnia e na hora de ir buscar não lembrava mais o endereço.

Um Natal inesquecível foi  inesquecível foi o de  2001 quando ganhei do Noel a minha filha Victória.  Ela nasceu no dia 23 de dezembro às onze da noite. Foi um presentão divino  que todos os dias agradeço a Deus pela benção. Sempre passei o Natal cercada da minha família, a que eu nasci e a que eu construi e isso é sempre marcante.

Maior mico – Como todo ano a ceia  é na minha casa fico com a responsabilidade de cuidar do cardápio. Em um  Natal deixei o peru para preparar em uma casa  e na hora de buscar não me lembrava direito da fachada da casa que deixei e fui buscar em outra e ainda jurava que tinha deixado lá. Será que foi um king kong?

Gostaria de passar o Natal em Gramado, no Rio Grande do Sul. Já cheguei lá no dia dois de janeiro e tive a oportunidade de ver o quanto a cidade se transforma. Você se sente na cidade do Noel. Linda!!!

Mas vou passar na minha casa com toda a minha família,  o que é uma festa. No último Natal foram 35 pessoas. Tem Noel, amigo oculto e amigo da onça.
Antes da ceia todos se unem em uma grande roda e de mãos dadas oramos agradecendo a Deus pelo ano que tivemos, pelo que nos foi dado de bom e de difícil  porque consideramos que as dificuldades nos aproximam de Deus e nos ensinam. Agradecemos por termos o que comer na ceia e oramos pelas famílias que nada tem e pelos que estão no abandono, pelos que sofrem mas acima de tudo pelos que foram responsáveis pelo sofrimento dos outros, pelos que causaram angústias a uma família ou a uma pessoa, esses são os que mais merecem nossa misericórdia porque responderão pelos seus atos quando menos esperarem e por isso devemos pedir que Deus tenha misericórdia deles.
Uma das crianças abre a oração, a palavra de agradecimento fica aberta aos adultos e outra criança fecha em oração.
Fazemos isso há exatamente 15 anos. Em nossa família o Natal é realmente um momento muito especial, onde não só comemoramos o nascimento de Jesus, mas pedimos forças para vivenciar seus ensinamentos.

Tudo sobre a Cofecom

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/12/09 as 1:00 am

Luciana Capiberibe está em Brasília participando da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Tudo que está acontecendo ela conta no seu blog, o Notícias Daqui. Vai lá. A cobertura está completa.

Chamando o Ministério Público

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/12/09 as 12:44 am

Leitor do blog, morador de Santana, quer que o Ministério Público Estadual dê um basta no inferno que virou a noite dos moradores do bairro Fonte Nova, obrigados a conviver a noite inteira com o fedor e a fumaça que vem da lixeira pública.

Veja o que ele disse na caixinha de comentários:
Sou morador do bairro Fonte Nova, em Santana, e aproveito a oportunidade para, também, denunciar e solicitar a Promotoria do Meio Ambiente que interceda junto ao Município de Santana no sentido de responsabilizar àquela administração pra que resolva o problema da lixeira pública do município que, durante a madrugada e até as primeiras horas de manhã, libera uma grande quantidade de fumaça do lixo que é queimado na referida lixeira, exalando um mau cheiro insuportável, que, provoca vários problemas respiratórios nos moradores.
Arnóbio Flexa Nascimento

Pra salvar a CEA

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/12/09 as 12:29 am

Deputado  quer recursos do Fundo de Reversão Global para salvar a CEA

Por Eduardo Neves

O deputado estadual Camilo Capiberibe (PSB/AP), deu entrada nesta segunda-feira, 14, através da mesa diretora da Assembleia Legislativa do Amapá, com quatro indicações de proposta endereçadas ao Governo Federal, para que a dívida da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), que chega a R$1 bilhão, seja pago com o Fundo de Reserva Global de Reversão (FRGR).

O deputado socialista quer que o Fundo de Reversão Global, cujo financiamento é feito pelos consumidores do setor energético e que já foi usado para o saneamento das companhias de energia dos Estados do Acre, Roraima, Amazonas, Piauí e Alagoas, na época do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), possa ser utilizado para o pagamento da dívida da CEA, sem comprometer o Fundo de Participação do Estado (FPE), como quer a Eletrobrás.

De acordo com a proposta da Eletrobrás, o governo do Amapá, teria que fazer um empréstimo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDS), no valor de R$ 968 milhões de reais, para pagar a dívida da Companhia, dando como garantia o FPE, principal fonte de receitas do estado do Amapá.

“Essa proposta indecorosa foi entregue nas mãos do governador”, esclareceu Camilo, ao informar que recentemente o Ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, deu ultimato pessoalmente ao governador do Amapá, Waldez Góes (PDT/AP), para que este providencie no curto período de 20 dias uma proposta definitiva.

“É uma proposta, não é uma definição, mas como o governo Waldez não quer debater, não quer fazer uma contraposta para não assumir a responsabilidade que lhe cabe,  eu quero que façamos uma união de forças, sem cor partidária, mas sim com o objetivo de tentarmos sanar essa dívida sem que o povo do Amapá, fique penalizado”.

As indicações foram encaminhadas ao presidente da república, Luis Inácio Lula da Silva (PT), para o presidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP), para o Ministro de Minas e Energia, Edson Lobão e para o presidente da Eletrobrás, José Antônio Muniz Lopes.

“O presidente do senado José Sarney, que foi eleito pelo povo do Amapá e que indica os nomes do setor energético do governo Federal, pode ajudar a equacionar a empresa e saldar essa dívida da CEA sem pendurar a conta nas costas do sofrido povo do Amapá”, disse o deputado.

Pra esperar Papai Noel

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/12/09 as 12:17 am

tica5Que tal você mesmo fazer uma bela guirlanda pra esperar Papai Noel.
Minha amiga Tica Lemos bolou esta, feita de chita. Ela garante que é “super facinha de fazer”  e ensina aqui no blog.

Então, mãos à obra. Depois que  estiver pronta, se quiser manda a foto aqui pro blog que a gente publica.


Mas agora é hora de fazer a guirlanda.
Siga o passo-a- passo da Tica:
Material: caixa de papelão e tecido estampado

Corte no papelão um círculo vazado no centro. O tamanho é por conta do "artesão".

Corte no papelão um círculo vazado no centro. O tamanho é por conta do "artesão".

Corte tirinhas do tecido com 05cm de largura e 17cm de altura

Corte tirinhas do tecido com 05cm de largura e 17cm de altura

Amarre as fitinhas por toda a guirlanda até completar toda a volta; # Faça um laço com fita ou outro tecido e amarre com fitinha de cetim na posição desejada

Amarre as fitinhas por toda a guirlanda até completar toda a volta; # Faça um laço com fita ou outro tecido e amarre com fitinha de cetim na posição desejada