Alcinéa Cavalcante

Liberdade de expressão!
Macapá - Amapá

Canal aberto da TV Senado no Amapá

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 17/02/11 as 7:52 pm

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) deu o primeiro passo para a instalação da TV Senado em sinal aberto, no Amapá. A negociação começou nesta quinta-feira (17) durante conversa do senador com a diretora da TV Senado, Leila Daher, e com o diretor-geral de comunicação da Casa, Fernando César Mesquita.

Após ser informado sobre os trâmites necessários para agilizar o processo, Randolfe Rodrigues irá encaminhar um ofício,  na próxima semana, ao presidente do Senado, solicitando a instalação do canal aberto da TV e Rádio Senado no estado do Amapá.
O senador também irá solicitar agendas com o governador do Amapá e com o prefeito de Macapá, para que a prefeitura e o estado garantam as condições necessárias para a chegada da TV e da Rádio Senado ao Amapá.

“A TV Senado é um instrumento de democracia, pois ela garante que a população tenha acesso a atuação dos parlamentares que ela mesmo elegeu. Além de ser um instrumento de acesso à cultura, pois possui uma belíssima e diversificada programação cultural”, ressaltou Randolfe Rodrigues.

A expectativa do senador é de que as instâncias políticas do estado sejam parceiras, para que o processo se concretize em um curto espaço de tempo.

(Texto e foto: Gisele Barbieri)

Pela federalização da CEA

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 17/02/11 as 7:39 pm

A defesa do “patrimônio do povo do Amapá”
Lourival Freitas*

No ano de 2003, como diretor da Eletronorte, apresentei ao governador Waldez uma proposta de solução da dívida da Cea com a Eletronorte. A proposta se resumia na transferência do crédito da Eletronorte para a Eletrobrás e a transformação deste montante numa participação da Eletrobrás no capital da CEA. A Eletrobrás passaria a ter aproximadamente 35% do capital da CEA e o governo continuaria com participação majoritária de 65%.

A vantagem para a Eletrobras-Eletronorte seria o fim da recorrente inadimplência da CEA com a Eletronorte, e para a CEA, seria a reabilitação perante o setor elétrico e possibilidade de aplicação dos reajustes tarifários reconhecidos pela ANEEL e o acesso a financiamentos disponíveis nos fundos setoriais para aplicação na recuperação, modernização e ampliação no sistema de distribuição.

Para quem conhece o setor elétrico e detêm o mínimo conhecimento de gestão financeira não seria difícil concluir que a CEA caminhava para a morte, pois acumulava prejuízos constantes e era visível a sua incapacidade de geração de caixa para reverter a situação de insolvência. Em 2003 o Patrimônio Líquido da CEA já era negativo.Ou seja o tão propalado e venerado “patrimônio do povo do Amapá” já não existia.

O mais incrível foi que o governo Waldez, alegando a defesa do patrimônio do povo, não aceitou a ajuda da Eletronorte para salvar a CEA. Qualquer empresa do mundo não dispensaria esta parceria.

Qual foi a resultado deste ufanismo caipira e irresponsável:

1- por sucessivas irregularidades e inadimplência a ANNEL recomendou em 2007 a retomada da concessão pelo governo federal;

2- a dívida só com o suprimento de energia pela Eletronorte que era de aproximadamente R$ 120.000.000,00 em 2003, alcança agora a estratosférica cifra de R$ 1.000.000.000,00 (isto mesmo, um bilhão de reais).

O mais incrível agora, é que estou ouvindo os novos gestores e alguns incautos bradarem novamente a defesa do “patrimônio do povo do Amapá”. O governo passado ficou 8 anos defendendo o patrimônio do povo do Amapá e o resultado, é que este mesmo povo terá que pagar um conta de R$1.000.000.000,00. Resultado de um administração perdulária, populista e irresponsável.

Com todo o esforço e austeridade que a nova direção está fazendo, a CEA não deixou de piorar. Com apenas um mês da nova administração a dívida já aumentou R$25.000.000.00.
Explico: R$10.000.000,00 de energia comprada da Eletronorte e não paga; R$15.000.000,00 correspondente a 1% da dívida total de R$1.500.000.000,00.

Se o atual governo conseguir defender “o patrimônio do povo” por mais 4 anos, o povo, coitadinho, estará argolado com no mínimo mais R$1.200.000,00.

A nossa defesa pela Federalização da CEA está baseada na convicção de que no atual modelo do setor elétrico o Estado do Amapá já demonstrou a sua incapacidade de gerir um sistema fundamental para o seu próprio desenvolvimento. Não devemos permitir que a demagogia , o populismo e a irresponsabilidade continuem prosperando e impedindo o desenvolvimento do nosso Estado

* Lourival do Carmo de Freitas, funcionário da CEA cedido para a Eletrobrás, é  Analista de Sistema e Administrador de Empresas

Mirem-se no exemplo…

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 17/02/11 as 2:57 pm

Dá gosto passar na frente dessa casa. A calçada limpinha, nada de lixo, nada de mato ou entulho e ainda há flores e uma bela palmeira.
Se mais pessoas cuidassem assim da frente de suas casas Macapá seria uma cidade mais bonita, agradável, limpa e sem dengue.

Roberto Góes visita a Câmara

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 17/02/11 as 2:21 pm

Quarenta e horas depois de ter reassumido a Prefeitura de Macapá, após passar 52 dias preso, o prefeito Roberto Góes fez visita oficial hoje à Câmara de Vereadores. Acompanhado da esposa Sara Núbia, Góes posou para fotografias ao lado dos vereadores.
O prefeito apresentou aos vereadores seu plano de trabalho para os próximos dois anos e convidou o presidente Rilton Amanajás (PSDB) para juntos marcarem uma audiência com o governador Camilo Capiberibe (PSB) para tratar de parcerias entre os governos estadual e municipal, principalmente em ações de combate a dengue e asfaltamento da cidade.

Atentado à saúde pública – Apelo do leitor

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 17/02/11 as 11:45 am

“Prezada Alcinéia, faço um apelo para que vc repercuta novamente o crime ambiental e atentado à saúde pública que vem ocorrendo na Avenida General Osório entre Hamilton Silva e Manuel Eudóxio, com despejo no meio da rua de esgoto em função de uma tubulação entupida e alagamento do subsolo de um prédio de quatro andares abandonado e que se tornou um gigantesco criadouro do mosquito da dengue em plena área central de Macapá. Como poderemos evitar uma epidemia e uma calamidade se as autoridades não fazem a sua parte? Será que só com os moradores tirando a água de seus vasinhos de plantas vão resolver o problema?
André”

Crônica do Sapiranga

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 17/02/11 as 11:01 am

Só de ouvir contar!
Milton Sapiranga Barbosa

Em  crônicas  anteriores publicadas neste conceituado blog, sempre fiz questão de lembrar dos Pretos Velhos  que moravam no bairro da Favela, pois que eles contribuíram e muito  com seus conselhos e, às vezes  ralhando, com autorização  dos pais, para nossa formação.  Contei também  que   eles narravam histórias  maravilhosas  e assombrosas para a molecada do bairro. Narrativas  que  deixavam os moleques  com os cabelos em pé, com exceção deste humilde cronista, que tem os cabelos pixaim, mas  que também ficava  com  muito medo.
Entre as  muitas  histórias  ouvidas, duas  ainda estão bem vivas  em minha memória, pois falavam de assombrações, coisas  do outro mundo.

Uma delas, eles, os Pretos Velhos, contavam de  uma bela mulata, dessas que nós homens classificamos de “ gostosas”, de “fechar o comércio”  e por aí vai. A tal mulata, tarde da noite,  costumava  chamar  um táxi, entrava e depois de rodar por um bom tempo por  ruas e avenidas  da antiga Macapá, mandava  o motorista seguir pela av. General Gurjão   e  dobrar à esquerda, entrando na  rua Eliezer Levy, que ainda não era mão única. Nessas alturas, pelo longo trajeto  percorrido, o motorista  mostrava um  sorriso de orelha a orelha, prevendo que ia fechar o dia com uma  boa  grana no bolso e ainda na  companhia de uma   mulata como  aquela. Pois  sim!.

Quando o carro  chegava  em frente ao portão  do  primeiro residencial dos mortos de Macapá, ela mandava  parar o carro, depois de perguntar  quanto  ela devia . O motorista informava o valor da corrida e solícito dizia: “A senhora  não devia  saltar aqui, é muito perigoso. Entre   que  vou  deixá-la  na  porta de sua  casa,  sem cobrar mais  do que  já  foi  acertado”.  E ouvia como resposta.  “Bom  homem, não se preocupe, não tem  perigo algum, pois  aqui é a minha casa há muito tempo”. Em seguida, ela  adentrava ao  cemitério, virando fumaça.  Quem  contava  a história da  Mulata do Cemitério, dizia  que  teve motorista  que  ficou   lelé  da cuca. Também não era pra menos.

A segunda história de assombração  que não esqueço, também tem  como personagem  uma mulher  bonitona, só que loura, que  costumava  aparecer  pedindo  carona  em  um ponto qualquer da  estrada Macapá Santana, que  já  foi  rodovia Duque de Caxias e atualmente é chamada de Duca Serra.

Bem trajada e  com   um  corpo  escultural, era um  colírio  para os  olhos de qualquer um. Motorista que trafegava   na  estrada ,como   dizia  dona Lalí,  (mãe do Alopércio, Haroldo e José Maria Franco, e do Carrapeta- adotivo -), “ NAS HORAS MORTAS”, indo ou vindo  de Santana, não  se furtava  em dar  carona aquele  espetáculo  de mulher.  Tão logo a “bela” entrava  e sentava no banco do passageiro, se mostrava receptiva a uma  boa cantada. Ela  deixava  claro ao homem que lhe dava  carona que aquela  noite  prometia. A “fera”, o motorista prestativo, vendo a oportunidade  de uma conquista  fácil, partia pra cima  e tinha amplo  sucesso. Trocadas  as  primeiras  carícias e algumas apalpadelas aqui e ali,  o casal  saltava  e  a  estonteante mulher levava  seu  parceiro  mata  a dentro  até chegar em uma clareira, bem longe  de onde  o carro fora  estacionado. Embriagado pela beleza daquela  “deusa”que  lhe caíra nos braços,  o motora  se deixava conduzir  sem  reclamar. Chegando  a tal clareira, a loura, já despida,  juntava  um monte de folhas e se deitava em cima  pronta para o ato sexual.  Seu acompanhante, já babando de desejo por aquele pitéu, também  se livrava rapidamente das vestes  e partia  feliz  pro rala e rola. Só  que  quando  ele, já com o membro em riste  ia   realizar a penetração, a  mulher  dava  uma  gargalhada  apavorante  e sumia, como por encanto. E  o seu parceiro ia com tudo de encontro a folhagem que serviria de cama para os dois.

Completando a  história da “ bela loura da estrada”,  o narrador dizia,  que teve  motorista que   ficou  vagando, perdido na mata por muitos e muitos dias, outros  endoideceram e outros,  nunca mais  apareceram. Só  os carros foram encontrados abandonados na mata.

P.S.-Se verdadeiras ou não essas  histórias,  nunca pude  comprovar, pois   não  há  relato oficial  de alguém  que tenha  passado por quaisquer  um  desses  aperreios  assombrosos contados acima.  Portanto, por favor, não me acreditem

É só de ouvi contar.

Um amapaense na Seleção

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 17/02/11 as 10:43 am

O amapaense Jean Ismael Maximin Brito (na foto com Telma Gurgel) foi convocado para a Seleção Brasileira de Basquete Sub- 16.
Ele faz parte do Programa Atletas do Futuro (PAF), do SESI, que tem como objetivo, estimular a integração social através do esporte.

O ala/armador – que tem 16 anos e mede 1m90 – fará parte da equipe de 22 jogadores que treinará em São Sebastião do Paraíso (MG).

Jean se apresentará em São Sebastião do Paraíso no próximo domingo, 20, para iniciar os treinamentos  para a próxima Copa América de Basquete Sub – 16, que será sediada em Leon, Cidade do México.