Fim do mundo
Postado por: Alcinéa Cavalcante em 19/10/11 as 11:22 pm
Veja quem recebeu de fonte segura a informação que o mundo vai acabar sexta-feira:
- O presidente da Assembléia Legislativa, Moisés Souza, por isso resolveu fazer logo hoje a finalíssima do festival da música da AL
- A ministra corregedora do Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmon, por isso veio ao Amapá realizar o sonho de ver a Linha do Equador antes que o mundo acabe.
- O prefeito Roberto Góes, por isso abriu mão de R$ 30 mil referentes a 20% da taxa de gerenciamento arrecadada pela EMTU, abortando a greve dos rodoviários.
- O Tribunal Regional Federal da 1ª Região, por isso retirou o Plano do Collor dos professores. Com o fim do mundo eles não vão ter mesmo em que gastar. Né?
- O irmãos Gilvam e Geovani Borges, por isso mandaram espalhar que já estavam juntando suas tralhas e deixando o Senado.
- A Vó Bida. Assim que recebeu a informação tratou logo de fechar as portas para evitar que na confusão do fim do mundo os espertalhões saíssem sem pagar a conta.
Tem mais gente? Você pode completar a relação.
Nesta quinta tem audiência pública para debater jornada de trabalho dos militares
Postado por: Alcinéa Cavalcante em 19/10/11 as 11:18 pm
A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do Amapá ainda não têm uma Jornada de Trabalho definidaem Lei. Comisso, os policiais e bombeiros trabalham de acordo com as escalas montadas pelas corporações. Em eventos como o carnaval, expo-feira, eleições, natal, fim de ano, entre outros, as escalas são “puxadas”, comprometendo a qualidade da prestação do serviço de segurança à população.
O excesso de horas de trabalho, a inconstância das escalas de serviço tem trazido problemas sociais e de saúde aos militares. A atividade cansativa e estressante do militar afeta não só o desempenho profissional como o seu convívio familiar. As estatísticas comprovam a existência de um grande número de policiais e bombeiros militares com problemas de saúde, de ordem psicológicas e físicas, em função da atividade desgastante.
Para reduzir essas dificuldades, o deputado estadual Agnaldo Balieiro (PSB) entrou com um Projeto de Lei Regulamentando a Jornada de Trabalho do Policial Militar e do Bombeiro Militar. A propositura do parlamentar pretende fazer com que o serviço ordinário da PM e BM não seja superior a 38 horas semanais. A iniciativa também prevê o pagamento do serviço extraordinário.
Assim, o deputado Balieiro quer discutir o projeto com os companheiros de farda numa audiência pública que será realizada no dia 20 de outubro, às nove horas da manhã na Assembleia Legislativa.
“É necessário humanizar o tratamento dispensado aos militares para que eles prestem um serviço de qualidade, para que as ocorrências sejam bem atendidas no Estado. E mais ainda, é preciso manter o equilíbrio emocional e psicológico da categoria. Por isso, estamos convidando todos os militares para participarem desse importante debate; para que juntos possamos resolver essa situação visto que, durante toda a história da polícia e bombeiro militar, ninguém se preocupou em solucionar o problema desses imprescindíveis homens e mulheres que fazem a segurança pública do Estado do Amapá” finaliza Balieiro.
(Texto: Assessoria de Comunicação do deputado Agnaldo Balieiro)
Sesa – Nota de esclarecimento
Postado por: Alcinéa Cavalcante em 19/10/11 as 6:44 pm
“A secretaria de Estado da Saúde (Sesa), vem por nota esclarecer, o pôster publicado no dia 18 de outubro em seu blog com o título “Boca no Trombone”, que trata de denúncia referente à contaminação da água do Hospital de Emergência (HE).
Ao ter conhecimento do fato, a secretaria de Estado da Saúde (Sesa) encaminhou para o Hospital de Emergência (HE) técnicos para apurarem o caso denunciado. Em relatório, foi informado que a água do HE não apresentava contaminação ou mesmo odor semelhante a fezes e a empresa que fornece alimentos no hospital vem usando a água do poço artesiano que abastece a referida unidade de saúde.
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa)”
Fim do mundo está marcado para sexta-feira
Postado por: Alcinéa Cavalcante em 19/10/11 as 5:20 pm
O pregador evangélico americano Harold Camping anunciou que o mundo vai acabar na próxima sexta-feira, 21.
A notícia – que foi divulgada inicialmente na Family Radio, emissora fundada pelo pregador – correu mundo e está publicada em mais de seis milhões de páginas na Internet no mundo inteiro nesta quarta-feira.
Certa vez, quando eu era criança, disseram que o mundo ia se acabar. Eu e meu irmão Alcione juntamos os brinquedos que mais curtíamos e alguns biscoitos e bombons e nos “escondemos” embaixo de um pequeno pé de jasmim. Quando mamãe chegou do trabalho e nos viu, foi logo perguntando o que estávamos fazendo ali. Na maior inocência do mundo, respondemos: “A gente tá se escondendo do fim do mundo”.
E você, querido leitor, alguma vez já se escondeu do fim do mundo? O que você fazia quando diziam que o mundo ia acabar?
Conta pra nós, conta!
Juntando as tralhas
Postado por: Alcinéa Cavalcante em 19/10/11 as 12:57 pm
Do clã dos Borges chega a informação que os irmãos Gilvam e Geovani (PMDB) já estão juntando as tralhas desocupando o espaço no Senado para João Alberto Capiberibe (PSB).
Os Borges já estariam com a passagem de volta marcada para Macapá.
Tudo é uma questão de dias.
Nem tão otimista, João Alberto Capiberibe disse que declarações dos Borges nesse sentido são puro jogo de cena. “Nos bastidores, junto com o patrão deles, eles (os Borges) trabalham para enrolar o maior tempo possível”, disse Capi.
Cronistas do blog
Postado por: Alcinéa Cavalcante em 19/10/11 as 9:30 am
No Bar Crepúsculo
Cléo Farias de Araújo
Era sábado, dia 26 de setembro. Eu e uns amigos combinamos de tocar num bar chamado Crepúsculo, na frente da cidade. Cheguei lá por volta das nove e meia da noite. O baterista e o baixista da banda já se encontravam no local. Entrei, afinei minha guitarra, montei microfone, meu site de pedais e conectei tudo ao amplificador. Esperamos apenas o outro cantor chegar. Enquanto aguardávamos, entre um ou outro comentário dos colegas, percebi um olhar diferente, partindo de alguém numa das mesas do local. Naquela mesa estavam duas pessoas, um casal, pra ser mais exato. Pela aparência, calculei que ambos não eram de Macapá. A moça era de pele alva, um verdadeiro alabastro (como diria Isnard Lima) e cabelos pretos, parecendo serem pintados. Como a mesa situava-se em local um pouco afastado, não elenquei tantos detalhes. Estava analisando os dois estranhos, quando o baixista chamou minha atenção, apontando a chegada do músico que faltava. E lá fomos nós quatro animar a festa. Concentrado no trabalho que fazíamos, não olhei mais para quem me chamara à atenção.
Após algum tempo, para minha surpresa, sem quê nem pra quê, vi novamente aquela pessoa passar bem próximo a nós. Como, naquele momento, tocávamos uma música bem ensaiada, pude executá-la e, ao mesmo tempo, acompanhar a trajetória da moça. Observei que ela vinha em nossa direção. Subiu ao palco improvisado e, com gestos, pediu para cantar a música que a gente tocava naquele momento. Em seguida, pediu que tocássemos a canção “Anywhere”. O rapaz pediu o contrabaixo e pôs-se a executar a canção. Incrível como a voz da moça era idêntica à da gravação original. Isto fez com que o bar, repentinamente, enchesse de gente. Todos queriam saber de quem era aquela voz. Como o palco estava na penumbra e considerando a distância entre os músicos e o público, ninguém conseguiu, ao certo, concluir de quem se tratava. Com o final da música, a convidada agradeceu, sempre com gestos, indo em direção à sua mesa. No final da tocata, enquanto os demais colegas desligavam e guardavam o material do show, dirigi-me até onde estava a dupla de artistas. Durante a conversa, entre o inglês e o portunhol, pude saber que eles estavam de passagem para a Europa. Que pararam em Macapá, porque, do avião em que estavam, viram imagens muito interessantes e decidiram aterrissar aqui. Revelaram ter estado na Fortaleza de São José e que desejavam conhecer o Marco Zero do Equador, no que me prontifiquei a levá-los.
Embarcamos em meu carro e fomos contornando a Beira, rumo à zona sul da cidade. Ao chegar próximo ao local, minha convidada logo identificou o monumento-chave. Fiquei intrigado com aquilo e indaguei, em bom portunhol:
—Como usted tiene la certeza de que és eso el local exacto?
— I see in the net.—Respondeu.
Com isto, fiquei certo de que nada ou quase nada mais no mundo é segredo.
Após fotografarem o local, perguntaram onde mais poderiam ir, a fim de provarem algo da culinária local. Foi aí que os levei até o distrito de Fazendinha. O adiantado da hora facilitou estacionarmos o carro lá no final, bem próximo ao rio-mar. Sugeri comermos filhote ao molho de camarão. Enquanto esperávamos, pedi, como entrada, bolinhos de piracuí e suco de cupuaçu.
A comida veio em pouco tempo e meus convidados fizeram bom uso do garfo, repetindo até encherem o buchão. Depois, nos dirigimos à beira da praia e ficamos ali, sentados na areia, contando estrelas. Vez por outra, eles cochichavam entre si. Uma das frases que pude decifrar, foi que aqui o céu ainda é limpo e o ar, respirável.
Lá pelas três horas da manhã, fizemos o caminho de volta até o hotel onde os dois estavam. Ali chegando, disseram que iriam direto pro aeroporto. Mais uma vez me ofereci pra levá-los e eles aceitaram. Assim, entre muitas bagagens, levei-os ao local de partida. Lá chegando, se despediram de mim, me passaram números de telefones e e-mails e prometeram estar no próximo Rock’n Rio, onde combinamos de nos encontrar. Ainda registramos algumas poses nas máquinas digitais minha e deles. Isto selou nosso breve encontro. Em seguida, partiram rumo a Europa, como haviam planejado. Fiquei me perguntando: Como foi que tudo começou? Como foi possível conhecer essas pessoas, vindas de lugar tão distante? De onde eram, com exatidão? Como foram encontrar exatamente a mim? Só me dei conta de ainda estava no aeroporto, quando fui abordado por um batalhão de pessoas, com máquinas e blocos de papel, me instigando a responder por que eu deixei aqueles dois irem embora sem um registro sequer da passagem deles por Macapá. Eu, no meu silêncio, apenas pensei: “É… não há registro por vocês, mas, por mim…”
E fui embora, me beliscando pra ter certeza de que eu ainda estava no planeta terra e que aquilo tudo foi verdade. Ao chegar em casa, olhei o avião em pleno vôo e desejei, mentalmente, boa viagem a eles.
É hoje a finalíssima do Iº Festival de Música da Assembleia Legislativa
Postado por: Alcinéa Cavalcante em 19/10/11 as 12:02 am
A cantora amapaense Juliele, junto com Odair José, faz o show de encerramento do Festival
A última parte da programação de aniversário de 20 anos do parlamento amapaense, será realizada nesta quarta-feira (19) a partir das 19 horas, com a grande final do Iº Festival de Música da Assembleia Legislativa do Amapá. A eliminatória aconteceu no dia 15 de outubro, no Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço, com a participação de 20 músicas, das quais 12 foram classificadas para a finalíssima que acontecerá em frente ao prédio da Assembleia Legislativa.
As 12 músicas finalistas farão parte de um CD comemorativo aos 20 anos de instalação da Assembleia Legislativa do Amapá. A coordenação do Festival está a cargo da Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (AMCAP).
(Com informações da Assessoria de Comunicação da AL)