Alcinéa Cavalcante

Liberdade de expressão!
Macapá - Amapá

O lançamento de Paisagem Antiga

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 18/08/12 as 9:55 pm

Foi lindo e emocionante o lançamento do meu livro “Paisagem Antiga” ontem, sexta-feira, na  BienalInternacional do Livro em São Paulo.Escritores, poetas, jornalistas, amigos que vieram do Amapá, amigos que estão ou moram em São Paulo participaram deste momento tão importante para mim e me fizeram imensamente feliz.

Minhas colegas escritoras e poetisas da Rede de Escritoras Brasileiras

Minha irmã Alcilene e o senador Randolfe Rodrigues

Dudu Tavares

Há muitos anos eu não via o Aníbal, amigo dos tempos de colégio

Antônio Hércules, dono da Editora Perse

Ex-deputado federal Lourival Freitas

Meu  super amigo   poeta, escritor, professor e pesquisador Rostan Martins

Poeta Pedro Henrique

Poetisa Andreza Gil

Minha irmã Astrid

Jornalista João Lázaro e família

Advogado Dudu Tavares, ex-deputado Lourival Freitas, presidente da Rede de Escritoras Brasileiras Joyce Cavalccante, senador Randolfe Rodrigues, Alcilene e Aníbal

Professora e escritora Fernanda Baía

Escritora e poeta Deusa Ilário

Cantora e compositora Oneide Bastos

Professora Simone

Escritoras brasileiras

A todos estiveram comigo, testemunharam minha alegria, fizeram o momento do lançamento do meu livro mais lindo e mais emocionante o meu muito obrigada. Vocês moram no coração. Obrigada também aqueles que não puderam vir, mas que torceram para que este momento fosse inesquecível.

E um agradecimento super especial aos “poetinhas” do Movimento Poesia na Boca da Noite que me emocionaram declamando poemas meus.

Agradecimento super especial também à minha família e ao amigo Vagner Pantoja pelo apoio e incentivo.

É hoje!

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 17/08/12 as 12:10 am

Poetas amapaenses agitaram no Masp

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 16/08/12 as 9:33 pm

O Movimento Poesia na Boca da Noite estendeu o Pano da Poesia no vão do Masp, declamou, cantou e dançou Marabaixo e atraiu a atenção de professores, poetas, educadores e músicos paulistanos e até chilenos. Encantados com a poesia produzida no Amapá, integraram-se ao grupo de amapaenses e viveram momentos de lirismo e ternura no Pano da Poesia.
Uma equipe de educadores filmou e entrevistou nossos poetas. Elogiou o Movimento e disse que estava documentando para implantar um projeto parecido com o Boca da Noite nas escolas de São Paulo.
Endereços eletrônicos foram trocados. Os paulistas querem fazer um intercâmbio poético com os amapaenses.

A chegada no Masp

Eles aplaudem os poetas amapaenses

O jovem casal concentrado lendo os pergaminhos poéticos

A moça paulista tirou o casaco e entrou na roda de Marabaixo

Gente de todas as idades parou para ouvir a poesia



A emoção toma conta dos poetas

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/08/12 as 2:17 pm

A Bienal desde o início está sendo uma experiência  muito especial.
O lançamento do nosso livro foi um sonho realizado e o símbolo do crescimento do Boca da Noite.
E os poetas merecem esta conquista.
 Andreza Gil…….
…..
Um dia especial, as crianças estavam lindas.
O stand a nossa cara, fiquei muito feliz com a chegada do César Bernardo e sua esposa.  Alguns poetas declamaram poesias para as pessoas que por ali passavam.
Foi lindo!
 Fernanda Gomes
  Foi um dia corrido. O lançamento do livro foi bem legal. Estou feliz e amando a Bienal.
Julinha
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Mais uma vez a cultura do Amapá se faz presente e bem representada nesta 22ª Bienal Internacional do Livro.
Sinto-me deveras emocionada por estar aqui prestigiando os poetas amapaenses e ao mesmo tempo cantando e dançando o nosso Marabaixo.
Oneide Bastos

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Diferentes vozes, passos largos, leves, pesados. Rostos risonhos, cansados, profundos.
Euforia de crianças, fantasia, imaginação, alegrias, sonhos…Foi assim que o Poesia na Boca da Noite vôo para o mundo, derramou letras ao vento, teceu palavras, emoções, poemas e agora é mais uma estrela que brilha no horizonte.
Deusa e Alice Sofia – avó e neta

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Emocionante!!! Não há palavra melhor para descrever o lançamento do livro Poesia na Boca da Noite.
A alegria e a poesia se juntaram para proporcionar a todos nós e aos que participaram do evento, maravilhosos momentos de beleza e ternura que nunca serão esquecidos.
Minha felicidade é imensa!
Astrid Cavalcante

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Hoje me senti como uma adolescente debutando.
Sim, foi o meu debut aos 72 anos, pois pela primeira vez fui à Bienal para autografar um livro nosso do Poesia na Boca da Noite.
Estou feliz.

Gloria Araújo

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Quando eu entrei no Movimento Poesia na Boca da Noite eu era só um rapaz tímido com poesias guardadas na gaveta e só  então comecei a libertar as minhas poesias e hoje me sinto muito feliz em fazer parte desse grande grupo de poetas que orgulha o Amapá, que vem crescendo todo dia, e em tão pouco tempo já tenho meus poemas lançados numa coletânea e  a oportunidade de participar do lançamento na Bienal do Livro de São Paulo.

Isso pra mim é muito gratificante. É a emoção é demais.
Pedro Henrique

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Mágico e emocionante.
Maravilhoso e contagiante. Assim foi o lançamento do livro Poesia na Boca da Noite onde  dançamos, nos alegramos e com a alma repleta de sentimentos recitamos poesias que é o que gostamos de fazer.
E encantamos a multidão que por ali passava.

 Uma experiência única e linda. Um sonho.  Para nossos poetinhas uma aventura
Raule, Cris, Aquila e Azaf Assunção

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Compartilho com todos os meus amigos o sentimento de felicidade que estou vivendo neste período. O lançamento do livro Poesia na Boca da Noite na Bienal, juntamente com os meus filhos Paulo Rostan e  João Vitor, está sendo um momento único em nossas vidas.  Muitas emoções, poesias, passeios e amigos…
Obrigado Deus.
Obrigado meus amigos.
Rostan Martins

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Feliz. Muito feliz. Imensamente gratificada e com a certeza de que com a poesia podemos sim ajudar a construir um mundo melhor, mais fraterno, mais bonito, onde prevaleçam o amor, o lirismo, a verdade, o bem e o belo.
Obrigada, Senhor Deus!
Obrigada aos amigos, poetas, família e amantes da poesia

Alcinéa Cavalcante

Hoje tem Poesia na Boca da Noite no MASP

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/08/12 as 12:51 pm

Hoje o Movimento Poesia na Boca da Noite estará no vão livre do MASP. É lá que os poetas amapaenses vão estender o Pano da Poesia, montar varal de poemas e declamar das 17h às 19h. Vai ser, com certeza, uma experiência maravilhosa e mais uma oportunidade de mostrar a cultura  do Amapá na maior cidade da América Latina.

Poetas amapaenses autografando na Bienal

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/08/12 as 12:35 pm

Paulo Rostan

Aquila Assunção

Aiury

César Bernardo

Alcinéa Cavalcante

Astrid Cavalcante

Andreza Gil

João Vitor

Pedro Henrique

Raule Assunção

Rostan Martins

Fernanda e Julinha

O lançamento da coletânea Poesia na Boca da Noite

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 15/08/12 as 11:40 am

 

A poesia amapaense foi o destaque desta terça-feira no estande da Editora Perse na Bienal Internacional do Livro com o lançamento da coletânea Poesia na Boca da Noite.
Em lugar de destaque na vitrine e mesas e nas telas de Ipad, o livro chamava a atenção. Poetas e escritores de vários estados estiveram no estande para conhecer o grupo de poetas do “tão distante Amapá”. E tanta gente parabenizou o grupo, tanto pela qualidade da poesia produzida no Amapá como pela alegria.

As crianças eram uma atração à parte. Professores, escritores, poetas e amantes da literatura demonstraram surpresa com “tanta criança no Amapá se dedicando à poesia”. Mais: poesia de qualidade indicando que se continuarem nesse caminho dentro de algum tempo passarão a ser reconhecidos em todo o país.

O Movimento Poesia na Boca da Noite ganhou a simpatia de todos também pela alegria. E, além de declamar, cantou e dançou marabaixo e falou da cultura e culinária amapaenses. Os pergaminhos enfeitados com caroços de açaí era a deixa para se falar como é o nosso açaí, como é tomado e como desenvolve a economia local.

A cantora Oneide Bastos tirava o ladrão e todos cantavam e dançavam marabaixo

Poetas de outros estados manifestaram o desejo de visitar o Amapá para viver a experiência de declamar sobre o Pano da Poesia à beira do mais belo rio do mundo na cidade onde “a lua minguante brilha mais que a lua cheia de qualquer outro lugar”. Há também propostas de se fazer intercâmbio e todos receberam convite do escritor, poeta e jornalista Valdeck Almeida de Jesus para participar de antologias e concursos organizados por ele. Valdeck é baiano, tem vários livros publicados e é membro da Academia de Cultura da Bahia.

A Editora Perse já convidou o Movimento Poesia na Boca da Noite para a próxima Bienal. E claro que aceitamos o convite, afinal a Perse cuidou do livro e do lançamento não só com profissionalismo mas com imenso carinho. E aproveitamos para registrar no blog nossos agradecimentos ao diretor Antonio Hércules Junior e toda equipe da Perse por todo apoio que nos foi dado. Agradecemos também publicamente à empresária Cléia Mesquita que bancou a edição do livro e doou algumas passagens, ao governo do Estado, em especial a primeira-dama Cláudia Capiberibe, e ao presidente da Assembléia Legislativa Junior Favacho que contribuíram com passagens e ajuda de custo para hospedagem e alimentação.

Declamando

Veja mais fotos na página da Editora Perse clicando aqui

Com Ziraldo na Bienal

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 14/08/12 as 2:22 am

Apresentei ao Ziraldo os poetinhas do Boca da Noite e ele fez questão de levar a garotada para uma sala vip. Lá conversou com nossos poetinhas, abraçou cada um, deu valiosas dicas e ao final do bate-papo disse que quer conhecer mais poesias deles e pediu que fossem enviadas a ele por e-mail.
Ziraldo foi super carinhoso com nossos poetinhas. Para essas crianças este foi um dos momentos mais importantes, um momento mágico, um sonho se realizando ali. Alguns ficaram tão emocionados que num primeiro momento mal conseguiam falar, mas depois foram se soltando e passaram a contar o que fazem além de poesia e o que gostam de ler. Entre os livros preferidos deles está “O Menino Maluquinho”.


Coletânea “Poesia na Boca da Noite” será lançada nesta terça-feira na Bienal

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 13/08/12 as 10:43 pm

Será lançada nesta terça-feira, 14, a coletânea “Poesia na Boca da Noite” na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O livro reúne poemas de 23 poetas amapaenses e textos contando a história do Movimento que nasceu em janeiro do ano passado e ganhou as ruas, praças e calçadas em Macapá se tornando a grande referência da poesia amapaense.

O lançamento ocorrerá a partir das 11h, no estande da Editora Perse, onde 19 integrantes do Movimento estarão autografando a obra.

Desde sexta-feira o livro já está à venda na Bienal (foto) e também pode ser adquirido pela internet no portal da Perse. Nos próximas dias será disponibilizado em várias livrarias

Poesia na Boca da Noite em Sampa

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 13/08/12 as 10:17 pm

O Movimento Poesia na Boca da Noite está em São Paulo desde  sexta-feira para o lançamento da coletânea “Poesia na Boca da Noite” e do meu livro de poemas e crônicas “Paisagem Antiga”.
Nestes quatro dias, os poetas amapaense já agitaram bastante na terra da garoa, espalhando e declamando poesias em praças, estações do metrô, dentro de ônibus e metrôs, panificadoras.
Na correria, o tempo tem sido para escrever. Mas eis algumas fotos:

Na Bienal, Andrezza, Julinha e Aiury receberam o carinho de Maurício de Souza

Deu a louca nos livros… e nos poetas do Amapá também

Nossos poetinhas fazem pose com suas credenciais de autores. “Agora sou uma autora de verdade”, disse Alice ao receber sua credencial

Depois de uma rodada de poesia, ums rodada de pastel na Feira da Aclimação

No domingo os poetas visitaram o Solo Sagrado de Guarapiranga e à beira da represa estenderam o pano da poesia e recitaram

Daqui a pouco postarei mais fotos, informações sobre o lançamento e o encontro dos nossos poetinhas com Ziraldo

Meu livro na Bienal

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 07/08/12 as 1:59 pm

No dia 17, sexta-feira, estarei lançando na Bienal Internacional do Livro, das 14h às 16h, o livro “Paisagem Antiga” .

Editado pelo Grupo Editorial Scortecci, com prefácio de Paulo Tarso Barros (presidente da Associação Amapaense de Escritores), o livro tem cem páginas  e é dividido em duas partes: poemas e crônicas.
A ilustração da capa, que retrata a minha rua nos anos 70,  foi feita pela desenhista amapaense Ana Maria Vidal Barbosa.

O lançamento será no estande da Editora Scortecci e Rede Brasileira de Escritoras (Rebra).

A partir da semana que vem Paisagem Antiga” estará à venda nas principais livrarias do país, entre as quais a Livraria Cultura, Asabeça e Martins Fontes.

….

Você é meu convidado/a especial

Além dos poetas do Movimento Poesia na Boca da Noite e dos meus familiares, vários amigos estão indo de Macapá para o lançamento do meu livro, como o senador Randolfe Rodrigues, Wagner Pantoja, sub-prefeita Ediane Borges, Eduardo Tavares, poetisa Carla Nobre (membro titular do Conselho Estadual de Cultura), entre outros. A presença dos amigos me deixará imensamente feliz e desde já fico muito agradecida a todos vocês.

O prefácio de Paisagem Antiga

O que dizer dos textos de Alcinéa – os poéticos e os que, não sendo necessariamente poesias, mas crônicas, ou “cronipoemas”, estão recheados de cores (a primazia do azul infinito), sabores, ternuras, estrelas, flores, pássaros, borboletas, amores e até camaleão – ou seria iguana?

Leio tudo, como se dizia antigamente, de um fôlego, e percebo que os poemas e os “cronipoemas” estão com as palavras exatas, sem aqueles esquadrões de adjetivos.
Parece que sua mão de poeta e mente treinada nos textos claros, objetivos e sintéticos do jornalismo, ao juntar a alquimia verbal que o seu estilo poético inato tão bem o demonstra, surgem imagens plenas de ternura, sensibilidade e aquela saudade e nostalgia dos tempos da infância que ficou cristalizada na memória poética – que tem o dom de captar o sentido do belo como se plantasse em um jardim flores multicoloridas que desabrochariam ao nascer do sol e continuariam a embelezar a noite, o orvalho e as estrelas – principalmente as azuis da sua Via Láctea setentrional.

Alcinéa Cavalcante teve o privilégio de desenvolver seu próprio estilo, de uma leveza admirável, cheio de nuances, de frases sintéticas que atingem a essência da poesia lírica. São versos que fluem no texto como a leve e cálida brisa equatorial que nos afaga nas noites de poesia, a impulsionar suavemente os seres angelicais tão presentes na sua vida e obra.

Não é só um jogo de palavras quando ela confessa: “Vivo do ato de escrever”. E escrevendo registra seus sentimentos de forma a nos seduzir, a nos convidar a percorrer, de mãos dadas, pelos poemas que escolheu para consolidar seu lugar de destaque na poesia brasileira contemporânea.

A bela e comovente crônica que revisita a memória sagrada da professora Delzuite Cavalcante, sua mãe, a traz de volta, a coloca mais uma vez no plano existencial e familiar como se ela estivesse em viagem, ou mesmo dando aulas ou fazendo um café na cozinha para servir à família numa manhã morna e calma da Macapá territorial. É um texto construído com sentimento, da sua história de vida, mas que atinge a dimensão universal do amor filial, do infinito amor que tece os sustentáculos da nossa existência e nos torna mais fraternos.

Paulo Tarso Barros
Presidente da Associação Amapaense de Escritores

A capa e contracapa do livro mostram como era a Avenida Almirante Barroso na década de 1970. Pouco restou dessa paisagem.

Poesia na Boca da Noite na Bienal

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 07/08/12 as 1:40 pm

No dia 14, às 11h, será lançada a coletânea “Poesia na Boca da Noite”, do Movimento Poesia na Boca da Noite.
A coletânea, de 144 páginas, reúne poemas de 23 poetas amapaenses com idade entre 7 anos e 72 anos e traz textos contando a história do Movimento que começou em janeiro do ano passado com apenas quatro poetas (Rostan Martins, Alcinéa Cavalcante, Osvaldo Simões e Glória Araújo) na calçada da casa de Alcinéa Cavalcante e tomou as ruas, escolas, hospitais, praças e tantos logradouros públicos, chegando a reunir em várias ocasiões até mais de uma centena de poetas e amantes da poesia, como nas escolas Azevedo Costa e Santina Rioli.

O lançamento da coletânea será das 11h às 14h, no estande da Editora Perse (estande 44) na Rua N do Pavilhão de Exposições do Anhembi.
Vinte e um integrantes do Movimento estarão autografando a obra.
Além do lançamento na Bienal, o Movimento Poesia na Boca da Noite estará nas praças de São Paulo estendendo o Pano da Poesia, montando varais e recitando poemas, a exemplo do que faz em Macapá todas as sextas-feiras.

A coletânea Poesia na Boca da Noite foi patrocinada pela empresária Cléia Mesquita. Quanto as despesas  com passagens aéreas, diárias de hotel, alimentação e transporte uma parte ficou por conta dos próprios integrantes  do Movimento e outra parte por conta do apoio financeiro recebido do Governo do Estado, via Confraria Tucuju (R$ 11 mil) e Assembléia Legislativa (R$ 7 mil). A empresária Cléia Mesquita doou ainda cinco passagens aéreas.
O Movimento viaja para São Paulo na madrugada do dia 10 e retorna dia 20. São dez dias divulgando a poesia e a cultura do  Amapá em São Paulo.

O livro Poesia na Boca da Noite já está à venda no Portal da Editora Perse. Veja aqui

O Amapá na Bienal Internacional do Livro

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 07/08/12 as 11:49 am

Começa nesta quinta-feira,9, e vai até o dia 19 a 22ª Bienal Internacional do Livro. Este ano a Bienal  homenageia o centenário de nascimento de Jorge Amado e Nélson Rodrigues e os 90 anos da Semana de Arte Moderna.

Durante 10 dias o Anhembi será palco de uma rica programação cultural e é lá que escritores, leitores, livreiros, editores, intelectuais do mundo inteiro se encontram. (Veja aqui a programação)

E o Amapá estará presente.
No dia 14 será lançada a coletânea “Poesia na Boca da Noite“, do Movimento Poesia na Boca da Noite, e no dia 17 o livro de poemas e crônicas “Paisagem Antiga” de Alcinéa Cavalcante.

A reinauguração da Galeria e inauguração Memorial Alcy Araújo

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 05/08/12 as 4:15 pm

Momento de muita emoção, poesia, lirismo e cultura. Foi assim, sexta-feira à noite, a reinauguração da Galeria Alcy Araújo e inauguração do “Memorial Alcy Araújo” na Biblioteca Pública Elcy Lacerda. Uma homenagem do Governo do Estado a um dos maiores poetas que o Amapá já teve e ícone da imprensa amapaense.

Velhos amigos vieram de longe para reverenciar a memória do poeta, escritor e jornalista. Amigos da famíla, poetas, músicos, jornalistas, pessoas envolvidas com a cultura lotaram a Biblioteca Pública e viveram momentos mágicos. Parecia que os anjos – tão presentes na obra de Alcy – estavam todos lá, iluminando o ambiente e houve até quem sentisse o perfume das flores cultivadas em seus poemas no livro “Jardim Clonal”.

Ainda estou emocionada. E sob forte emoção me é difícil escrever. Então, vou postar o texto produzido pela assessora de comunicação do Governo do Estado, Mariléia Maciel, e as fotos de Márcia do Carmo.
Mas antes deixo um agradecimento especial ao governador Camilo Capiberibe, primeira-dama Cláudia Capiberibe (fez um discurso lindo e contou o quanto gosta da poesia do Alcy), ao secretário de cultura Zé Miguel (conhecedor da obra do Alcy e não conseguiu conter as lágrimas ao discursar sobre o poeta), ao Nonato Leal (amigo-irmão parceiro de Alcy, vencedor com ele de vários festivais e de sambas de enredo), a Luli Rojanki, gerente da Biblioteca que – junto com sua equipe – cuidou de tudo com o maior carinho. E a todos que compareceram ao evento.

Alcy Araújo, o Poeta do Cais, é homenageado com memorial
na Galeria que leva seu nome
Texto: Mariléia Maciel
Fotos: Márcia do Carmo

A Galeria Alcy Araújo, localizada na Biblioteca Elcy Lacerda, foi reinaugurada na sexta-feira, 3, homenageando o poeta, escritor e funcionário público que veio do Pará e se encantou por Macapá.

A novidade é um memorial que foi criado para guardar seu acervo pessoal.

O espaço é dedicado à memória de Alcy Araújo e tem exposto publicações, fotos e objetos pessoais como o cinzeiro, a máquina de datilografia, caneta, discos, copos, cachimbo e outros elementos. Os itens foram doados pela família e amigos.

A gerente da Biblioteca, Lulih Rojanski, informou que a Galeria já existia e que, com a reforma, o espaço foi reorganizado e ampliado.”Estamos homenageando este ícone da literatura amapaense, que foi Alcy Araújo, com este memorial dentro da biblioteca. Estamos proporcionando que as pessoas conheçam sua obra e um pouco de sua vida pessoal“, falou Lulih.

Escritora e gerente da Biblioteca Luli: “Alcy é o maior poeta do Amapá”

O secretário de Estado da Cultura, Zé Miguel, poetizou o ato dizendo que a Galeria é a melhor forma de homenagear Alcy, que declarou na poesia “Jardim, Pode”, que não gostaria de ser nome de rua ou beco quando morresse, para não ser pisado, preferia ser nome de jardim. “Aqui, ele não será pisado. Neste local pode-se sentir o perfume que brotava do coração de Alcy, que atingia o coração de todos. O coração dele ainda é um grande jardim”, disse o secretário.

Zé Miguel: “Alcy, aqui você não será pisado”

A reinauguração da Galeria foi pensada pelo secretário e pela família de Alcy Araújo. O memorial foi aprovado por todos os familiares. “O Estado que valoriza a cultura investe na melhoria do ser humano. Nosso pai também valorizava a cultura do Amapá. Estamos muito felizes e emocionados com esta homenagem“, falou a jornalista e administradora Alcilene Cavalcante, filha de Alcy.
Alcilene Cavalcante falou em nome da família

A primeira-dama do Estado, Cláudia Capiberibe, esteve presente e falou da importância da valorização da memória por parte de um governo. “A política nos dá prazeres como esse, de inaugurar um espaço que valoriza pessoas como o Alcy Araújo. O governo investe em cultura porque ela dá possibilidades para abrir espaços fundamentais, como a Galeria”, finalizou a primeira-dama.

Primeira-dama Cláudia Capiberibe falou da importância de Alcy Araújo para o Amapá, contou como conheceu parte da obra dele e ressaltou o compromisso do governo de valorizar a cultura

Um recital de poesias de Alcy com o Movimento Poesia na Boca da Noite, a participação de Nonato Leal, que foi amigo do homenageado, fez parte da programação. Além da exposição permanente sobre Alcy, a Galeria está aberta para exibição de trabalhos de outros artistas, como lançamento de livros, encontros literários, exposições fotográficas e outras manifestações artísticas.

O Movimento Poesia na Boca da Noite declamou poemas de Alcy

Alcinéa Cavalcante declamando Lirismo

Nonato Leal, parceiro e amigo de Alcy. Os dois venceram vários festivais, inclusive o primeiro festival da canção realizado no então Território do Amapá. Juntos também fizeram belíssimos sambas de enredo, entre eles os inesquecíveis “Mãe Luzia” e “Lendas e Mitos da Amazônia”.

Poesia na Boca da Noite para Alcy

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 05/08/12 as 4:12 pm

O Movimento Poesia na Boca da Noite participou da reinauguração da Galeria e inauguração do Memorial declamando e distribuindo poemas de Alcy Araújo

Mais fotos

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 05/08/12 as 4:10 pm

No Memorial a escrivaninha do poeta, sua máquina datilográfica, livros, cartas, manuscritos, caneta, cachimbo, cinzeiro, copo

Familiares de Alcy – Vilma (nora), José Carlos Tavares (afilhado), Alcione e Alcilene (filhos)

Atriz Rosa Pedrosa declama “Poema para Alcy”, de Paulo Tarso Barros.

Nonato Leal fala sobre o amigo com quem viajou tantas canções

Família do poeta – A viúva Maridalva, as filhas Alice, Astrid, Adriane, Aldine e Aline e os netos Antônio, Junior, Luíza e Fernanda

Poeta Aroldo Pedrosa reverencia a memória de Alcy com o poema de sua autoria “Do aprendiz dos trópicos ao Poeta do Cais”. Este poema Aroldo escreveu na madrugada de 24 de abril de 1989. Ele conta que ao saber da morte do poeta não teve coragem de ir ver seu corpo. Foi olhar o rio e lá escreveu este belíssimo soneto quando sentiu que o “poeta Alcy Araújo havia convertido-se definitivamente numa estrela”.

Amigos do poeta e da família, escritores, estudantes, jornalistas prestigiaram a reinauguração da Galeria Alcy Araújo

Ricardinho, neto de Alcy, declama trecho do poema Bênção

Família de Alcy – A filha Alcilene, o genro Dias e os netos Ricardo e Gabriel

Família de Alcy – A filha Alcinéa e o genro Soeiro

Família de Alcy – A viúva Maridalva, a filha Alcinéa e o neto Márcio

Discos que perteceram ao poeta agora estão no Memorial. São LPs de festivais, João Gilberto, Paulinho Nogueira, Dolores Duran, Vinicius e tantos outros

Astrid, filha do poeta, declama “Poema para criar confiança”

A primeira-dama Cláudia Capiberibe com Alcinéa e Alcilene, filhas de Alcy

(Fotos: Ricardo Dias e Márcia do Carmo)

Jardim, pode

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 03/08/12 as 2:52 pm

 

A famosa caneta do meu pai

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 03/08/12 as 2:05 pm

A famosa caneta Parker do poeta, escritor e jornalista Alcy Araújo. Foi com ela que Alcy autografou vários livros e escreveu muitos poemas.
Consta que esta caneta ele ganhou de Tancredo Neves.
Esta caneta guarda muitas histórias que qualquer hora eu conto algumas aqui. Ela ficará numa redoma de vidro no Memorial Alcy Araújo.

O cachimbo do poeta

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 03/08/12 as 1:58 pm

Este era um dos cachimbos do poeta, escritor e jornalista Alcy Araújo, que a partir de hoje passa a fazer parte do Memorial Alcy Araújo na Galeria Alcy Araújo, que será reinaugurada às 18h na Biblioteca Pública Elcy Lacerda.

De Dom Alberto Ramos para Alcy Araújo

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 02/08/12 as 10:59 pm

Dom Alberto Ramos, arcebispo de Belém, e o poeta Alcy Araújo eram grandes amigos. Sempre estavam trocando correspondências.
Ao receber o livro “Poemas do Homem do Cais”, Dom Alberto mandou a seguinte correspondência: