TRE-AP lança aplicativo para combater crimes eleitorais

O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) lançou nesta segunda-feira (29) o Aplicativo Pardal. A tecnologia consiste em um sistema de denúncias via smartphones com sistema Android e Web. A ação, executada pela Secretaria de Tecnologia da Informação (STI/TRE-AP) e coordenada pela Ouvidoria do TRE-AP, objetiva o fortalecimento da democracia e lisura do pleito.

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MP-AP denuncia atual presidente da Assembleia Legislativa por peculato e fraude processual

O Ministério Publico do Amapá (MP-AP) ofertou, nesta segunda-feira, 29, junto ao Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), denúncia de peculato  contra os deputados estaduais Moisés Souza, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Amapá (ALEAP), e Jaci Amanajás, além de duas pessoas, pela utilização de servidores da Casa de Leis em empreendimento particular, causando prejuízo aos cofres públicos de, aproximadamente, R$ 500 mil (quinhentos mil reais).

Na ação, o Ministério Público do Amapá (MP-AP) revela um esquema que beneficiou, além dos parlamentares citados, a esposa do Continue lendo

Agenda dos candidatos – 30/08

Terça-feira – 30 de agosto

Clécio – REDE
16h às 19h  – Caminhada no Araxá
20h30 – Plenária com os apoiadores do candidato a vereador Rinaldo Martins

Ruy Smith – PSB
16h – Visita à área de ressaca no bairro Novo Buritizal
19h – Reunião com lideranças e comunitários do bairro Brasil Novo

Aline Gurgel – PRB
17H30 – Visita na Feira do Produtor do Buritizal.

Promotor Moisés – PEN
11h – Reunião com profissionais da vigilância.
Local: Sede dos Vigilantes localizada na Avenida Pedro Lazarino, S/N, Buritizal.
18h – Reunião com o Vereador Pablo e lideranças do Distrito da Fazendinha.
Local: Ao lado do posto de gasolina desativado próximo a rotatória da Fazendinha.
20h – Reunião com liderancas no Bairro Pedrinhas.
Onde: Rua Equatorial ao lado do muro do empresário Zeca Deabo. Antiga Rua do Jet Bar.

A assessoria dos demais candidatos não enviou a agenda

Temer acaba com chance de continuação do Macapá Alfabetizado, diz Randolfe

Do blog do senador Randolfe

Temer acaba com chance de continuação do Macapá Alfabetizado

A partir da iniciativa do senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e da parceria da Prefeitura Municipal de Macapá, em 2014, se iniciou o programa de erradicação do analfabetismo, chamado Macapá Alfabetizado. Em 2015 a primeira turma foi formada e mais de 250 pessoas tiveram suas vidas mudadas e passaram a ler e escrever. O Governo Federal informou na última semana que não há previsão de reabertura do sistema Brasil Alfabetizado.

O programa foi instituído pela Prefeitura sob a coordenação da Secretaria Municipal de Educação (Semed), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), por meio do Programa Brasil Alfabetizado e com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), utilizando o método cubano “Sim, eu posso”. “Não é apenas o meu sonho que vai sendo destruído, é a possibilidade de milhares de pessoas de mais cidadania e novas oportunidades”, disse o senador Randolfe.

Em janeiro deste ano, o senador, acompanhado de gestores da Prefeitura de Macapá, estive no Ministério da Educação e confirmou a liberação de mais recurso para a continuação da segunda etapa do programa, que atenderia um número ainda maior de pessoas.

Índice de Analfabetismo
De acordo com o censo de 2010 do IBGE, Macapá tem 9% de analfabetos, o que seria equivalente a 17 mil pessoas que não sabem ler nem escrever. Desse total, 4% estão na zona rural e 96% na zona urbana. Em Cuba, por exemplo a taxa de analfabetismo é de 0,3%, no Brasil passa de 8% e no Amapá a taxa é de 4,2%.

Leia a íntegra do discurso de Dilma

A presidenta afastada Dilma Rousseff acaba de discursar no plenário do Senado nesta última fase do processo de impeachment.
Dilma discursou por cerca de 45 minutos.

Confira a íntegra do discurso de Dilma do Senado:

“Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski
Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal Renan Calheiros,
Excelentíssimas Senhoras Senadoras e Excelentíssimos Senhores Senadores,
Cidadãs e Cidadãos de meu amado Brasil,

No dia 1o de janeiro de 2015 assumi meu segundo mandato à Presidência da República Federativa do Brasil. Fui eleita por mais 54 milhões de votos.

Na minha posse, assumi o compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição, bem como o de observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil.

Ao exercer a Presidência da República respeitei fielmente o compromisso que assumi perante a nação e aos que me elegeram. E me orgulho disso. Sempre acreditei na democracia e no Estado de direito, e sempre vi na Constituição de 1988 uma das grandes conquistas do nosso povo.

Jamais atentaria contra o que acredito ou praticaria atos contrários aos interesses daqueles que me elegeram.

Nesta jornada para me defender do impeachment me aproximei mais do povo, tive oportunidade de ouvir seu reconhecimento, de receber seu carinho. Ouvi também críticas duras ao meu governo, a erros que foram cometidos e a medidas e políticas que não foram adotadas. Acolho essas críticas com humildade.
Até porque, como todos, tenho defeitos e cometo erros.
Entre os meus defeitos não está a deslealdade e a covardia. Não traio os compromissos que assumo, os princípios que defendo ou os que lutam ao meu lado. Na luta contra a ditadura, recebi no meu corpo as marcas da tortura. Amarguei por anos o sofrimento da prisão. Vi companheiros e companheiras sendo violentados, e até assassinados.
Na época, eu era muito jovem. Tinha muito a esperar da vida. Tinha medo da morte, das sequelas da tortura no meu corpo e na minha alma. Mas não cedi. Resisti. Resisti à tempestade de terror que começava a me engolir, na escuridão dos tempos amargos em que o país vivia. Não mudei de lado. Apesar de receber o peso da injustiça nos meus ombros, continuei lutando pela democracia. Continue lendo

Ironia

Ironia  (Paulinho da Viola)

Jogam pra mim
Um sorriso de ironia
Sabem que a minha alegria
Terminou
Quero fugir não consigo
Sinto meu peito ferido
Envolvido por esse amor.

Algo no meu rosto denuncia
Que perdi minha alegria
Meu amor me disse adeus
Não sei como alguém fica contente
Quando sabe que a gente
Não esquece o que perdeu.

Impeachment -Roteiro da sessão final

29 de agosto, 9h

DEFESA DA PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF
A presidente tem 30 minutos (prorrogáveis a critério do presidente da sessão). Após o questionamento dos senadores, Dilma Rousseff pode optar por responder ou não às perguntas.

Cada senador tem 5 minutos para questionar a presidente afastada.

Advogados de acusação e de defesa terão o mesmo tempo.

DISCUSSÃO
A acusação inicia a discussão, depois a defesa e, então, é franqueada a palavra para cada senador, na ordem de inscrição.
Acusação e defesa : 1h30

Réplica: 1h

Tréplica: 1h

Senadores: 10 minutos cada
ENCAMINHAMENTO

O presidente da sessão lê o relatório resumido,
com os fundamentos da acusação e da defesa.

Podem usar a palavra 2 senadores favoráveis à condenação e 2 senadores favoráveis à absolvição por até 5 minutos cada.

VOTAÇÃO
Nominal e eletrônica

SIM ou NÃO à pergunta: Dilma Rousseff cometeu os crimes de responsabilidade?**

Caso o relatório pela condenação receba 54 votos “SIM” (ou dois terços da composição do Senado), a presidente perde o cargo e o presidente interino é empossado definitivamente. Caso não atinja esse número de votos, o relatório será arquivado e a presidente reassumirá o cargo.
PROVIDÊNCIAS DE ACORDO COM O RESULTADO
Ricardo Lewandowski lavra e lê a sentença
Resolução do Senado
Os senadores assinam a sentença e é feita a comunicação oficial à presidente afastada e ao presidente interino.

Fonte: Agência Senado

O Dia D de Dilma

Com o fim dos depoimentos das oito testemunhas apresentadas pela acusação e pela defesa, os senadores completaram, no sábado (27), a primeira fase da sessão de julgamento da presidente afastada, Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade. Nesta segunda-feira (29), às 9h, deve ter início um dos momentos mais importantes do julgamento: o comparecimento de Dilma ao Senado para falar pessoalmente aos senadores. Essa será a primeira vez que a presidente afastada se manifestará no processo de impeachment. Até agora, a defesa tem sido conduzida por seu advogado e ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Dilma terá 30 minutos — prorrogáveis a critério do presidente da sessão, Ricardo Lewandowski — para apresentar seus argumentos aos senadores, que poderão questioná-la por cinco minutos cada um. A presidente afastada, entretanto, pode, a seu critério, responder ou não as perguntas. Para acompanhá-la neste momento, além de Cardozo, Dilma convidou ex-ministros, assessores e aliados do Partido dos Trabalhadores, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Seus convidados serão acomodados numa das duas galerias laterais do Plenário.

(Agência Senado)

A Favela no futebol amapaense

cb_sao_jose-ap-5O São José – que já foi um timaço – nasceu no meu querido bairro da Favela. A sede era ali na Leopoldo Machado esquina com a Presidente Vargas.

Depois levaram o Sanjusa para o Laguinho 😥

Como hoje o São José completa 70 anos de fundação, parabenizo seus atletas, ex-atletas, dirigentes e torcida e  reproduzo a crônica do Sapiranga publicada neste blog em agosto de 2009.

A Favela no futebol amapaense
Milton Sapiranga Barbosa, especial para o blog

Sim, no tempo do amadorismo de priscas eras, o bairro  da Favela  tinha  dois  clubes  disputando os campeonatos organizados pela Federação Amapaense de Desportos(FAD).

Um era o São José, do seu Messias, onde jogavam, entre outros, Bulhosa, Pantera, Jurandino (Carudo), Justo, Raminho e Mosquito, cuja sede ficava na esquina da Leopoldo Machado com a Presidente Vargas, mas um acordo entre Messias e Humberto Santos, levou o São José  para o bairro do Laguinho.

O outro era o Araguary Esporte Clube, sendo que este não tinha sede, a turma se reunia na casa de um dos atletas, escolhida aleatoriamente. Nesse tempo, Araguary e Fazendinha era o grande clássico da segunda divisão (Santa Cruz, Primavera, Guarany, depois Ypiranga e Santana, sem esquecer o Atlético Latitude Zero, também  integraram a segundona da FAD).

Sempre que Araguary e Fazendinha se encontravam o Glicerão ficava apinhado de gente. Mauro, Abiezer, Beto, Barata, Bento, Carneiro, Dioneto, Elionay, Ferramenta, Peteca e Palito (um carvoeiro bom de bola, que chegava sempre em cima da hora para jogar, pois antes precisava desmanchar suas caieiras)   e  Nolasco, eram alguns  dos integrantes do Araguary Futebol Clube. Pelo Fazendinha, destacamos Zezé (um goleiraço), Marinheiro, Flávio Góes, Valdir  e seu irmão Papaarroz (um cracaço, que batia penalty de letra) e Estrela.

Eu  gostava de estar entre a rapaziada do Araguary para ouvir as  histórias  das viagens que o time fazia pelo hinterland amapaense. Nolasco,  meu vizinho, era um jogador razoável, mas muito bom para contar histórias e rápido  para  fazer uma paródia, fosse qual fosse a situação, senão vejamos: certa vez, numa excursão a Mazagão, no tempo  em só se chegava ao município por via marítima, Nolasco não  foi  escalado de saída no time que iria  enfrentar a seleção mazaganense. Terminado o primeiro tempo, começa o segundo e o Nolasco no banco de reservas. Jogo já no final do segundo tempo, eis que ele  é chamado  para substituir um companheiro,  ele se negou e saiu-se  com essa : “eu fui  em Mazagão/ fiquei encabulado/ pois só comi feijão e ainda fui barrado./ quando jogo estava pra terminar / técnico veio me chamar pra entrar lá no gramado/ eu não sou doido e também não sou maluco/ pra entrar lá no gramado e jogar  cinco minutos.”

Doutra feita, eles  se reuniram e metidos na roupa de domingo, foram  a  uma  festa    no bairro do Laguinho (aquela época, já rivalizando com o bairro da Favela, por causa do Marabaixo e do boi bumbá). Todo mundo alinhado, festa animada, muita cocota no salão e eles de fora olhando, pois  o porteiro não deixou eles entrarem. Aí o Nolasco criou uma musiquinha, que tinha um trecho que dizia assim: “Fui numa festa lá no Mestre Julião/ deu meia noite o baile vai começar/  se  é  do Laguinho o porteiro manda entrar/ se é da Favela ele faz voltar”.

O  Araguary  é do tempo que se dava chagão (jogar a bola por um lado do adversário e correr pelo outro e contiuar a jogada – hoje drible da vaca), do avião ( hoje chapéu, lençol), por baixo da saia ( hoje entre as canetas), do xilique (joelhada forte na coxa do oponente e doía uma barbaridade (hoje chamam tostão). O Araguary e seus  integrantes, suas histórias e paródias são lembranças de minha infância feliz viviva no meu querido bairro da Favela.

Publicado em: Esporte Ir para o Post
  • Acredito que o seu Jorge, conhecido como nego Jorge, nosso vizinho de rua Alcinéa, bom também de papagaio, jogou no São José de lateral esquerdo.
    Onde andas Milton Barbosa?

  • No momento em que o país vive um clima de beligerância política e o nosso estado, bom deixa pra lá… nada mais salutar, ler as cronicas do Milton Barbosa, descortinando com beleza, simplicidade e riquezas de detalhes, o cotidiano de um tempo feliz, como diria a música do Ataulfo Alves.

    • AGORA ME FEZ LEMBRAR MILTON SAPIRANGA BARBOSA , EM UMA DE NOSSAS PESCARIAS EM QUE NOSSO CARRO SAIU DA ESTRADA , MILTON SE LEMBROU OS TEMPOS DE SÃO JUSA , OS TEMPOS DE MARABAIXO , OS TEMPOS EM QUE EXISTIA O FAVELÃO EO FAVELINHA , TIME DO QUAL EU ERA O PONTEIRO DIREITO, FICO MUITO FELIZ EM LER CRONICAS DO MILTON BARBOSA, PARABENS ALCINEA.

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