Comentários

  • Nossa! Eu amei estar à boca da noite com pessoas tão sensíveis, falando, cantando, vivendo poesia… Isso é “Boca da Noite”. Já estou mais que preparada para Veiga Cabral, inclusive com um poema recém nascido para o dia das mães que já é domingo. Um beijo a Deusa, a Alcinéia, ao Cleo, ao professor Munhoz, enfim… a essa nova família que ganhei.

  • Que turma boa! Que tarde/noite especial. Muito me orgulha ter parte com voces., muito agradeço que poetas e poesias torçam para que logo possa estar (bem) e de retorno ao grupo.
    Mas, enquanto “descanso” (repouso) carrego pedrinhas como as que juntei abaixo:
    “SAUDAÇÃO À CHUVA.
    César Bernardo de Souza

    Gotas de chuva são lagrimas das nuvens.
    O azul do céu é espelho do mar –
    Imenso espaço prismático de Deus –
    Cúmplice eterno do cálido olhar do sol.
    As nuvens choram do alto: chuvisca aqui, chove acolá!
    Então chuva e vento fazem o mar.
    Um vento que vem de qualquer lugar,
    Balança o rio, assobia e sacode imensidões.
    E vem pra cá, depois da praia.
    Faz poeira, desalinha o firmamento,
    Bravo faz redemoinho, suave se desmancha, alegre canta e rodopia.
    Então, viva a chuva!
    O rio e o mar são ânforas desse pranto.
    Que despenca das nuvens, que escorre no vento,
    Deita-se com a terra e a emprenha de tempo.
    E em seu útero se esconde do sol… e ainda é chuva!
    No entanto, é a água e o calor que acordam a semente da flor.”

    Um abraço a todos/as.

    • Oi Cesar, que lindo poema pariste enquanto repousas! Desejo que logo estejas entre nós, totalmente restabelecido. Além da tarde é para ninar o querido amigo-vizinho. Um abração!!
      ALÉM DA TARDE
      A tarde se vai,
      deixa no espírito criador da vida
      um punhado de sol
      e uma pitada de melancolia.
      Sei que ela não vai embora,
      apenas deita seu dorso
      no peito sagrado do destino inverso.
      Avisto distante, infindáveis rostos,
      indecifráveis melodias,
      mentes abertas e desertas,
      por onde transitam os sonhos.
      Ainda longe vejo uma lagrima
      chorada pela saudade,
      mas além do horizonte
      há quem a transforme em orvalho.
      A tarde tem o sabor de um doce beijo!

  • Sei perfeitamente bem o que estou perdendo mas também sei quanto afeto, oração e votos de pronto restabelecimento recebi da poesia e dos poetas da boca da noite. Muito obrigado!
    Em agradecimento:

    SAUDAÇÃO À CHUVA.
    César Bernardo de Souza

    Gotas de chuva são lagrimas das nuvens.
    O azul do céu é espelho do mar –
    Imenso espaço prismático de Deus –
    Cúmplice eterno do cálido olhar do sol.
    As nuvens choram do alto: chuvisca aqui, chove acolá!
    Então chuva e vento fazem o mar.
    Um vento que vem de qualquer lugar,
    Balança o rio, assobia e sacode imensidões.
    E vem pra cá, depois da praia.
    Faz poeira, desalinha o firmamento,
    Bravo faz redemoinho, suave se desmancha, alegre canta e rodopia.
    Então, viva a chuva!
    O rio e o mar são ânforas desse pranto.
    Que despenca das nuvens, que escorre no vento,
    Deita-se com a terra e a emprenha de tempo.
    E em seu útero se esconde do sol… e ainda é chuva!
    No entanto, é a água e o calor que acordam a semente da flor.

    Daqui uns dias estarei aí.

  • Não tenho habilidade para escrever poemas, crônicas, contos e escritos do gênero, mas sempre fui uma apreciadora de primeira linha dos que têm esse talento, gosto de ler e ouvir belos poemas e tal. E este movimento de poesia na boca da noite é bem oportuno para quem tem o que exibir (belos poemas) e pra quem ama e valoriza poetas de todos os tempos, inclusive os nossos contemporâneos mais experientes e os novatos. Outro aspecto marcante é a forma como o encontro acontece, até mesmo a saudação aos que vão chegando é poética. A dinâmica do encontro é conduzida com sorrisos, gestos performáticos, declamações, um participante vai interagindo com outro, uma coisa linda! Deixo um abraço especial para todos os participantes daquele final de tarde/início de noite especial, com a certeza de que o pequeno Joaquim também ficou embevecido, era só olhar o semblante sereno dele. Parabéns aos idealizadores e apoiadores.

  • PARABÉNS!! A inciativa é muito, muito legal.
    Parabéns Alcinéa pela cobertura. É muito bom ver pela fotografia pessoas, como Você, Cléo, Prof. Munhoz e tantos outros.

    • Meu conspícuo Róbson… não perco a esperança de te ver juntar-se a nós, em nossa city. Traz teus escritos e contribui ainda mais com esta terra que se orgulha de ti.

  • Alcinéa, sempre fico muito feliz de vê o movimento com muitas participações. Imagino como foi muito emocionante.Parabéns para todos aí. Um abraço apertadíssimo ao Cléo, Deusa Ilário e meu querido mestre Munhoz.

    • oi, Rostan. Você faz falta. Tenho certeza que, quando voltares, estarás conosco nessa prazerosa tarefa. Abração!

  • Apesar do vandalismo haver deixado a praça na escuridão, a luz da poesia a iluminou. Parabéns para todos que espalham a poesia pela cidade criando uma nova opção de encontros! Que o bom senso mostre às pessoas que o respeito pelas coisas pessoais ou comuns a todos deve prevalecer. Alcinéa, aqui quase não se vê cercas entre quintais e ninguém pega uma fruta sequer, ou uma flor do quintal do vizinho, nem das praças. Mas tem gente que diz que não devemos comparar Brasil com outros paises. Bobagem! A ciência também trabalha com comparações,inclusive a ciência social. bj

    • Oh, Veneide. Permita responder teu post, com um misto de saudade e esperança, pois lembro dos tempos de Macapá sem muros. A esperança é a de que, como o Brasil copia muita coisa de fora, venha a plagiar a educação dos outros.

  • Estive lá também e vi a beleza do conjunto da obra, quando, sob as bênçãos de Deus, juntaram-se o belo e o possível. Parabéns!

    • Sua presença foi um imenso prazer para nós.
      Na próxima sexta-feira, na Praça Veiga Cabral, contamos com você.
      Abraços

  • À noite, sob as luzes de celulares, prosseguimos com as declamações. A escuridão sumiu, afugentada pela criatividade dos poetas.

  • A poesia…
    Espalha bolinhas de amor por sobre Gaia
    Cria tufões de emoções
    e faz a estrada seguir a cauda de uma estrela
    A poesia…
    Cria perfeição,
    ternura, amores e paixão
    num mundo sem tantos medos.
    A poesia… Gera poesia!

    Foi uma alegria estar com voces em mais uma linda noite, tecendo palavras e soprando ternura sobre a brisa fria da tarde! Nosso rio sorriu mais encantadoramente! Meu carinho a todos/as que fazem da poesia um buquê de emoções. Beijos!

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