Oi Cléo aproveito seu blog para desejar que Deus Abençoe sempre meus queridos primos Orivaldo (Oreco) e Edvaldo Souza (Meré) pela passagem de seus aniversários 28 e 29/05/pp.
Muita saúde, amor e paz que eles merecem.
Oi, querida Cleide. eles são pessoas muito querida na sociedade. Amigos de infância (pois morei no Trem, próximo à vila operária). Deus abençoe e dê vida longa. Grandes poetas, os dois. Valeu pela lembrança!
Oi, Cleide.
Só assim fico sabendo do aniversário desse pessoal. Estive em janeiro em Macapá, mas não deu pra gente se encontrar. Mas o Oreco me levou lá com a Mimi pra dar um abraço nela.
Um abração.
Recordar a um passado tão maravilhoso (por brincar na frente de casa sem a preocupação de ser assaltado…)quanto este, é como fazer uma viagem para as montanhas de gelo do aconcágua. Gostei tanto que não resisti e fui andar de teleferico… e lá lembrei do que vocês me fizeram passar na famosa e inesquicível burrica… sinto saudades…
Nossa! Cléo, a transparência da tua escrita realmente nos faz viajar, sonhar, passear e muito mais…
Parabéns,lembrar de coisas boas é a melhor coisa que pode acontecer,e com certeza do nosso jeito simples tem tanta coisa boa não é Cléo?. Saber fazer dessas lembranças algo capaz de contagiar outros a voltar no tempo é melhor ainda e você está ficando muito bom nisso.
O Sidou se lembra do “tocha” e tinha também o “amasso”. Flagramos o Crescencio escondidinho no fôrro do Grêmio, e com ele uma “pequena”, que quando desceu fizemos a maior gozação. São tempos maravilhosos que jamais voltarão.
Excelente texto! Macapá ainda poderia ser assim, pois a população continua boa, honesta e até certo ponto ingênua. Não sou do tempo das fotonovelas mas as tex são um tesouro. Parabéns!
Parabéns meu amigo, tu és um verdadeiro saudosista, após esta maravilhosa leitura viajei no tempo relembrando também a época em que eu trocava revistas-gibis na frente dos cinemas Macapá e João XXIII. Lembrei-me agora que o nome dos porteiros dos dois cinemas era Seu Pedro, será que era mesmo verdadeiro ou homenagem à São Pedro, o porteiro do Céu? Enquanto trocávamos revistas nossas namoradas guardavam lugares, para quando, no apagar das luzes, a gente entrava pra dar aquele “tocha” nas meninas. E a quando alguém quisesse sentar, a menina dizia “tá ocupado”. Quem tinha esse privilégio era considerado o maioral. Tempos bons…
Um abraço grande Cléo.
Olá, Sidou.
Além do “seu” Pedro, porteiro, havia ainda, o bilheteiro. Um dos bilheteiros que passou por lá foi meu cunhado Píndaro (já falecido), que estudava no IETA e integrou uma banda chamada “Os Gaviões”.
Grande amigo Cléo Araújo, que saudades de o nosso bairro de Jacaré Acanga, heim? O que relatas fêz parte de todo uma geração fantástica quando éramos adolescentes e sem vícios nefastos. Lembras das farras gigantescas de consumo de picolé da sorveteria do seu Winter? E, por aí afora…
Alô, Tadeu. Claro que lembro! Tinha também aquela bola atrás do grêmio, onde o Zico fazia um jornal, à máquina, e falava da irmã do “Maripa”. Tudo ia muito bem, até o dia em que descobriram que fazia o jornal. rssss!
Oi Cléo, belas lembranças, viajei no tempo lendo seu texto. Li muita fotonovela pois minhas tias sempre compravam. Adorava ler gibis, e tenho até hoje mais de 500 exemplares, mas são dos super-heróis (da MARVEL E DC COSMICS) como super-homem, batman, titãs, homem aranha e tantos outros. Gostava muito de ler, também, 007 que era com a Brigith Monfort, a espiã mais bela do mundo. Lembrei das brincadeiras em frente de casa, tudo muito inocente e gostoso. Meu tio Ciro ensinava matemática a semana inteira, pra mim e pro Cléo, e no sábado passava prova onde cada questão tinha um valor em dinheiro. Ele nos pagava o valor das questões acertadas pra podermos ir pro cinema no domingo. Aí, fazíamos a festa, pela manhã: Cine João XXIII e a tarde: Cine Macapá. Lembranças muito felizes. Obrigada. Beijos.
Querida Cristina… belíssimas lembranças. Também guardo, com inestimável carinho, diversas revistas. Ainda hoje compro TEX, sobretudo quando viajo. Gostei muito do método de ensino-aprendizagem do Ciro. Isso rendeu ótimos dividendos. Como está o Ney? Recordo que foi o cortador de volei mais eficiente com quem tive o prazer de jogar. Te esperamos amanhã, na praça da Conceição, ok?
Oi Cléo das reminiscências de nossos tempos, relembro também do poço amazonas de nossa casa que eu e meu mano Paulão tinhamos como tarefa ajudar a mamãe encher um tambor de 200 litros. Eu e meu mano também tinhamos uma prefereência pela revista seleções do reader’s digest onde até hoje eu leio e meus filhos também.
Valeu! vizinho pelas doces lembranças.
Oi, vizinha querida! Do teu quintal lembro bem, pois o Paulo, certa vez, inventou uma “quadra para treinarmos salto em altura. Iam pra lá: eu e meu irmão mais velho, além do Carlos e do Cláudio, sobrinhos do Sapiranga. Belos tempos.
Que belo texto, Cléo. São muitas boas lembranças daquele tempo…Eu lia muito. Todo tipo de revista em quadrinhos. Grande Hotel, Capricho, Luluzinha, Bolinha, Dracula (até hoje não esqueci as varias maneiras de se matar um vampiro,eheh). Adorava uma revista de terror! Ponto p você para a lembrança do Xote do Luis Gonzaga: realmente, meu pai cantava para mim e para a Vanda, minha irma “De manhã cedo, já está pintada. Só vive cochilando, sonhando acordada…. meu irmão Augusto tocava no acordeon e, até hoje eu guardo as partituras do L. Gonzaga e, às vezes, dedilho ao piano (mas isso é raro, rsrs).
E Qto à Kim Novak, uma vez a Vanda cortou os cabelos à la Kim e papai, que era um gozador de primeira começou a chama-la de Kim Novak Preta, ahahahahah! Ela ficava uma fera!
Lembrei também que eu ia com a Nazaré, sobrinha da professora Carmelita do Carmo e filha da Professora Creuza, comprar mais barato algumas revistas e a Seleções no Cofre do Patinhas. A maioria das revistas ja sem capa eram vendidas mais barato. Eu me esbaldava depois lendo, na minha rede! Quando meu pai chegava em casa, eu escondia as telenovelas, ahahah. abção Cléo e muito, mas muito obrigada mesmo por essas lembranças.
Oi, Veneide! A net nos proporciona transitar por vários lugares, ao mesmo tempo, como previu Arquimedes, de Siracusa. Fico feliz em saber que as lembranças também são tuas. Oh, tempo maravilhoso!
Oi, Cléo.
Um mergulho muito gostoso nas memórias adormecidas.
Bem lembrada a puxada de água de poço. Lembro que quando nos mudamos do Trem para a Favela, lá na Presidente Vargas, meu pai cavou um poço e eu fui seu ajudante. O sarilho usado na época da escavação ficou e só deixou de ser usado quando meu pai colocou uma bomba. Mas enquanto durou foi muito exercício. Quanto ao cinto, nem fale.
Dos livros, guardo mais lembrança de uma gramática, dos livros de História do Borges Hermida e do Cours de Français, dos professores Fernando e Lauro Chaves.
As revistas foram excelentes instrumentos de aprendizado de leitura. Das revistas em quadrinhos, lembro bem de todas essas que você citou. Apesar de gostar muito dos gibis, a mais marcante foi uma chamada “Edições Maravilhosas”, da EBAL. Minha iniciação na literatura universal começou por aí, pois ela apresentava, em quadrinhos, muitos dos romances hoje mundialmente famosos, como “O Conde de Monte Cristo”.
Você comentou as revistas de fotonovelas. Essas também lí um bocado, porque também minhas irmãs também liam. Ou seja, em casa se lia de tudo que aparecesse, inclusive a “Voz Católica” (lembra?).
Mas, uma revista de sempre lembro era a de um mergulhador chamado Risko. Uma dessas, o padre Vitório tomou de minha mão e rasgou, chamando-a de “indecente”. Só porque na capa o Risko estava acompanhado da namorada dele, embaixo dagua, com um arpão na mão, e ela estava de biquíni. essa cena foi no antigo barracão de madeira (alguns ainda lembram), ao lado da Igreja da Conceição (à esquerda), onde funcionou o Cine Paroquial
(mais tarde foi construído o definitivo, na esquina da Feliciano Coelho com a Jovino Dinoá; mais tarde virou supermercado, depois uma repartição pública, e hoje não sei o que é).
Bom texto, amigo.
Um abraço.
Mestre Aloísio… é sempre um prazer indizível receber teus comentários. Completam o que a crônica diz, revelando um universo maior ainda. Incrível a atitude dos adultos em relação às crianças: nunca passava pela nossa cabeça a “maturidade” deles, muito menos a malícia. Muitas revistas e livros foram tirados dos alunos, por conta disso. Ah, escrevi um livro de poemas. Gostaria do teu endereço, para te remeter um exemplar (manda pelo email: cleofaraujo@hotmail.com ou cleofaraujo@gmail.com). Brigadão, e um abraço.
Oi, Mestre Aloísio. o comentário que saiu com o nome da Mara… receba como do seu eterno discípulo. Ah, quero saber quando o teu livro sairá. Tenho certeza que até Herodoto brindará pela contribuição que darás à História. Abração!
Prezado Cleo,
Me dá satisfação em saber que como voce o Cantuária também migrou de outro bairro para o querido bairro da Favela, não que os outros não tenham seus valores e significados, é que a Favela tem um it….
Relendo sua crônica e acessando ao filme que ela representa, lembrei dos livros do Monteiro Lobato que nos acompanhou por todo o primário até chegarmos ao de admissão ao ginásio, As aventuras de Pedrinho, Pedrinho e Seus amigos, etc. Quem gostava de esportes também colecionava
a Revista dos Esportes, a RE, antecessora da atual Placard, cujas o Sapiranga tinha a coleção completa.
Trabalhei vendendo revistas na Livraria Zola, aos sábados tinha limpeza e arrumação no depósito, quando nos era dada a liberdade de ler várias revistas das citadas, mas somente as que estivessem sem capa.
Oi, Cléo.
O livro está ainda no estágio da pesquisa, por se tratar de tema do meu TCC na Ufpa, a ser apresentado no final do ano. No ano que vem tentarei publicá-lo.
Oi, Mara.
Agradeço, de antemão, pela deferência. Pode enviar para o aloisiocantuaria@gmail.com.
O nosso complemento nos complementos devem-se à semelhança de vivência na nossa Macapá de outros tempos.
Quanto aos cuidados dos adultos (nossos pais), muitas vezes excessivos, precisamos considerar sobre seus comportamentos como reflexos da educação rigorosa que receberam de nossos avós e bisavós. Lembrando o amigo Sapiranga, muitas vezes os corretivos tinham lá suas razões, mas nem por isso não deixamos de respeitá-los e amá-los.
Um abraço.
Oi Cléo, amo suas crônicas, lembrei também de uns livros de bolso com histórias de faroeste. Que tempo bom, nesta época desenvolvemos o prazer em ler e viajar com a imaginação. Nosso desafio hoje é ajudar nossos filhos a gostarem da boa leitura. Beijos.
Essa é a era de ouro dos quadrinhos (palavras de um quase especialista, hihihi), onde muitos personagens importantes foram criados, e que permeiam o imaginário popular até hoje.
Você me fez voltar ao passado. Lembro de quando era bem pequena, havia um senhor, chamado “Sansinho”, que puxava água para o pessoal da redondeza, por alguns trocados, no poço da dona Carminda, que morava na Rua Tiradentes, esquina com a Av. Antonio Coelho de Carvalho. A água era armazenada em um tambor grande, e tinha que ser regrada. Quanto às brincadeira, além das que você citou, eu e minhas amigas da vizinhança, quando já éramos adolescentes, gostávamos de brincar de “boca do forno”, para irmos dar um beijinho no rapaz mais bonito da rua. Quem não ia, tinha que apanhar “bolo”. Ninguém via maldade naquelas brincadeiras, era tudo muito divertido. Bons tempos aqueles em que podíamos brincar nas ruas, sem medo da violência que hoje impera.
Sonho que ainda é possível fazermos tudo isso. Basta que cada um cumpra seu papel, onde as autoridades exerçam seu papel e o povo do bem possa andar livremente.
Eu era menos afortunado vendia bombons em frente ao cine macapá, tempo da mente estraminte, bombons de frutas e do famoso bombons de leite que era o preferido pelas meninas.
Olá, Jaime. Tens razão quanto à revista que citas. Porém cada garoto tinha seu elenco de revistas, onde algumas coincidiam. Belas lembranças dos bonbons.
Olá Léo faltou o revista masculina preferida para troca em frente ao cine macapá e joão XXIII “TOP SECRETO”.
Além da livraria martins tinha também a AGENCIA ZOLA do seu Francisco Leite
A minha preferida era Tex Willer, que trocávamos antes da matinê do Cine Orange. Só após a troca eu me dava conta de qua havia sido passado para trás, mas nunca aprendia. Eu nunca tive a malícia dos verdadeiros negociantes.
Olá Leo eu era menos afortnado que vocês, eu vendia menta estramint, bombons de frutas e o famoso bombons de leite que era o preferido das meninas.
Também faltou na sua coleção o revista TOP SECRETO, mancha negra, professor pardal e seu amigo lampadinha.
Além da livraria martins tinha outra que era a AGENCIA ZOLA do seu Francisco Leite.
Tinha o Cofre do patinhas tb, lembra? Ficava situado na esquina da Mendonça Furtado com a Odilardo Silva e era comandada pelo Sr. Zacarias, pai do seu Francisco leite.
Parabens! pelas recordações, passamos por tudo isso! diante de todas as dificuldades, vencemos. Hoje a maioria são homens e mulheres felizes com suas maravilhosas lembranças …..
Que beleza Cléo,parabéns pela volta ao passado e pela fiel descrição, como todos dessa época eu tinha verdadeira fixação pela bela atriz Kim Novak, que ainda vive.
Smigo Ruy, se vc gostava da Kim Novak, imagino que deve ter assistido o filme “O grande roubo de banco”, que eu assisti uma 10 vezes, 100 exagero. Lembra dela, nua, sobre o cavalo?
Que crônica maravilhosa. Terminei a leitura e depois de alguns minutos, me dei conta que eu havia parado no tempo pra ficar curtindo recordações…Parabéns, muito bem escrito e emocionante!
Valeu Cléo. Lembro bem das minhas irmãs lendo essas revistas. Eu também dava uma olhadinha. Eu tinha coleção da revista TEX. Boa lembrança da Livraria Martins, onde vendia os livretos da literatura de cordel.Grande abraço.
Fale Pai, com certezo recordo-me quando o senhor ia para os sebos e se deliciava com as revistas da sua época.
Oi Cléo aproveito seu blog para desejar que Deus Abençoe sempre meus queridos primos Orivaldo (Oreco) e Edvaldo Souza (Meré) pela passagem de seus aniversários 28 e 29/05/pp.
Muita saúde, amor e paz que eles merecem.
Oi, querida Cleide. eles são pessoas muito querida na sociedade. Amigos de infância (pois morei no Trem, próximo à vila operária). Deus abençoe e dê vida longa. Grandes poetas, os dois. Valeu pela lembrança!
Oi, Cleide.
Só assim fico sabendo do aniversário desse pessoal. Estive em janeiro em Macapá, mas não deu pra gente se encontrar. Mas o Oreco me levou lá com a Mimi pra dar um abraço nela.
Um abração.
Recordar a um passado tão maravilhoso (por brincar na frente de casa sem a preocupação de ser assaltado…)quanto este, é como fazer uma viagem para as montanhas de gelo do aconcágua. Gostei tanto que não resisti e fui andar de teleferico… e lá lembrei do que vocês me fizeram passar na famosa e inesquicível burrica… sinto saudades…
Nossa! Cléo, a transparência da tua escrita realmente nos faz viajar, sonhar, passear e muito mais…
A burrica é um caso a parte. Merece escrita especial. Obrigado pela deixa.
Parabéns,lembrar de coisas boas é a melhor coisa que pode acontecer,e com certeza do nosso jeito simples tem tanta coisa boa não é Cléo?. Saber fazer dessas lembranças algo capaz de contagiar outros a voltar no tempo é melhor ainda e você está ficando muito bom nisso.
Tento relatar verdades compartilhadas com a família e amigos. Que bom que vc gostou.
O Sidou se lembra do “tocha” e tinha também o “amasso”. Flagramos o Crescencio escondidinho no fôrro do Grêmio, e com ele uma “pequena”, que quando desceu fizemos a maior gozação. São tempos maravilhosos que jamais voltarão.
Verdade, Tadeu. Daquele “enlace”, nasceu a gremiliana, filha do casal.
O fruto daquele romance, chama-se “gremiliano” (porque foi feito no grêmio), um moleque que foi concebido naquela noite.
Excelente texto! Macapá ainda poderia ser assim, pois a população continua boa, honesta e até certo ponto ingênua. Não sou do tempo das fotonovelas mas as tex são um tesouro. Parabéns!
Parabéns meu amigo, tu és um verdadeiro saudosista, após esta maravilhosa leitura viajei no tempo relembrando também a época em que eu trocava revistas-gibis na frente dos cinemas Macapá e João XXIII. Lembrei-me agora que o nome dos porteiros dos dois cinemas era Seu Pedro, será que era mesmo verdadeiro ou homenagem à São Pedro, o porteiro do Céu? Enquanto trocávamos revistas nossas namoradas guardavam lugares, para quando, no apagar das luzes, a gente entrava pra dar aquele “tocha” nas meninas. E a quando alguém quisesse sentar, a menina dizia “tá ocupado”. Quem tinha esse privilégio era considerado o maioral. Tempos bons…
Um abraço grande Cléo.
Oi, Sidú. Não lembro o nome dos porteiros. Mas há fundamento no que dizes. Não sou do tempo do “tocha” (rsss), mas creio que era asssim como relatas.
Ja sei, Cléo! Deves ser do tempo do esbrega, não? ahahah
Oh, Veneide: fazia tempo que eu não via o “esbrega”.
Um abraço.
Olá, Sidou.
Além do “seu” Pedro, porteiro, havia ainda, o bilheteiro. Um dos bilheteiros que passou por lá foi meu cunhado Píndaro (já falecido), que estudava no IETA e integrou uma banda chamada “Os Gaviões”.
Obrigado, Mestre Aloísio. Sempre em dia com as informações. Agora lembrei que o porteiro do Cine Macapá se chamava realmente Pedro.
Grande amigo Cléo Araújo, que saudades de o nosso bairro de Jacaré Acanga, heim? O que relatas fêz parte de todo uma geração fantástica quando éramos adolescentes e sem vícios nefastos. Lembras das farras gigantescas de consumo de picolé da sorveteria do seu Winter? E, por aí afora…
Alô, Tadeu. Claro que lembro! Tinha também aquela bola atrás do grêmio, onde o Zico fazia um jornal, à máquina, e falava da irmã do “Maripa”. Tudo ia muito bem, até o dia em que descobriram que fazia o jornal. rssss!
Oi Cléo, belas lembranças, viajei no tempo lendo seu texto. Li muita fotonovela pois minhas tias sempre compravam. Adorava ler gibis, e tenho até hoje mais de 500 exemplares, mas são dos super-heróis (da MARVEL E DC COSMICS) como super-homem, batman, titãs, homem aranha e tantos outros. Gostava muito de ler, também, 007 que era com a Brigith Monfort, a espiã mais bela do mundo. Lembrei das brincadeiras em frente de casa, tudo muito inocente e gostoso. Meu tio Ciro ensinava matemática a semana inteira, pra mim e pro Cléo, e no sábado passava prova onde cada questão tinha um valor em dinheiro. Ele nos pagava o valor das questões acertadas pra podermos ir pro cinema no domingo. Aí, fazíamos a festa, pela manhã: Cine João XXIII e a tarde: Cine Macapá. Lembranças muito felizes. Obrigada. Beijos.
Querida Cristina… belíssimas lembranças. Também guardo, com inestimável carinho, diversas revistas. Ainda hoje compro TEX, sobretudo quando viajo. Gostei muito do método de ensino-aprendizagem do Ciro. Isso rendeu ótimos dividendos. Como está o Ney? Recordo que foi o cortador de volei mais eficiente com quem tive o prazer de jogar. Te esperamos amanhã, na praça da Conceição, ok?
Oi Cléo das reminiscências de nossos tempos, relembro também do poço amazonas de nossa casa que eu e meu mano Paulão tinhamos como tarefa ajudar a mamãe encher um tambor de 200 litros. Eu e meu mano também tinhamos uma prefereência pela revista seleções do reader’s digest onde até hoje eu leio e meus filhos também.
Valeu! vizinho pelas doces lembranças.
Oi, vizinha querida! Do teu quintal lembro bem, pois o Paulo, certa vez, inventou uma “quadra para treinarmos salto em altura. Iam pra lá: eu e meu irmão mais velho, além do Carlos e do Cláudio, sobrinhos do Sapiranga. Belos tempos.
Que belo texto, Cléo. São muitas boas lembranças daquele tempo…Eu lia muito. Todo tipo de revista em quadrinhos. Grande Hotel, Capricho, Luluzinha, Bolinha, Dracula (até hoje não esqueci as varias maneiras de se matar um vampiro,eheh). Adorava uma revista de terror! Ponto p você para a lembrança do Xote do Luis Gonzaga: realmente, meu pai cantava para mim e para a Vanda, minha irma “De manhã cedo, já está pintada. Só vive cochilando, sonhando acordada…. meu irmão Augusto tocava no acordeon e, até hoje eu guardo as partituras do L. Gonzaga e, às vezes, dedilho ao piano (mas isso é raro, rsrs).
E Qto à Kim Novak, uma vez a Vanda cortou os cabelos à la Kim e papai, que era um gozador de primeira começou a chama-la de Kim Novak Preta, ahahahahah! Ela ficava uma fera!
Lembrei também que eu ia com a Nazaré, sobrinha da professora Carmelita do Carmo e filha da Professora Creuza, comprar mais barato algumas revistas e a Seleções no Cofre do Patinhas. A maioria das revistas ja sem capa eram vendidas mais barato. Eu me esbaldava depois lendo, na minha rede! Quando meu pai chegava em casa, eu escondia as telenovelas, ahahah. abção Cléo e muito, mas muito obrigada mesmo por essas lembranças.
Oi, Veneide! A net nos proporciona transitar por vários lugares, ao mesmo tempo, como previu Arquimedes, de Siracusa. Fico feliz em saber que as lembranças também são tuas. Oh, tempo maravilhoso!
Parabéns Cléo! lendo sua crônica, que é tão verdadeira, deu vontade de fazer parte desse universo maravilhoso.
Oi, querida. Brigadão. A imaginação possibilita esses sonhos. É só fechar os olhos e mandar ver!
Oi, Cléo.
Um mergulho muito gostoso nas memórias adormecidas.
Bem lembrada a puxada de água de poço. Lembro que quando nos mudamos do Trem para a Favela, lá na Presidente Vargas, meu pai cavou um poço e eu fui seu ajudante. O sarilho usado na época da escavação ficou e só deixou de ser usado quando meu pai colocou uma bomba. Mas enquanto durou foi muito exercício. Quanto ao cinto, nem fale.
Dos livros, guardo mais lembrança de uma gramática, dos livros de História do Borges Hermida e do Cours de Français, dos professores Fernando e Lauro Chaves.
As revistas foram excelentes instrumentos de aprendizado de leitura. Das revistas em quadrinhos, lembro bem de todas essas que você citou. Apesar de gostar muito dos gibis, a mais marcante foi uma chamada “Edições Maravilhosas”, da EBAL. Minha iniciação na literatura universal começou por aí, pois ela apresentava, em quadrinhos, muitos dos romances hoje mundialmente famosos, como “O Conde de Monte Cristo”.
Você comentou as revistas de fotonovelas. Essas também lí um bocado, porque também minhas irmãs também liam. Ou seja, em casa se lia de tudo que aparecesse, inclusive a “Voz Católica” (lembra?).
Mas, uma revista de sempre lembro era a de um mergulhador chamado Risko. Uma dessas, o padre Vitório tomou de minha mão e rasgou, chamando-a de “indecente”. Só porque na capa o Risko estava acompanhado da namorada dele, embaixo dagua, com um arpão na mão, e ela estava de biquíni. essa cena foi no antigo barracão de madeira (alguns ainda lembram), ao lado da Igreja da Conceição (à esquerda), onde funcionou o Cine Paroquial
(mais tarde foi construído o definitivo, na esquina da Feliciano Coelho com a Jovino Dinoá; mais tarde virou supermercado, depois uma repartição pública, e hoje não sei o que é).
Bom texto, amigo.
Um abraço.
Mestre Aloísio… é sempre um prazer indizível receber teus comentários. Completam o que a crônica diz, revelando um universo maior ainda. Incrível a atitude dos adultos em relação às crianças: nunca passava pela nossa cabeça a “maturidade” deles, muito menos a malícia. Muitas revistas e livros foram tirados dos alunos, por conta disso. Ah, escrevi um livro de poemas. Gostaria do teu endereço, para te remeter um exemplar (manda pelo email: cleofaraujo@hotmail.com ou cleofaraujo@gmail.com). Brigadão, e um abraço.
Oi, Mestre Aloísio. o comentário que saiu com o nome da Mara… receba como do seu eterno discípulo. Ah, quero saber quando o teu livro sairá. Tenho certeza que até Herodoto brindará pela contribuição que darás à História. Abração!
Prezado Cleo,
Me dá satisfação em saber que como voce o Cantuária também migrou de outro bairro para o querido bairro da Favela, não que os outros não tenham seus valores e significados, é que a Favela tem um it….
Relendo sua crônica e acessando ao filme que ela representa, lembrei dos livros do Monteiro Lobato que nos acompanhou por todo o primário até chegarmos ao de admissão ao ginásio, As aventuras de Pedrinho, Pedrinho e Seus amigos, etc. Quem gostava de esportes também colecionava
a Revista dos Esportes, a RE, antecessora da atual Placard, cujas o Sapiranga tinha a coleção completa.
Trabalhei vendendo revistas na Livraria Zola, aos sábados tinha limpeza e arrumação no depósito, quando nos era dada a liberdade de ler várias revistas das citadas, mas somente as que estivessem sem capa.
Oi, Cléo.
O livro está ainda no estágio da pesquisa, por se tratar de tema do meu TCC na Ufpa, a ser apresentado no final do ano. No ano que vem tentarei publicá-lo.
Oi, Mara.
Agradeço, de antemão, pela deferência. Pode enviar para o aloisiocantuaria@gmail.com.
O nosso complemento nos complementos devem-se à semelhança de vivência na nossa Macapá de outros tempos.
Quanto aos cuidados dos adultos (nossos pais), muitas vezes excessivos, precisamos considerar sobre seus comportamentos como reflexos da educação rigorosa que receberam de nossos avós e bisavós. Lembrando o amigo Sapiranga, muitas vezes os corretivos tinham lá suas razões, mas nem por isso não deixamos de respeitá-los e amá-los.
Um abraço.
Oi, Mara, uma correção:
Nosso complemento nos comentários.
Um abraço.
Oi Cléo, amo suas crônicas, lembrei também de uns livros de bolso com histórias de faroeste. Que tempo bom, nesta época desenvolvemos o prazer em ler e viajar com a imaginação. Nosso desafio hoje é ajudar nossos filhos a gostarem da boa leitura. Beijos.
Perfeito, Fernanda. Dentre os mais lidos: “Gisele, a espiã nua que abalou Paris” e todos do Marcial Lafuente Stefania (faroeste).
Além de gostar dessas revistas eu adorava brincar de CASINHA.
Ehhh, não me comprometa (rssss!).
Essa é a era de ouro dos quadrinhos (palavras de um quase especialista, hihihi), onde muitos personagens importantes foram criados, e que permeiam o imaginário popular até hoje.
Você me fez voltar ao passado. Lembro de quando era bem pequena, havia um senhor, chamado “Sansinho”, que puxava água para o pessoal da redondeza, por alguns trocados, no poço da dona Carminda, que morava na Rua Tiradentes, esquina com a Av. Antonio Coelho de Carvalho. A água era armazenada em um tambor grande, e tinha que ser regrada. Quanto às brincadeira, além das que você citou, eu e minhas amigas da vizinhança, quando já éramos adolescentes, gostávamos de brincar de “boca do forno”, para irmos dar um beijinho no rapaz mais bonito da rua. Quem não ia, tinha que apanhar “bolo”. Ninguém via maldade naquelas brincadeiras, era tudo muito divertido. Bons tempos aqueles em que podíamos brincar nas ruas, sem medo da violência que hoje impera.
Sonho que ainda é possível fazermos tudo isso. Basta que cada um cumpra seu papel, onde as autoridades exerçam seu papel e o povo do bem possa andar livremente.
Eu era menos afortunado vendia bombons em frente ao cine macapá, tempo da mente estraminte, bombons de frutas e do famoso bombons de leite que era o preferido pelas meninas.
Olá, Jaime. Tens razão quanto à revista que citas. Porém cada garoto tinha seu elenco de revistas, onde algumas coincidiam. Belas lembranças dos bonbons.
Olá Léo faltou o revista masculina preferida para troca em frente ao cine macapá e joão XXIII “TOP SECRETO”.
Além da livraria martins tinha também a AGENCIA ZOLA do seu Francisco Leite
A minha preferida era Tex Willer, que trocávamos antes da matinê do Cine Orange. Só após a troca eu me dava conta de qua havia sido passado para trás, mas nunca aprendia. Eu nunca tive a malícia dos verdadeiros negociantes.
É porque a Macapá daquele tempo era ingênua, certo?
Olá Leo eu era menos afortnado que vocês, eu vendia menta estramint, bombons de frutas e o famoso bombons de leite que era o preferido das meninas.
Também faltou na sua coleção o revista TOP SECRETO, mancha negra, professor pardal e seu amigo lampadinha.
Além da livraria martins tinha outra que era a AGENCIA ZOLA do seu Francisco Leite.
Tinha o Cofre do patinhas tb, lembra? Ficava situado na esquina da Mendonça Furtado com a Odilardo Silva e era comandada pelo Sr. Zacarias, pai do seu Francisco leite.
Olá Leo falrou o top secreto.
Parabens! pelas recordações, passamos por tudo isso! diante de todas as dificuldades, vencemos. Hoje a maioria são homens e mulheres felizes com suas maravilhosas lembranças …..
Não sou do tempo da fotonovela, mas devia ser bem legal^^
Que beleza Cléo,parabéns pela volta ao passado e pela fiel descrição, como todos dessa época eu tinha verdadeira fixação pela bela atriz Kim Novak, que ainda vive.
Oi, amigo Ruy. A Michela Roc, também e ainda trabalha. Sabias que ela fez uma ponta no filme “Cleópatra”, com a Liz Tailor?
Smigo Ruy, se vc gostava da Kim Novak, imagino que deve ter assistido o filme “O grande roubo de banco”, que eu assisti uma 10 vezes, 100 exagero. Lembra dela, nua, sobre o cavalo?
Eita! Essa os rapazes não poderiam esquecer mesmo, hem! Continuo na leitura…
Excelente crônica! É sempre bom relembrar fatos que além de nos fazerem lembrar do que éramos nos fazem refletir acerca do que nos tornamos.
Obrigado pela deixa. Também tento ser melhor. A vida é um constante aprender.
Que crônica maravilhosa. Terminei a leitura e depois de alguns minutos, me dei conta que eu havia parado no tempo pra ficar curtindo recordações…Parabéns, muito bem escrito e emocionante!
Quando escrevi, também. Na verdade, por ter tido uma infância super feliz, sempre me vejo lembrando daquele tempo. Não com saudade, mas com alegria.
Valeu Cléo. Lembro bem das minhas irmãs lendo essas revistas. Eu também dava uma olhadinha. Eu tinha coleção da revista TEX. Boa lembrança da Livraria Martins, onde vendia os livretos da literatura de cordel.Grande abraço.
Ainda hoje tenho várias revistas TEX e da Editora Ebal (Zorro, Fantasma,Cavaleiro Negro, etc).