Alcinéa Cavalcante

Comentários

  1. jose roberto dos santos disse:

    gostaria de saber de quem é a musica?? “Deixa a folha do tipi cair, deixa a folha do tipi cair, deixa a folha do tipi cair, que eu faço um chá pra você dormir”.

  2. Antonio Hilberto Soares Souza disse:

    Antonio Hilberto
    Olá Cléo
    Faço parte de sua história e tudo que você sita no seu comentaria foi real amigo vencedor me orgulho de você.
    Um abraço
    Beto

  3. Carolina Trindade disse:

    Olá, alguém sabe informar o cantor e o nome da musica “Deixa a folha do tipi cair, deixa a folha do tipi cair, deixa a folha do tipi cair, que eu faço um chá pra você dormir” que foi citada na crônica? Desde já muito obrigada!

  4. Ballarini disse:

    Bom texto que reflete bem o drama dos estudantes amapaenses em terras outras. Talves se não houvesse tantas dificuldades, não daria o real valor ao esforço em estudar fora do Amapá.

    • cleo araujo disse:

      Poucos foram os jubilados. O amapaense sempre deu show lá fora. Nossos professores (Edésio, Bento, Aldeobaldo, Benevides, Munhós e outros tantos sempre nos passaram os melhores ensinamentos).

  5. Flavia Adriane disse:

    Gostei muito da cronica.
    Ela tem um certo humor e esta certo: Não há nada melhor que passar as férias em Macapá^;^

    • cleo araujo disse:

      É verdade! Além disso, uma combinação de fatores nos leva a sentir saudade: o feijão da mamãe, os banhos e os amigos. Valeu! Espero que você também mande sua crônicas pra Alcinéa. Você escreve muito bem.

  6. Antenor Lins disse:

    Quando morava aí no Amapá tinha dois colegas de trabalho que quando estudantes em Belém para não fugir da regra, moravam em república e viviam numa pindaíba toda.
    E toda quinta ou sexta feira não sei um grupo de umbandistas iam fazer um despacho no cruzamento da rua onde ficava a república dêles, e eles ficavam olhando atraz da fechadura quando o ritual terminava e iam embora e deixavam lá o banquete para os orixás aí eles abriam a porta e saiam em desembalada carreira e apanhava a galinha assada e as pingas e às vezes até velas que era pra usar quando faltasse energia elétrica.
    A coisa tinha virado rotina que os despachantes ficaram algumas vezes de campana que era para ver se pegava algum surrupiador de despacho.
    Situação cômica heim?

  7. Ilka disse:

    Bom dia Cléo,sua crônica é o retrato da realidade vivida pelos estudantes em Belém e outros estados do Brasil, um

    • cleo araujo disse:

      É verdade, Ilka. Até hoje, salvo alguns casos, sair de Macapá não é fácil. O que mais sentimos falta é o modo de vida que temos (visitar os amigos,jogar conversa fora até tarde) e as comidas que gostamos. Abração.

  8. AlvaroDuarte disse:

    Olá Cleo, é um prazer.
    Gostei muito. Passei por tudo isso nas decadas de 70 e 80 quando estudei em Belém.
    As vezes fico refletindo, será que passei mesmo? e que hoje etou em Sao Paulo passando a quase que a mesma situação, sem dinheiro, morando em republica e com muitas contas por pagar. Me considero um eterno estudante. Atualmente estou fazendo doutorado e com muita vontade de voltar logo. Saudades do meu lugar.
    Abs,
    alvaro
    Abs,
    Alvaro

    • cleo araujo disse:

      Caro Álvaro, a vida nos reserva alguns momentos como esse. Tenho duas irmãs e uma cunhada que estão fora do país, buscando o mesmo título que vc. É uma barra. Mas sei que vale a pena. Sucesso e que Deus te proteja.

  9. cleo araujo disse:

    Ôps! Nas respostas com o nome da Mara (aos amigos Aloísio, Ruy e Cristina), entendam-se como meus. Obrigado!

  10. mara cristina disse:

    Parece que naquele tempo a dificuldade fez com que muitos dessem mais valor no que tem hoje. Parabéns amigo por mais uma maravilha!

    • Aloisio Cantuaria disse:

      Olá, Mara.
      Concordo com você. As dificuldades pelas quais passamos (ontem e hoje, e não são só materiais) facilitam a valorização do que temos, inclusive a tomar decisões com equilíbrio.
      Um abraço.

    • mara cristina disse:

      Oi, Mara! Saímos daqui, em busca de um futuro melhor. Pra mim, foi só o tempo de conseguir a graduação, pois o feijão da mamãe falava mais alto. Aí, entre choros e alegrias, voltei pra cá numa chuvosa manhã de julho. fiz questão de ir pra casa, a pé, sob a chuva> A cada passo, sentia como a chuva lavava minhas mágoas e renovava minhas esperanças. Beijão do fã.

  11. Ruy Maia disse:

    Olá Cléo,
    A mensagem, como sempre, vem atingir em cheio a todos que viveram estes momentos dificeis de república. Não morei em república pois tínhamos casa em Belém, porém, visitava várias delas, inclusive uma que tinha na Vila Farah ( na década de 70 ), constituida de estudantes Amapaenses e Maranhenses, às vêzes o almoço eram 4 ovos fritos e um litro de farinha, mas a peteca não caía, a maioria se formou, seja pela Escola Técnica, muito procurada, em Macapá não tinha cursos de Edificações, Eletrotécnica, Agrimensura ou Estradas e iam buscar na morena Belém, o mesmo acontecia com o nível superior. Hoje está mais fácil, já não é necessário se aventurar no Araguarí, Itaguarí ou avião da FAB, tem faculdade para todos os gostos e condições em todos os lugares. Tenho certeza que sua crônica trouxe grandes recordações a grande parte dos Amapaenses que hoje ajudam a desenvolver o Amapá, que labutaram e hoje são exemplos a serem seguidos por muitos por seu denodo e persistência na busca de um ideal.
    Sds,

    • mara cristina disse:

      Grande Maestro Ruy… também és desse tempo. Você, que bem regeu a orquestra do nosso Juventus, também venceu lá fora e empresta o teu talento ao Brasil, na área que muito bem dominas. Estes parcos escritos também são uma homenagem a gente igual a você: talentoso e honesto. Juventus sempre!

  12. Cristina Tavares disse:

    Oi Cléo, lindo teu texto… alguns da minha família passaram exatamente por isso. Eu tive que esperar a UNIFAP…

  13. Fernanda disse:

    Cléo da memória fotográfica, bela crônica, a turma que estudou em Belém deve ter recordado dos bone e maus momentos com uma saudade gostosa. Beijos.

    • cleo araujo disse:

      Oi, Fernanda Le Clér (A Deusa da costura). Volta logo, pois você é insubstituível no Movimento. Obrigadão pela participação. Bjos.

  14. Pedro Mauro disse:

    ah!lembra do Isidoro Pia-pau,funcionário do Basa? nosso camarada(tucuju da gema)que dava a dica do dia que iam pagar a bolsa.Era sair do Basa e atravessar pro bar do parque bem na esquina e se sobrasse algum troco uma voltinha lá no CHUÁ kkkkkkk.um abraço

  15. Pedro Mauro disse:

    Caro amigo Cléo,q saudades desses tempos,ainda hoje mantenho o hábito alimentar mais comum e possivel do nosso tempo de republicano em Belém, o famoso S.O.S,HEHEHE. Um abração

    • cleo araujo disse:

      É Mauro. Tempos maravilhosos. E pensar que um dia sentiríamos saudade disso tudo, né? Fedido, mas divertido. É como disse Luiz Ayrão: “Hoje a barriga burguesa chora de saudade”.

  16. Aloisio Cantuaria disse:

    Amigo Cléo,
    Parece que você pegou a mania do amigo Sapiranga: fica fazendo essas crônicas, e a gente começa a remexer nas memórias, relembrando aqueles tempos em não havia curso superior em Macapá, e muita gente tinha que se mandar. E nessa revoada, muitos retornaram e outros permaneceram na diáspora. Mas sem esquecer das origens.
    Pois é, lá se vão 35 anos, e muita água passou por debaixo da ponte.
    E as lembranças de muito estudo, de luta, de dificuldades, perseverança. A bolsa de Macapá geralmente só saía no meio do ano. Mesmo mixuruca, era aquela festa. Uns saíam do Basa e iam direto pro Biriba Bar (pra quem mora e pra quem morou em Belém, ali na confluência da Rua 1º de Março com Carlos Gomes); esses eram os otimistas. Outros, os realistas, pegavam outro caminho: pra casa, que havia contas a pagar.
    O crédito educativo era outra fonte que não era macaco gordo, mas quebrava o galho. E bota galho nisso. E quando o dinheiro escasseava? Bom, aí a turma começava a arribar e fazer visitas na hora do almoço.
    Hoje, a república ficou pra trás, mas representou muito, principalmente pra quem não tinha onde ficar, e foi também uma forma de aprendizado de convivência.
    Vou parando por aqui, senão acaba saindo outra crônica.
    Um abraço, amigo.
    Aloisio
    P.S. Tô chegando no início de agosto.

    • mara cristina disse:

      Mestre Aloísio… vc também é daqueles que fizeram essa viagem. Graças a Deus que conseguimos nos formar e ajudar os demais parentes. Tempos difíceis, mas maravilhosos pelos resultados conquistados. Ao chegares aqui, vamos marcar aquele almoço, ok? Abração!

  17. ROQUE disse:

    Um pouco de covardia, um pouco de necessidade, não sei, me impediram de estudar em Belém. No entanto, conheço muitas pessoas que lá passaram a pão e água nas repúblicas (às vezes, um ovo cozido era o almoço) e hoje ocupam altos cargos profissionais. Essas pessoas sofreram, mas garanto que sentem saudades do tempo das vacas magras.
    Eu também gostaria de ter vivido esta experiência.

    • cleo araujo disse:

      Amigo Roque, não creio que seja covardia. Vou mais pelo lado da dificuldade em se deslocar pra fora de Macapá, pois era muito difícil. Conheço gente que até chegou a passar no vestibular da UFPª, mas não teve como se sustentar em Belém.

    • Aloisio Cantuaria disse:

      Prezado Roque,
      Não nos conhecemos, mas permita dizer-lhe algumas palavras.
      Concordo com o Cléo quando ao que você chama de covardia. Na vida, somos forçados, muitas vezes, a fazer escolhas, conforme as circunstâncias. Existem coisas que escapam ao nosso controle, por mais que tentemos mudar. Aí, temos que fazer como diziam o Chico (“mas, eis que chega a roda vida…”) e o Zeca Pagodinho (“Deixa a vida me levar…”).
      Você diz que não teve essa experiência, mas teve outras, que também lhe enriqueceram como ser humano.
      Um abraço.

      • ROQUE disse:

        É verdade. Não fiz Medicina na UPFA, mas fiz Letras no Núcleo da UFPA, em Macapá.
        Meu pai faleceu exatamente no ano em que concluí o 2º grau e fui obrigado a “me virar” para ajudar no sustento da casa. Hoje não sou médico, como era meu sonho, mas não tenho do que reclamar da minha vida profissional.

        • Aloisio Cantuaria disse:

          São coisas da vida, Roque. Eu

        • Aloisio Cantuaria disse:

          São coisas da vida, Roque. Que bom que você deu outro encaminhamento na vida, e com certeza descobriu outras coisas. Inclusive novos amigos.
          D aminha parte, concluído o curso de Economia (1980), eu queria fazer mestrado em Economia, mas na época não havia nada em Belém; os filhos foram chegando e aí você tem que se virar pra garantir “o leite das crianças”.
          Acabei me especializando, na prática, em orçamento público (sou servidor do Estado do Pará, aguardando aposentadoria).
          O tempo passou, cheguei aos 60 (ou 6.0, como a turma gosta de dizer) e, como diria Jackson do Pandeiro, “os meninos tão criados, satisfez o meu desejo, mas continuo catando caranguejo”.
          Iniciei e estou concluindo outra graduação, em História, na UFPA. Como diria Cazuza, “o tempo não pára”.
          Um abraço.

          • cleo araujo disse:

            Mestre Aloísio… bem lembrada a música do Jackson. Na infância, eu a escutava muito embora não entendesse porque ele tinha que continuar no mangue.

  18. Deusa Ilario disse:

    Cléo das saudades, quantos corações ficaram apertadinhos ao ler tua crônica. Um tempo onde dificuldades se misturavam com sonhos. Tempo das viagens de navios, dos muitos ovos no almoço e no jantar, também, das famílias chorando no porto, na despedida. Macapá cresceu, vieram as faculdades e universidades… Tudo está mais fácil para os estudantes de hoje.
    Quanto aos sonhos… Ah, os sonhos…!
    Grande abraço, amigo, adorei!

    • cleo araujo disse:

      Realmente, Deusa das Letras. Mais uma vez vc tem razão. O sonho de uma vida melhor, compensava o tempo em que passaríamos sob os grilhões da dificuldade. O choro era um só, ajudando a encharcar o trapiche. Às vezes, em pleno verão, parecia maré lançante, dada a quantidade de lágrimas. Mas, graças a Deus, tudo se resolvia, a partir da colação de grau, póis era só chegar formado em Macapá e conseguir um bom emprego. Bjos e até sexta!

  19. Almir Telesஃ disse:

    Amigos não sou dessa época, mas, de toda sorte, pessoas importantes em minha vida o são: Teles (tio), Dilson Ferreira, Lamarão, Brazão, Dewson Ferreira, Eli Pinheiro…

  20. Franck disse:

    alcinea, como grande admirador do seu trabalho, gostaria uma divulgação do meu blog desopilandopeloamapa.blogspot.com
    abraço e parabéns pelo site

  21. Robson Ribeiro de Sá disse:

    Cléo,
    Muito legal!! Saudade dessas histórias. Acho que no Amapá em toda família tem alguém que em busca do sonho vivenciou a saudade de casa e do carinho da família. Grande abraço meu amigo.

    • cleo araujo disse:

      Amigo Róbson… creio que tens razão. Naquele tempo, quem quisesse fazer um curso superior, tinha que sair de Macapá, porém, sem nunca deixar Macapá sair da pessoa. Obrigado, amigão, pelo incentivo.

  22. Legal! Não dá para revelar o nome do otmista e do relista?

  23. erich disse:

    Não sou desse tempo, pois aqui em Macapá já existem vários cursos superiores, o que evita que muitos amapaenses saiam daqui. Porém, o texto revela a dificuldade que os estudantes experimentavam fora daqui. Mas arremata com uma pitada de humor, o que é ótimo. Realista, mas otimista. Legal!

Leave a comment

Comente Aqui

Campos marcados com "*" Requeridos

Close this window.

Fatal error: Call to undefined method Akismet::isSpam() in /home/alcinea1/public_html/blog/wp-content/plugins/wassup/wassup.php on line 2560