Alcinéa Cavalcante

Comentários

  1. Elvis Araújo disse:

    Pai, toda vez que lembro da sua infância sofrida, tomo forças para superar qualquer problema que eu esteja enfrentando, pois o senhor é o exemplo que no fim do túnel sempre existe uma luz.

    • cleo araújo disse:

      Oi, meu bem. Obrigado pelas palavras. Vc também é uma maravilhoso exemplo, assim como seus irmãos, são o maior tesouro que Deus poderia me dar…e me deu!

  2. ivanete santos disse:

    A maior mentira que me faziam acreditar era de que o Papai Noel trazia presentes no dia de natal. Mas era uma mentira maravilhosa, pois eu esperava ansiosa a chegada do Papai Noel para me trazer um presentinho, por mais humilde que fosse. Acreditei no “Bom Velhinho”até os sete ou oito anos, mais ou menos.

    • cleo araújo disse:

      Oi, Ivanete. Eu acredito até hoje e sempre acreditarei. Meus pais souberam contar a história tão bem, que continuo um eterno sonhador, mesmo porque, para mim, Papai Noel não está só na magia do Natal, mas perdura o ano todo. Uma prova disso é que em alguns lares a árvore de natal fica por muito tempo armada na sala. Lá em casa ela fica de novembro até o início de julho.

  3. erich disse:

    Maravilha de texto. Quando for pai, espero ter a sagacidade suficiente para driblar situações complicadas.

  4. Flavia Adriane disse:

    Hello! ^.^
    Achei mt legal sua cronica e nos ensina que por mais que a verdade seja boa, uma mentirinha serve para sair de algumas situações.
    E essa “mentirinha” passa de geração pra geração.
    Meus Parabéns !!! ^^

    • cléo araújo disse:

      Oi, minha querida escritora. Obrigado pelo comentário. “Mentira” na dose e no momento certo, passam legal. Enganar a fome, dizer que o Papai Noel não teve tempo de passar em nossa casa, ou que perdeu o endereço, são coisas que ajudam a minorar as dificuldades. Beijão, querida!

  5. Aurea Batista de Sá Viana. disse:

    Chorei!

  6. Grande Cleo, fiquei encantada com seu artigo, relembrei minha infância. Mentiras saudáveis eram uma forma de proteger da realidade. Voce fala do cascalho, dá água na boca. Lembranças de um tempo que serviu para nos tornar pessoas ousadas e de sucesso. Parabens.

  7. Ilka disse:

    Estava sentido falta de suas crônicas. Linda, adorei, nossas mães , mulheres maravilhosas que souberam guiar nossos passos dando-nos a oportunidade de crescer na vida. Félicitations.

    • cleo araújo disse:

      “Mis with a smile in the mouth”…Obrigado pela saudade. Isto só aumenta o desejo de mais escrever. Nossas mães driblavam as intempéries do destino, mais que mil Garrinchas juntos. Em TODAS as situações. Mãe é única. Missão dada diretamente por Deus…e que ninguém mais tem o condão de cumprí-la. Beijos. Vem visitar Macapá, please!

  8. Fernanda disse:

    Como sempre um texto maravilhoso,nossas mães sabiam-sabem bem administrar a dose perfeita de verdade-mentira, fantasia e realidade no cuidado com nossas vidas. Que este aprendizado nos ajude com nossos filhos. Beijos.

  9. Pedro Mauro disse:

    Caro Cléo,
    Quando moleque,lembro-me bem do natal onde a ceia se resumia num copo de nescau e alguns biscoitos comprados na fábrica amapaense e mamãe sempre resmungando que aquilo ia nos fortalecer e fazer crescer mais rápido;era simplesmente uma doce falta da verdade para justificar a falta de recursos para sustentar a familia numerosa. Ah sim!ótima cronica. um grande abraço amigão.

    • cleo araújo disse:

      Ê Mauro…ser pobre tem a vantagem da inventividade. Meu natal se resumia (???!!!) a dormir mais tarde (eu adoro isto!) por ir à missa do galo e, na manhã de 25, comer uma rosca de natal, no café da manhã. Belas lembranças. Abração!

  10. Carol Araújo disse:

    O ser humano realmente é contraditório: como é que pede honestidade sem dar em troca?

    • cleo araújo disse:

      O disfarce, a mimese e outros temperos também fazem parte da honestidade. Maquiar não é mascarar. Amenizar não é mentir é jeito que o jeito dá. Beijão, meu bem!

  11. Cléo, que bom ver mais uma de suas crônicas publicada.
    Parabéns pelo texto!

  12. Marta Carvalho disse:

    Cleo,nunca fiz comentários,mas,seu texto tem uma riqueza impressionante,amei e me emocionei!!!!

  13. Ruy Maia disse:

    Caro Cléo, Como sempre, tudo muito pertinente em suas crônicas. No meu entendimento existem duas conotações para a mentira: A doce, a que nossos pais embalaram em nossos tempos de criança e que hoje utilizamos para amenizarmos as “aflições” em que nossos filhos e netos, principalmente os netos nos proporcionam; estas mentiras perdem o significado ante os valores que os nossos pais nos passaram e que temos a obrigação de passar em frente. Mentira amarga é a que alguns Mickeys(ninguém quer ser pateta), contam quando de seus depoimentos na PF ou na Justiça após a descoberta de uma operação fraudulenta ou os desvalores que passam aos filhos com seus enriquecimentos ilícitos. O segundo caso deve ser combatido tal qual a bactéria que vitimou a jovem Secretária de Estado aí na querida Macapá.
    Sds,

    • cleo araújo disse:

      Obrigado, amigo Ruy. Os teus comentários, sempre abalizados, ajudam a nortear o que é bom, separando-o do joio. Ao crescermos, tomamos conhecimento dessas situações que nossos pais, com prudência e perícia, nos ajudam a ver a vida mais alegremente.

  14. Deusa Ilario disse:

    Cléo, um belo texto! Enquanto te lia, me perguntava o que é mentira? O que é fantasiar uma realidade? O que é polpar de uma dor? Muito bom!
    Um grande abraço, Cléo, paz e bem!

    • cleo araújo disse:

      Não só ganhei o dia, como ganhei na megasena, pois esse comentário, vindo de uma Deusa, só me repleta de felicidade. Vc sabe: sou teu fã. Para mim, vc é o Djaníciuscilo (Djavan+ Vinícius+ Jorge Vercilo) de saia. Beijos etudo de bom.

  15. Carla disse:

    Parabéns, o texto nos convida a refletir entre os limites da mentira e da razão. Acho que muitos pais foram verdadeiros artistas em suas tentativas de deixar a vida dos filhos mais colorida. Abração e boa semana a todos!

  16. Almir Telesஃ disse:

    Caríssimo Cléo. Adorei o texto!!! Essas coisas de família são únicas… Boa semana, fquem com Deus…

  17. sueli disse:

    Lindo o texto,acho que todos nós passamos por isso

  18. bethzhalouth disse:

    mas eu não vou mentir, gostei da crônica, parabéns.

  19. bruno m. osorio disse:

    Lindo texto! Lembrei-me do filme “A vida é bela” em que o pai é levado para um campo de concentração nazista e tem que usar sua imaginação para fazer seu pequeno filho acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, para protegê-lo do terror e da violência que os cercavam.

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