Pai, toda vez que lembro da sua infância sofrida, tomo forças para superar qualquer problema que eu esteja enfrentando, pois o senhor é o exemplo que no fim do túnel sempre existe uma luz.
Oi, meu bem. Obrigado pelas palavras. Vc também é uma maravilhoso exemplo, assim como seus irmãos, são o maior tesouro que Deus poderia me dar…e me deu!
A maior mentira que me faziam acreditar era de que o Papai Noel trazia presentes no dia de natal. Mas era uma mentira maravilhosa, pois eu esperava ansiosa a chegada do Papai Noel para me trazer um presentinho, por mais humilde que fosse. Acreditei no “Bom Velhinho”até os sete ou oito anos, mais ou menos.
Oi, Ivanete. Eu acredito até hoje e sempre acreditarei. Meus pais souberam contar a história tão bem, que continuo um eterno sonhador, mesmo porque, para mim, Papai Noel não está só na magia do Natal, mas perdura o ano todo. Uma prova disso é que em alguns lares a árvore de natal fica por muito tempo armada na sala. Lá em casa ela fica de novembro até o início de julho.
Hello! ^.^
Achei mt legal sua cronica e nos ensina que por mais que a verdade seja boa, uma mentirinha serve para sair de algumas situações.
E essa “mentirinha” passa de geração pra geração.
Meus Parabéns !!! ^^
Oi, minha querida escritora. Obrigado pelo comentário. “Mentira” na dose e no momento certo, passam legal. Enganar a fome, dizer que o Papai Noel não teve tempo de passar em nossa casa, ou que perdeu o endereço, são coisas que ajudam a minorar as dificuldades. Beijão, querida!
Grande Cleo, fiquei encantada com seu artigo, relembrei minha infância. Mentiras saudáveis eram uma forma de proteger da realidade. Voce fala do cascalho, dá água na boca. Lembranças de um tempo que serviu para nos tornar pessoas ousadas e de sucesso. Parabens.
Você é a (grande poeta) Celina com quem trabalhei na CEA? Se for, onde vc anda? Bom te ver neste espaço cultural. Concordo com a ousadia e sucesso. Obrigado pela participação.
Estava sentido falta de suas crônicas. Linda, adorei, nossas mães , mulheres maravilhosas que souberam guiar nossos passos dando-nos a oportunidade de crescer na vida. Félicitations.
“Mis with a smile in the mouth”…Obrigado pela saudade. Isto só aumenta o desejo de mais escrever. Nossas mães driblavam as intempéries do destino, mais que mil Garrinchas juntos. Em TODAS as situações. Mãe é única. Missão dada diretamente por Deus…e que ninguém mais tem o condão de cumprí-la. Beijos. Vem visitar Macapá, please!
Como sempre um texto maravilhoso,nossas mães sabiam-sabem bem administrar a dose perfeita de verdade-mentira, fantasia e realidade no cuidado com nossas vidas. Que este aprendizado nos ajude com nossos filhos. Beijos.
Caro Cléo,
Quando moleque,lembro-me bem do natal onde a ceia se resumia num copo de nescau e alguns biscoitos comprados na fábrica amapaense e mamãe sempre resmungando que aquilo ia nos fortalecer e fazer crescer mais rápido;era simplesmente uma doce falta da verdade para justificar a falta de recursos para sustentar a familia numerosa. Ah sim!ótima cronica. um grande abraço amigão.
Ê Mauro…ser pobre tem a vantagem da inventividade. Meu natal se resumia (???!!!) a dormir mais tarde (eu adoro isto!) por ir à missa do galo e, na manhã de 25, comer uma rosca de natal, no café da manhã. Belas lembranças. Abração!
O disfarce, a mimese e outros temperos também fazem parte da honestidade. Maquiar não é mascarar. Amenizar não é mentir é jeito que o jeito dá. Beijão, meu bem!
Caro Cléo, Como sempre, tudo muito pertinente em suas crônicas. No meu entendimento existem duas conotações para a mentira: A doce, a que nossos pais embalaram em nossos tempos de criança e que hoje utilizamos para amenizarmos as “aflições” em que nossos filhos e netos, principalmente os netos nos proporcionam; estas mentiras perdem o significado ante os valores que os nossos pais nos passaram e que temos a obrigação de passar em frente. Mentira amarga é a que alguns Mickeys(ninguém quer ser pateta), contam quando de seus depoimentos na PF ou na Justiça após a descoberta de uma operação fraudulenta ou os desvalores que passam aos filhos com seus enriquecimentos ilícitos. O segundo caso deve ser combatido tal qual a bactéria que vitimou a jovem Secretária de Estado aí na querida Macapá.
Sds,
Obrigado, amigo Ruy. Os teus comentários, sempre abalizados, ajudam a nortear o que é bom, separando-o do joio. Ao crescermos, tomamos conhecimento dessas situações que nossos pais, com prudência e perícia, nos ajudam a ver a vida mais alegremente.
Cléo, um belo texto! Enquanto te lia, me perguntava o que é mentira? O que é fantasiar uma realidade? O que é polpar de uma dor? Muito bom!
Um grande abraço, Cléo, paz e bem!
Não só ganhei o dia, como ganhei na megasena, pois esse comentário, vindo de uma Deusa, só me repleta de felicidade. Vc sabe: sou teu fã. Para mim, vc é o Djaníciuscilo (Djavan+ Vinícius+ Jorge Vercilo) de saia. Beijos etudo de bom.
Parabéns, o texto nos convida a refletir entre os limites da mentira e da razão. Acho que muitos pais foram verdadeiros artistas em suas tentativas de deixar a vida dos filhos mais colorida. Abração e boa semana a todos!
Lindo texto! Lembrei-me do filme “A vida é bela” em que o pai é levado para um campo de concentração nazista e tem que usar sua imaginação para fazer seu pequeno filho acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, para protegê-lo do terror e da violência que os cercavam.
Pai, toda vez que lembro da sua infância sofrida, tomo forças para superar qualquer problema que eu esteja enfrentando, pois o senhor é o exemplo que no fim do túnel sempre existe uma luz.
Oi, meu bem. Obrigado pelas palavras. Vc também é uma maravilhoso exemplo, assim como seus irmãos, são o maior tesouro que Deus poderia me dar…e me deu!
A maior mentira que me faziam acreditar era de que o Papai Noel trazia presentes no dia de natal. Mas era uma mentira maravilhosa, pois eu esperava ansiosa a chegada do Papai Noel para me trazer um presentinho, por mais humilde que fosse. Acreditei no “Bom Velhinho”até os sete ou oito anos, mais ou menos.
Oi, Ivanete. Eu acredito até hoje e sempre acreditarei. Meus pais souberam contar a história tão bem, que continuo um eterno sonhador, mesmo porque, para mim, Papai Noel não está só na magia do Natal, mas perdura o ano todo. Uma prova disso é que em alguns lares a árvore de natal fica por muito tempo armada na sala. Lá em casa ela fica de novembro até o início de julho.
Maravilha de texto. Quando for pai, espero ter a sagacidade suficiente para driblar situações complicadas.
Hello! ^.^
Achei mt legal sua cronica e nos ensina que por mais que a verdade seja boa, uma mentirinha serve para sair de algumas situações.
E essa “mentirinha” passa de geração pra geração.
Meus Parabéns !!! ^^
Oi, minha querida escritora. Obrigado pelo comentário. “Mentira” na dose e no momento certo, passam legal. Enganar a fome, dizer que o Papai Noel não teve tempo de passar em nossa casa, ou que perdeu o endereço, são coisas que ajudam a minorar as dificuldades. Beijão, querida!
Chorei!
Obrigado, Áurea.
Grande Cleo, fiquei encantada com seu artigo, relembrei minha infância. Mentiras saudáveis eram uma forma de proteger da realidade. Voce fala do cascalho, dá água na boca. Lembranças de um tempo que serviu para nos tornar pessoas ousadas e de sucesso. Parabens.
Você é a (grande poeta) Celina com quem trabalhei na CEA? Se for, onde vc anda? Bom te ver neste espaço cultural. Concordo com a ousadia e sucesso. Obrigado pela participação.
Celina, vc não respondeu se é a pessoa com quem trabalhei há algum tempo.
Estava sentido falta de suas crônicas. Linda, adorei, nossas mães , mulheres maravilhosas que souberam guiar nossos passos dando-nos a oportunidade de crescer na vida. Félicitations.
“Mis with a smile in the mouth”…Obrigado pela saudade. Isto só aumenta o desejo de mais escrever. Nossas mães driblavam as intempéries do destino, mais que mil Garrinchas juntos. Em TODAS as situações. Mãe é única. Missão dada diretamente por Deus…e que ninguém mais tem o condão de cumprí-la. Beijos. Vem visitar Macapá, please!
Como sempre um texto maravilhoso,nossas mães sabiam-sabem bem administrar a dose perfeita de verdade-mentira, fantasia e realidade no cuidado com nossas vidas. Que este aprendizado nos ajude com nossos filhos. Beijos.
Oh, querida Fernanda…ser mãe é driblar mil Garrinchas, né? saudade de ti.
Caro Cléo,
Quando moleque,lembro-me bem do natal onde a ceia se resumia num copo de nescau e alguns biscoitos comprados na fábrica amapaense e mamãe sempre resmungando que aquilo ia nos fortalecer e fazer crescer mais rápido;era simplesmente uma doce falta da verdade para justificar a falta de recursos para sustentar a familia numerosa. Ah sim!ótima cronica. um grande abraço amigão.
Ê Mauro…ser pobre tem a vantagem da inventividade. Meu natal se resumia (???!!!) a dormir mais tarde (eu adoro isto!) por ir à missa do galo e, na manhã de 25, comer uma rosca de natal, no café da manhã. Belas lembranças. Abração!
O ser humano realmente é contraditório: como é que pede honestidade sem dar em troca?
O disfarce, a mimese e outros temperos também fazem parte da honestidade. Maquiar não é mascarar. Amenizar não é mentir é jeito que o jeito dá. Beijão, meu bem!
Cléo, que bom ver mais uma de suas crônicas publicada.
Parabéns pelo texto!
Obrigado por ter lido. Espero que tenhas gostado, ok?
Cleo,nunca fiz comentários,mas,seu texto tem uma riqueza impressionante,amei e me emocionei!!!!
Oh, Marta…fico feliz que vc tenha gostado. Sou um eterno aprendiz das letras e procuro seguir bons ensinamentos. Obrigadão!
Caro Cléo, Como sempre, tudo muito pertinente em suas crônicas. No meu entendimento existem duas conotações para a mentira: A doce, a que nossos pais embalaram em nossos tempos de criança e que hoje utilizamos para amenizarmos as “aflições” em que nossos filhos e netos, principalmente os netos nos proporcionam; estas mentiras perdem o significado ante os valores que os nossos pais nos passaram e que temos a obrigação de passar em frente. Mentira amarga é a que alguns Mickeys(ninguém quer ser pateta), contam quando de seus depoimentos na PF ou na Justiça após a descoberta de uma operação fraudulenta ou os desvalores que passam aos filhos com seus enriquecimentos ilícitos. O segundo caso deve ser combatido tal qual a bactéria que vitimou a jovem Secretária de Estado aí na querida Macapá.
Sds,
Obrigado, amigo Ruy. Os teus comentários, sempre abalizados, ajudam a nortear o que é bom, separando-o do joio. Ao crescermos, tomamos conhecimento dessas situações que nossos pais, com prudência e perícia, nos ajudam a ver a vida mais alegremente.
Cléo, um belo texto! Enquanto te lia, me perguntava o que é mentira? O que é fantasiar uma realidade? O que é polpar de uma dor? Muito bom!
Um grande abraço, Cléo, paz e bem!
Não só ganhei o dia, como ganhei na megasena, pois esse comentário, vindo de uma Deusa, só me repleta de felicidade. Vc sabe: sou teu fã. Para mim, vc é o Djaníciuscilo (Djavan+ Vinícius+ Jorge Vercilo) de saia. Beijos etudo de bom.
Parabéns, o texto nos convida a refletir entre os limites da mentira e da razão. Acho que muitos pais foram verdadeiros artistas em suas tentativas de deixar a vida dos filhos mais colorida. Abração e boa semana a todos!
Você acertou, Carla.
Caríssimo Cléo. Adorei o texto!!! Essas coisas de família são únicas… Boa semana, fquem com Deus…
É isso aí, Almir. Tenho certeza que algumas das situações aqui colocadas também foram vividas pelo dileto amigo.
Lindo o texto,acho que todos nós passamos por isso
Mas só os pobres, né Sueli?
mas eu não vou mentir, gostei da crônica, parabéns.
Oi, Beth, grande poeta. Obrigado pela participação.
Lindo texto! Lembrei-me do filme “A vida é bela” em que o pai é levado para um campo de concentração nazista e tem que usar sua imaginação para fazer seu pequeno filho acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, para protegê-lo do terror e da violência que os cercavam.
É isso aí, Bruno! Embora haja similaridade, as situações colocadas no texto, são fruto de situações REAIS.