Alcinéa Cavalcante

Comentários

  1. Carlos Sérgio Monteiro disse:

    Acrescentando o comentário anterior: o primeiro convênio entre a União e o GEA para a BR 156 é datado de 1976, portanto 34 anos para asfaltar 566km.

  2. Carlos Sérgio Monteiro disse:

    O primeiro convênio firmado entre a União e o GEA para a BR 156. A bancada federal do Amapá não consegue ter força política para liberar os recursos necessários para a sua conclusão e os governantes, sem exceção, não conseguem executar a obra com o mínimo que se libera. São 34 anos e não conseguem asfaltar 566km que separam Macapá do Oiapoque.

  3. Funcionário do SETRAP disse:

    Infeslizmente Zanjo eu não posso pubicar nota em nome do governo sou apenas funcionário. Mas o pedido de prorrogação do convênio já foi solicitado ao DNIT. Pelo o Dr. Pagot não sabe nem o que acontece no seu próprio órgão. E quer justificar a sua inoperância para o asfaltamento do trecho sul da BR – que liga Macapá a Laranjal do Jarí – nas contas do Governo do Amapá. Para se ter idéia fizemos o projeto executivo do trecho com investimentos de cerca de 5 milhões de reais com recursos do próprio GEA para que o DNIT fizesse essa obra. Até agora o DNIT não botou um prego num tábua.

    • Zanjo Goulart disse:

      Eu não posso saber com quem falo, se você se identifica como funcionário da SETRAP.
      Você não está fazendo acusações contra a SETRAP, qual o problema de informar o que Pagot falou para sua chefia imediata tomar providências, afinal o nome da SETRAP está ligado a incompetência, você como servidor está defendendo, portanto a SETRAP tem o direito de se defender de forma correta. Você diz que está tudo certo,portanto fale que saiu uma matéria em que a SETRAP ficou com a imagem negativa e permita que a SETRAP limpe sua imagem. Concorda?

    • Zanjo Goulart disse:

      Concordas? Continuo aguardando… afinal de contas, segundo você diz está tudo correto.

  4. Roberval Moreira disse:

    O governador eleito Camilo Capiberibe deve fazer auditoria em todos os setores do Estado, sé não ele corre o risco de pagar por erros que não será do governo dele. Auditoria é indispensável pára se ter visão clara das possíveis irregularidades administrativas praticada no governo passado.

  5. Funcionário do SETRAP disse:

    O Dr. Pagot é um mentiroso e reproduz uma crítica injusta não ao Governador do Pedro Paulo e o ex-governador Waldez Góes, mas ofende os profissionais que trabalham na SETRAP que dão vida para que esse estado cresça. O convênio do DNIT para asfaltamento da BR 156 data de 1975 e recentemente foi incluso como uma obra do PAC. Contempla duas linhas de investimentos: a restauração e a conservação da parte da BR já construída e conclusão da pavimentação da rodovia até Oiapqoque. O diretor Pagot mente quando diz que o estado por incompetência de gestão não avançou nessa obra. É de conhecimento que os atraso na execução dos últimos trechos da BR estão relacionados a medidas compensatórias que estavam em negociação com as aldeias indígenas que se localizam na região e, que foram extremamente utilizadas para gerar conflitos por ONG’s que se dizem defensoras da causas indigenistas e aproveitam da boa-fé dos indígenas. Resolvido esse impasse passamos a licitações da obras que foram recentemente concluídas e devem começar nesse ano. Outro dado importante é que já foram pavimentados 400 Km BR 156, sendo que nos últimos 8 anos foram pavimentados 200 Km, enquando os demais governos de 1976 a 2002 só asfaltaram os mesmos 200 Km. Quem então é mais competente?

    • Zanjo Goulart disse:

      É SIMPLES DE RESOLVER! Aproveite o momento e converse no SETRAP,divulgue uma nota ofícial, em defesa da mesma.
      O Pagot, mostrou a cara e falou da incompetência, prove com competência. Peço pra Alcinéa que lhe conceda o espaço de defesa da SECRETARIA, topas? Quero saber o motivo de fato, apenas isso. Eu só posso acreditar em quem mostrou a cara, e infelizmente quem o fez foi o Pagot.
      QUERO NOMES! “Funcionário do SETRAP” é muito vago.

    • Benedito disse:

      O espaço é próprio para esclarecimento, a Alcineia promove esse debate mas é bom lembrar que o Governo de FHC não mandava tantos recursos como nos último 8 anos de LULA,principalmente para a BR 156, lamentamos que o Amapá não acompanhou o bom momento de crescimento do Brasil, pelo contrário estamos atolados em dividas que somam até agora a sifra de mais de 300 milhões de reais sem cobertura orçamentária o que é pior, fora outras dividas que aparecerão sem contar aquelassssssssssssss, bem entenderam, mas tem um ditado que diz: o alheio chora o seu dono e não há nada encoberto que um dia não seja revelado, quem viver verá muita coisa ainda por ser descoberta para o Povo do Amapá.

  6. Modigliani disse:

    Na argamassa de uma proposição parlamentar inédita, até hoje, a Bancada Federal do Amapá, apresentou em 27.10.1999, ao Plano Pluri Anual – PPA 2000/2003, a Emenda Nº 01659, no contexto da Portaria Nº 71 de 15 de março de 2000 do Ministério dos Transportes, no valor de R$ 95 milhões, propondo a implantação de novas tecnologias para a segurança da navegação em águas restritas – portos e vias navegáveis interiores ( Cartas Náuticas Digitais).
    Justifica a bancada, que o projeto fora implantado na hidrovia do madeira justamente pelo atual Diretor-Geral do DNIT (Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte), o engenheiro Luiz Antônio Pagot, necessitando-se, prioritariamente, interligarem-se os trechos Itacoatiara, AM, Santarém, PA, Santana, AP, no prazo de um ano, sem impacto ambiental, porem com ganhos de obtenção de dados hidrometeorológicos à distância, através dos satélites Inmarsat ou Orbcomm.
    Ademais, observa-se que todos os portos do mundo já utilizam o sistema de Cartas Eletrônicas Vetorizadas, S-57 Edição III, Padrão Internacional, e se propõe a agir pela tarefa em prol dos 22.000 Km das vias navegáveis da bacia amazônica transformadas em hidrovias.
    Registre, oportunamente, o primeiro carregamento de soja brasileira com destino à Rússia, como o primeiro navio transportando 24,4 mil toneladas de soja, saindo do porto de Itacoatiara, no Amazonas, rumo a São Petersburgo, Rússia. Além desse, outro navio já está sendo carregado no mesmo porto.
    “Os russos têm investido na produção de frango e suínos e precisam de insumos”. Como o Brasil deve produzir na safra 65 milhões de toneladas de soja ( cerca de 8 milhões a mais que a safra de 2008/2009), serão embarcadas para outros países 26 milhões de toneladas, aproximadamente, pelos portos, normalmente a partir de Porto Velho, RO, de onde barcaças percorrem pelos 1.100 Km da hidrovia do madeira, utilizando o sistema de cartas náuticas digitais, para transbordo em navios transoceânicos em Itacoatiara, AM, e Santarém, PA, ou seja, precisamente, a 2.400 Km do Porto de Macapá, em Santana, AP, em que, apesar da posição geográfica ( mais perto do Canal do Panamá e da Europa) e da profundidade de calado, ficamos literalmente a “ver navios”, no sonho de transformar em vapor, o “bunker” (óleo marítimo) a vela de nossos barcos com os pobres remos com que nos vamos arrastando…

    O que são as cartas eletrônicas?

    É um sistema de utilização irrestrita, para navegação segura, econômica e eficiente na Barra Norte do Rio Amazonas, 24 horas por dia, 365 dias por ano, mesmo em condições climáticas adversas, por meio das cartas eletrônicas.

    Vantagens das cartas eletrônicas para a comunidade:

    * Ampliação das fronteiras econômicas, com geração de mais empregos e renda, abrindo caminho para o desenvolvimento sustentável;

    * Maior integração Regional;

    * Redução de fretes;

    * Redução do “Custo Brasil”;

    * Transformação das vias navegáveis em hidrovias seguras, com a redução dos riscos de desastres ecológicos, perdas de vidas humanas e patrimônio;

    * Criação de vias de transporte de carga, sem impacto ambiental.

    Por fim, o Governador Camilo Capiberibe e o Prefeito Antônio Nogueira, que é a Autoridade Portuária do Porto Organizado de Macapá, em Santana, deixou de tratar do assunto mais relevante para o desenvolvimento de toda a região da Amazônia Oriental.

  7. Veneide disse:

    Tiro o chapéu para nosso recém-eleito Governador! Para quem quiser ver o trecho em questão va no meu blog. Tenho foto recentes de 15 de nov ultimo e fotos antigas. Agora, uma pergunta: quem sera que deu a ordem para o Pagot não vir aqui no Ap ver essa “bela” estrada, hem!

    • Zanjo Goulart disse:

      Estrada! Que estrada? Hehehe…

    • Zanjo Goulart disse:

      O Amapá deixou a imagem do DENIT mal.
      Ver obras rodoviárias de helicóptero.
      Quanto mais leio as novidades da máquina, fico abestalhado e me perguntando, o que o Amapá ganhou na Gestão WG/PP. Só foi festa, umas pracinhas,reforma de escola e de presente natalino (receberemos atrasado) e despedida dos 8 anos a tão esperada ponte.

      Ah! E o rombo é claro!

    • Modigliani disse:

      Nesse quem manda, é o Governador Blairo Maggi do Mato Grosso e, eleito Senador da República. Foi descontentamento com o mau uso do dinheiro público. Pagot não obedece ordem de político do Amapá…

      • Benedito disse:

        O estado vai atigir mais que o orçamentado que é a sifra de mais de dois bilhões e quinhentos milhões de reais, é muito dinheiro para pouca coisa que nossos olhos podem visualizar como benfeitórias realizadas com tanto dinheiro arrecadado, mesmo assim ainda estão deixando restos a pagar além de dividas sem orçamento previsto e aquelas certamente duvidosas, são fatos que contra eles não existem argumentos consistentes que venham a provar ao contrário.

    • Benedito disse:

      Bem quem pode ser esta figura tão influente, para estes fins só temos um que nem precisamos perder tempo tentanto procurar outro agente do mal. Eu até apostaria no criador da harmonia, ou tem outro?

      • Modigliani disse:

        Quem é o criador da “HARMONIA”?

        • Benedito disse:

          O criador da harmonia no Amapá é aquele que conseguiu ao longo destes últimos 8 anos juntar todos, cada um com a sua fatia no bolo da Administração Publica,que sem briga ou questionamento pois todos estando do mesmo lado nada podiam reclamar, do ponto de vista legal a harmonia poderia ter proporcionado vantagens para o Estado, porém como cada um defendia seus próprios interesses e jamais o da coletividade populacional deu no que deu, e quem sempre exaltou essa união nos quatros cantos do Estado e até em Brasília, um era o Sarney e o outro ex-governador Waldez

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