Alcinéa Cavalcante

Comentários

  1. Arlindo de Mendonça Silva disse:

    Milton, você é uma pessoa especial não só pelo carater que você possui mais pela cultura viva que vc propaga a todos nós que somos descendentes daqueles que fazem parte da cultura do estado como a minha avó Gertrudes, meu tio Mafra ,meu pai Mamédio e minha tia Natalina e outros. Lendo suas crônicas vc me arremete ao meu tempo de infância à essas lembranças tão gostosas quando fala do comércio estrela, do marabaixo, dos filhos do sr. Manuel da Estrela e como diz o comandante Barcelos e por ai a fora. Tinhamos tbm na favela a carroça do tio Mundico à qual a gente morcegava, o camarão frito ” quantas carradas patrão” , os doces da Tia Margarida o tio Casimiro , o Seu Alagoano e a Tia Mimi que são os pais do finado Paulão da Atabaque … Enfim, a minha a nossa e de todos: AO BAIRRO DA FAVELA QUERIDA .
    Abraços e saúde!

  2. Naza disse:

    Você lembra dos folclores da favela? tínhamos a D. Guilhermina que falavam que nas sextas-feiras virava matinta pereira e morríamos de medo….da Cirina que se vestia de enfermeira? e que também era filha da D. Guilhermina….assim como uma riqueza cultural que só a favela tinha. Lembro de muitos desse locais, pois fizeram parte da minha infância. O Sr. Manoel da Estrela, o Amim, roxinol, o Sr. Dulce(tinha um salão de dança)….e outros.Boas recordações, nossa casa era e continua sendo próximo ao Teixeirinha.. Um abraço.

  3. luiza jucá disse:

    Boa Milton, fale ai do nosso querido “Grupo Escoteiro São Mauricio”.

  4. Ruy Maia disse:

    Milton,
    Faltou a mercearia do “seu” Oscar aí na Jovino com a General Gurjão, diziam que êle tinha um carro e um burro, que levava no porta malas do seu aero Willis e ao subir a ladeira da General Gurjão, atrelava o mesmo ao burro para subir.
    Bons tempos.
    Sds,

  5. Ernâni Motta disse:

    Milton, mais uma vez, excelente! E conheço bem a história do “Bar e Merceria Popular”, que depois passou a ser o “Favela Bar”, por motivo óbvios. É que quebrei a “marra” da garotada da Favela, casando, exatamente, com uma das moças da família, a quem pertenceu o citado bar.

  6. Luna disse:

    É verdade, dormiamos com portas e janelas abertas, carros abertos com chave na ignição…e nada nos afligia.. tempos que, como diz o Mestre, não voltam mais…

  7. JOÃO MACIEL disse:

    Alcinéa, qual a localização do Bar popular, sempre morei na Favela, e não lembro desse bar. Sapiranga,ó bairro parece pequeno, mas, cheio de causos, é claro que você foi o escolhido para essas narrativas.

    • milton sapiranga barbosa disse:

      Oi João Maciel. O Bar e Mercearia Popular, ficava na esquina da rua Odilardo Silva com a Av. Mendonça Furtado.Vamos dizer, em frente ao Mercadinho da Favela. Um abraço

  8. Zanjo Goulart disse:

    Um cronista pode ser considerado o poeta dos acontecimentos do dia-a-dia.

    Milton Sapiranga, é bom demais ler suas crônicas, um humor leve e que transporta pelo túnel da alma reflexiva do cidadão amapaense.

    Cléo Araujo me faz parar diante de tanta sabedoria e poética implícita nas dele.

    Os 2 são leitura de primeira qualidade do Blog da Alcinéa.

    • cleo araujo disse:

      Obrigado, parceiro. Tentamos motivar os leitores desse premiadíssimo blog. Por respeito aos mesmos é que vasculhamos nosso imaginário, em busca de histórias interessantes. Fico muito feliz pelas oportunidades que a Alcinéa me dá e pela apreciação dos milhares de leitores da nossa Embaixadora Cultural.

  9. Daniela disse:

    Milton, amo ler suas cronicas…é maravilhoso saber mais das pessoas que fizeram e contribuiram com a construção da historia di nosso querido amapá… sou neta do Manoel da estrela…que deixou saudades!!!

    • milton sapiranga barbosa disse:

      Oi Daniela, muito obrigado. Tive a felicidade de conviver com seu avô, que era um cara super especial, desses que não se pode dar nota abaixo de mil. Sou amigo de sua mãe Fátima e do Gil, do Gilberto, da Ana. Um abraço

  10. Você é bom, companheiro! Continue firme.

  11. cleo araujo disse:

    Mestre Milton, por que será q, no tempo da Divisão de Segurança e Guarda, tínhamos essa possibilidade de dormirmos de portas e janelas abertas, transitar livremente pela cidade, de andarmos com relógios e cordões sem sermos subtraídos? Parabéns pela bela página, que faz recordar tempos q não retornam.

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