• sou fã do promotor marcelo moreira, com todo respeito. Acredito nas causas defendidas por ele, além do mais, é um dos poucos que tem atitude e raça para brigar por quem não tem quem os defenda. Parabéns Promotor Marcelo Moreira pelo desempenho.

  • …desta vez o ilustre promotor acertou, mas tudo bem, ninguém é perfeito!!! Desta vez ele já “deslumbrou” algo!eheheh um abço magistrado!

  • As eleições se aproximam e a Justiça Eleitoral tem de começar a pensá-la desde já. Todos sabemos que tem gente eleita e que não merece está sentado na cadeira. Alguns já sairam do poder e cometeram muitos ilícitos eleitorais, além de se apropriar de dinheiro do povo, através da AMPREV, licitações fraudulentas, etc. Soube que na última eleição para prefeito até a justiça eleitoral foi intimidada e teve seu trabalho dificultado por órgãos de segurança pública, como a PM e a Polícia Civil, que deveriam, constitucional, zelar pela segurança das urnas e soberania do voto do cidadão.

    Hoje, o colégio eleitoral da Justiça Eleitoral, possui outros membros, e observo que são magistrados e promotores imbuídos de não deixar que qualquer candidato cometa excessos e nem burle a legislação eleitoral. As cassaçõs de candidatos aloprados mostra que o trabalho foi bem feito. Mas é preciso aprofundar as fiscalizações, punir e evitar a campanha antecipada. Vou dar algumas sugestões:

    1) convocação de tropas federais para garantir a soberania das urnas e o voto
    do eleitor, ou o aumento do efetivo dos policiais federais. Motivo: muita gente com dinheiro roubado do povo e que pretende jogar na campanha. Na última eleição para Prefeito, os entes públicos do Estado estavam macomunados com uma candidatura.

    2) Monitorar essas ações de cidadania que visam apenas capurar o voto do eleitor. Motivo: usa-se a estrutura do Estado para levar ações sociais, mas o objetivo é ganhar voto da população mais desprotegida dos beneficios sociais;

    4) Fiscalizar essas bolsas e ver aonde são distribuidas. Evitar que elas sejam levadas para escolas, postos de saúde, etc.

    5)Monitorar essas cestas básicas que são distribuidas em época de eleição. Proibir e penalizar os fornecedores, também.

    6)exposição excessiva de candidatos que possuem emissoras de rádio e televisão. Isso é propaganda antecipada. O tempo tem de ser igual para todos. Proibir desde já vinhentas que identifiquem “slogan” de candidatos ou que citem em demasia o nome do candidato.

    7) Força tarefa eleitoral por “eleições limpas”, envolvendo OAB, MPE, TRE, Justiça Federal, etc. Objetivo: campanha nas escolas, praças, logradouros, etc. MOTE: não venda seu voto; não aceite nada em troca do seu voto; vender voto é crime eleitoal e pode dar prisão, etc.

  • Como mudar esse quadro, se a maioria vive às custas da desgraça alheia? Eu acho é bom! Já cansei de defender pobre. Minha analfabeta, porém sábia, avó já dizia: “chapéu de burro é marreta!”

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