Ihh..catei muito camapú quando criança, tinha tanto que agente brincava de guerra, jogava nos outros com baladeira e espocava na costa, no peito e na cara… pense numa dor.
O engraçado era quando as tias vinham fofocar das adolecentes, falavam… “Maria, tu nem sabem, espocaram o camapú da filha da fulana” … bem… aí é é outra estória
Gosto de estourar o camap’u com a mulherada!!! Rs rs rs… Brincadeira! Rs rs rs… Essa foi cruel! mas velha logo Alipio!!! E Ney, quando t’a meio verde e bom com sal!
Oi, Alcinéa.
Dia desses encontrei camapú, no supermercado Nazaré, aqui em Belém (loja da 14 de Março). estava exposta como fruta importada (não lembro a procedência), e com nome estrangeiro, tão esquisito que nem conseguí gravar o nome. E pensar que a gente encontrava no quintal. Bon apetit.
Ihh..catei muito camapú quando criança, tinha tanto que agente brincava de guerra, jogava nos outros com baladeira e espocava na costa, no peito e na cara… pense numa dor.
O engraçado era quando as tias vinham fofocar das adolecentes, falavam… “Maria, tu nem sabem, espocaram o camapú da filha da fulana” … bem… aí é é outra estória
Ah,me deu agua na boca;faz tanto tempo que nem via,quanto mais provar.
Nunca gostei de camapú…
Gosto de estourar o camap’u com a mulherada!!! Rs rs rs… Brincadeira! Rs rs rs… Essa foi cruel! mas velha logo Alipio!!! E Ney, quando t’a meio verde e bom com sal!
Credo, tem gosto pra tudo.
Companheira, você é bem antiga (hehehehehehe).Ainda é do tempo do camapu
Oi, Alcinéa.
Dia desses encontrei camapú, no supermercado Nazaré, aqui em Belém (loja da 14 de Março). estava exposta como fruta importada (não lembro a procedência), e com nome estrangeiro, tão esquisito que nem conseguí gravar o nome. E pensar que a gente encontrava no quintal. Bon apetit.