Escritor Tiago Quingosta cita 10 livros que toda criança deveria ler

Poeta, escritor, advogado, fundador e presidente do “Pena e Pergaminho”, Tiago Quingosta fala sobre os primeiros livros infantis que leu e cita  10 livros que toda criança deve ler, entre eles dois de autores amapaenses: “O Saci que Não Tinha uma Perna Só” (Adan Lucas, Claudevania Carvalho, Rute Xavier) e “As Aventuras de Dona Florzinha” (Esmeraldina dos Santos).
Aproveite as dicas de Tiago para presentear uma criança na próxima terça-feira, 18, quando se comemora o Dia do Livro Infantil

“Difícil lembrar qual o primeiro livro que ganhei na infância, mas as primeiras estórias certamente foram “O Gato de Botas” (Charles Perrault), “O Patinho Feio” (Hans Christian Andersen) e “Chapeuzinho Vermelho” (Charles Perrault). Ainda não lia, foi mamãe quem as leu.
Em casa não sei o que havia mais, esculturas de argila ou livros, como minha mãe era artista plástica e assídua leitora, era difícil até se locomover onde morávamos, não só porque era local pequeno, também porque havia várias estantes cheias de obras.
Depois que comecei a ler, por volta dos 6 anos de idade, comecei com os quadrinhos da Turma da Mônica, revistas do Tio Patinhas, revistas de palavras cruzadas e uma Coleção incrível chamada “o Mundo da Criança”.
Contato com as obras do Monteiro Lobato, só aos 9 anos de idade, quando estudei na Escola Estadual Modelo Guanabara e por orientação da professora Noely (uma das minhas melhores professoras), passamos a conhecer os trabalhos do autor lá na Biblioteca Pública Elcy Lacerda.

Livros infantis que recomendo:
1- As Aventuras de Alice no País das Maravilhas (Lewis Carroll)
2- Através do Espelho e o que Alice Encontrou por Lá(Lewis Carroll)
3- O gato de botas (Charles Perrault)
4- O Patinho Feio (Hans Christian Andersen)
5- Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault)
6- O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry)
7- O Monstruoso Livro dos Monstros (Libby Hamilton, Ruth Marschalek)
8- Saga “Harry Potter” (J. K. Rowling)
9- O Saci que Não Tinha uma Perna Só (Adan Lucas, Claudevania Carvalho, Rute Xavier)
10- As Aventuras de Dona Florzinha (Esmeraldina dos Santos).”

Beijo

O beijo libera substâncias relaxantes e calmantes e ajuda o nosso corpo a melhorar o nível de estresse

Tipos de beijo
Francês –É o beijo de língua tradicional e o mais comum.

Na Testa – Beijos na testa são em sinal de respeito, geralmente entre família ou amigos.

No Rosto – É o beijo que demonstra amizade.

Selinho – Beijo entre amigos ou pessoas que tenham afeto pelo outro. 

Técnico- Beijo sem laços. Apenas para encenação.

“Político que disser que não recebeu caixa 2 está mentindo”, diz Odebrecht

Da Agência Brasil

O empresário Marcelo Odebrecht disse, em um dos seus depoimentos de delação premiada, que todos os políticos usam recursos de caixa 2 para financiarem suas campanhas. Em um dos depoimentos gravados pela força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato e divulgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Marcelo disse que está mentindo o político que afirma não ter recebido valores não contabilizados em campanhas eleitorais.

Eu não conheço nenhum político no Brasil que tenha conseguido fazer qualquer eleição sem caixa dois. O cara pode até dizer que não sabia, mas recebeu dinheiro do partido que era caixa 2. O político que disser que não recebeu caixa 2 está mentindo”, afirmou o delator.

No mesmo depoimento, Marcelo Odebrecht disse que o repasse via caixa 2 era predominante para políticos que tinham bom relacionamento com a empresa. “Todo lugar onde a gente tinha uma relação forte ou uma presença forte, com certeza teve caixa 2”, disse no depoimento que integra o inquérito que vai investigar o senador Aécio Neves (PSDB-MG). (Leia mais)

Neth Brazão fala do primeiro livro que leu

O Estudante, de Adelaide Carraro, publicado em 1975, foi o primeiro livro que a professora e poeta Neth Brazão leu. E ela conta hoje aqui no blog sua experiência e lembranças dessa sua primeira leitura:

“Li quando tinha 14 anos, foi meu primeiro livro fora dos didáticos. Eu não tinha essas opções na escola e esse foi uma professora que me deu.
Não tínhamos recursos financeiros o suficiente, e eu tinha alguns colegas que eram usuário de drogas, eles eram na maioria filhos de pais classe média, eu os ouvia e via que muitos sofriam por serem daquele jeito, eu não queria essa vida para mim, por vários motivos e uns eram: não ter como sustentar o vício; não queria me destruir como eles estavam e nem queria que minha família sofresse como sofriam as deles, então buscava uma forma, juntamente com outros colegas, de ajudarmos nossos amigos que estavam se afundando tão jovens no mundo das drogas, e quando conversei sobre esse problema com uma professora ela me deu de presente “O Estudante”. O livro tem duas fases:  a azul e negra, Renato o personagem principal da trama nos chama para uma reflexão muito forte. Confesso que chorava e passei muitos dias chocada com a história. Eu super recomendo essa obra.”

 

Sinopse – Publicado pela primeira vez em 1975, O Estudante, de Adelaide Carraro, vem sendo lido por gerações e gerações. A narrativa do adolescente Roberto Lopes Mascarenhas sobre o drama vivido por sua família tem comovido os leitores de todas as idades. Seu irmão mais velho, Renato, excelente filho, estudioso, ativo, fundador de uma associação de jovens do colégio com a finalidade de atuar nas comunidades carentes, envolve-se com as drogas através de um colega da escola: Você se lembra daquele dia em que eu estava com dor de cabeça e o Mário me deu aquele comprimido? Pois bem, era droga. Eu não sabia, você entende. (…) Os traficantes não querem que os estudantes corram risco para adquirirem a erva, por isso convidam a irem às suas casas. Isso até viciar o estudante (…) e se o estudante conseguir viciar outro estudante, tem desconto de dez por cento. A mudança brusca no comportamento de Renato desequilibra a família e leva o pai a cometer uma tragédia. Uma temática atual para ser lida e discutida por jovens e adultos.

Randolfe anuncia as primeiras empresas a funcionar na Zona Franca Verde

O senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) foi informado, oficialmente pela SUFRAMA sobre a aprovação e implantação dos dois primeiros projetos para a Zona Franca Verde de Macapá e Santana. O comunicado do Conselho de Administração da SUFRAMA (CAS) foi enviado ao gabinete do senador em Brasília e informa todos os detalhes do processo de implantação. Os dois projetos pioneiros estão em fase final de análise técnica e agora só dependem da homologação pelo CAS o que deve ocorrer ainda este mês.
E para validar a aprovação, a SUFRAMA organiza um evento para o dia 28 de abril, em Macapá, onde vai apresentar os projetos “Um deles é a Verçosa Indústria e Comércio de Alimentos, que vai trabalhar com a produção de ração; E a outra é a Sorveteria Macapá”, anunciou o senador Randolfe.

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