Senado suspende salário, verba indenizatória e carro oficial de Aécio Neves

Da Agência Brasil

O presidente do Senado, Eunício Oliveria (PMDB-CE), enviou hoje (14) ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Melo um ofício informando que o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) teve o salário suspenso e está sem carro oficial desde o dia 18 de maio, data em que a Corte determinou o afastamento do parlamentar do mandato. Continue lendo

Baleia Rosa – um antídoto ao jogo Baleia Azul

Muito provavelmente, você já ouviu falar em Baleia Azul, o jogo que ficou famoso no mundo todo por propor aos participantes desafios que vão desde realizar pequenas mutilações no corpo até cometer suicídio. Mas que tal uma corrente do bem que, ao contrário, propõe uma série de tarefas para espalhar atitudes inspiradoras e benéficas? Esta é, exatamente, a Baleia Rosa, um movimento que ganhou fama na internet e é tema do mais novo lançamento da Buzz Editora: “Baleia Rosa – Você está espalhando o bem?”. Continue lendo

Congresso do Povo começa dia 20

O Congresso do Povo, realizado pela Prefeitura de Macapá, acontecerá no período de 20 de junho a 20 de agosto. O evento faz parte das ações de escuta popular para a construção do Plano Plurianual (PPA). O objetivo é ouvir, conhecer e definir soluções efetivas que atendam às necessidades comunitárias dos bairros e distritos da capital para os próximos quatro anos. Continue lendo

TJAP condena mais uma vez ex-presidente da Assembleia Legislativa do Amapá

Em continuidade de julgamento (Ação Penal N.º 372/2014), o Pleno do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), fixou, nesta quarta-feira, 14, as penas impostas a sete réus da Operação Eclésia pelos crimes de lavagem de dinheiro, peculato e dispensa ilegal de licitação. O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP), deputado Moisés Souza, foi novamente condenado, dessa vez, a 8 anos e 6 meses de reclusão, em regime fechado.

Na ação penal, resultado de investigações do Ministério Público do Amapá (MP-AP), foi comprovado, por meio de vasta documentação e demais provas apreendidas no prédio da ALAP, que o prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 578.193,38. O esquema consistiu no pagamento de materiais de expediente, que jamais foram entregues ou fornecidos pela empresa D. Amanajás de Almeida – ME, com o nome de fantasia “Planet Paper”. Continue lendo

Jornalismo Cultural – 10 dicas para iniciantes

Dez dicas para iniciantes
Por Franthiesco Ballerini

Com muita frequência, recebo perguntas de alunos e jornalistas recém-formados sobre o que é mais importante para se tornar um jornalista cultural de referência no Brasil atualmente. É óbvio que não existe uma fórmula para o sucesso – nesta vida o acaso prega mais surpresas que o planejamento, eu mesmo achava que seria jornalista econômico até me convencer de que não sabia fazer conta. Mas dicas são sempre importantes para quem está entrando neste conturbado e sempre mutável mundo do jornalismo. Então aqui vão algumas.

1-Não leia tudo. Seja seletivo com sua leitura. Essa história de que ler até bula de remédio já vale o hábito é bobagem. Há uma avalanche diária de textos, livros, revistas, jornais, sem falar de textinhos e textões de redes sociais pedindo sua atenção. Não há tempo pra tudo isso. Para mim, jornalista cultural deve priorizar os clássicos – Machado de Assis, Dostoievsky, Edgar Allan Poe, Nelson Rodrigues, Charles Dickens, Jean-Paul Sartre, Kafka, sem ter medo de não entendê-los. A prática e o convívio com estes gênios certamente ajudará na sua formação vocabular e no seu raciocínio humanístico.

2-Selecione as bobagens para ler.
Feito o item 1, é fundamental ler bobagens, ou melhor, textos e autores que não se aplicam diretamente a sua formação. Aprendi a ter gosto por leitura, aos 12 anos, lendo a seção Oráculo da Superinteressante. Desde então, sou assinante da revista. Ignorar autores como Paulo Coelho é um grande erro. Não se pode criticar aquilo que não se leu. Paulo Coelho vende, muito. Descubra o porquê.

3-Tenha dois mil anos.
Esses dias eu mostrei duas fotos históricas a uma sala com cem alunos de comunicação: uma do Tancredo Neves ao lado dos médicos, outra de Vladmir Herzog “enforcado” no DOI-Codi. Só dois alunos sabiam do que se tratava. Jornalista cultural precisa ter pelo menos dois mil anos de idade. Conhecer História a fundo, ter uma (Leia mais)

Tu achas bonito isso?

Enquanto no mundo inteiro diariamente médicos, nutricionistas e outros profissionais da área falam da importância de se ter uma alimentação saudável para preservar a saúde, explicam as doenças causadas pela gula, pelo modo errado de se alimentar, alertam para os perigos da obesidade que podem levar à morte, uma rede de lanchonete  vai na contramão de tudo isso e promove amanhã  em Macapá um concurso para premiar quem comer cinco monstruosos sanduíches em 10 minutos no máximo.
Cada sanduíche monstro tem 200 gramas de picanha, maionese e um tantinho de salada. Nada nada é um quilo de carne, além de pão e  maionese, para comer – praticamente sem mastigar – em dez minutinhos.

A coisa é tão monstruosa em todos os sentidos que o nome do concurso é “A Batalha dos Monstros”.

E tem gente que aplaude.

Jornalista Jorge Bastos Moreno morre aos 63 anos

O jornalista Jorge Bastos Moreno, repórter e colunista político do jornal O Globo, morreu na madrugada de hoje (14), aos 63 anos, no Rio de Janeiro. Segundo O Globo, jornal onde trabalhou por 35 anos, ele sofreu um edema agudo de pulmão, decorrente de complicações cardiovasculares, por volta da 1h desta quarta-feira.

Moreno foi o primeiro jornalista a noticiar a escolha do general João Baptista Figueiredo como sucessor do também general Ernesto Geisel na Presidência da República, quando ainda era repórter do Jornal de Brasília.

Ele também teve papel importante com a publicação de informações em 1992 que levaram ao impeachment do então presidente Fernando Collor. Conquistou o Prêmio Esso de Informação Econômica de 1999 com a notícia da queda do então presidente do Banco Central, Gustavo Franco.

Desde o fim da década de 90, mantinha uma coluna política em O Globo e, desde março deste ano, apresentava um programa de entrevistas na rádio CBN.

(Agência Brasil)

Mauro Guilherme lança dois livros de contos dia 22

Poeta e escritor premiadíssimo, o promotor de Justiça Mauro Guilherme presenteia o público amante das letras com mais duas excelentes obras. São os livros de contos “História de Pássaro” e “Contos Estranhos”, que serão lançados dia 22, às 19h, no terraço da Procuradoria Geral de Justiça (Orla do Araxá).

Mauro já organizou várias antologias, participa de diversas e é autor de quase uma dezena de livros, dos quais destaco Reflexões poéticas (1988), Humanidade Incendiada (2003), Destino (2007), O Trem de Maria (2009), As Histórias de João Pescador (2010) e Histórias de Desamor (2012).

História de Pássaro – Conjunto de 27 contos de temáticas diversas, que se inicia com o conto que dá título ao livro, onde um pássaro se encanta com o menino em um rio, mas o menino não se encanta pelo pássaro. Três outros contos de pássaro seguem o primeiro.
Depois o autor passeia por histórias que vão desde uma fábula de uma minhoca e uma borboleta, até um monólogo de um Deus desesperançado com homem. Duas histórias de humor com fundo filosófico –entre três escritas- aparecem na obra, para, então, dar lugar a quatro contos, onde o crime é o tema, sendo que um deles enfoca a corrupção de um político, tema bem atual.
Três outros contos, que se passam no Rio de Janeiro, são uma crítica à violência do Brasil atual, e um deles (História de Judas) também ao mundo, no que ele se tornou, para a visão de um desalentado viajante do tempo.
Enfim, o livro termina com quatro “histórias do interior”, entre elas uma contra as guerras e outra um canto ecológico.

Contos Estranhos –  Conjunto de 27 contos fantásticos, de realismo mágico ou simplesmente “estranhos”, que inicia com o conto “O Castelo”, uma viagem onírica pelo século XIX, onde um homem volta ao passado para reencontrar seu grande amor. Nesse clima entre sonho e realidade estão também os contos “O Fantasma” e o “O Segredo”.
Os dois contos seguintes enfocam temática de fundo religioso, de modo que neles há um conteúdo moral. “Feliz Ano Novo” é um conto de solidão. Já “História de Natal” e “História de Menino” são contos em que a figura central é a criança ou a infância.
Os seis próximos contos têm algo comum entre si, qual seja, o drama e o fantástico, seja em um médico que se transforma em mendigo, sem que ninguém o reconheça, ou nas histórias de dois homens, onde um perde o sorriso e outro é incapaz de chorar.
Do conto “A Floresta” até “Novo Mundo” o homem está diante de um mundo onde tudo é estranho ao seu redor, enquanto de “Destino” até “15 minutos” – com exceção de “Não Sei de Nada” -, o personagem-narrador questiona a realidade e a vida.
Nos três últimos contos os personagens se reencontram com o passado, tendo ao seu lado um presente muito diferente.