Você sabia? Existe o Dia do Flamenguista

Pois é. Existe o Dia do Flamenguista. Mas calma aí, não é feriado e nem vale para o todo o país. Só para o Rio de Janeiro.
O Dia do Flamenguista é comemorado em 28 de outubro. Dia também de São Judas Tadeu (padroeiro do time) conhecido como o “santo das causas impossíveis”.

A data  foi instituída pelo Decreto de Lei nº 4679, de 15 de Outubro de 2007, pelo prefeito César Maia, com base na proposta do vereador Jorge Mauro.

Não sou flamenguista. Mas se vocês forem festejar podem me chamar que eu vou participar da festa e postar aqui no blog.

Os números da violência

No período de 1° de janeiro a 20 de outubro 173 pessoas foram assassinadas em Macapá à bala, facada e paulada.
Foram 118 mortos à bala; 44 assassinados com faca e 11 vítimas de pauladas.
No trânsito 27 pessoas morreram.

Em todo o estado 178 pessoas foram mortas a tiros, 99 a facadas e 23 a pauladas.

Os números são de um levantamento feito pelo policial aposentado e repórter policial Bolero Neto.

O rompimento de Janary Nunes e Amilcar Pereira

Assim se deu o rompimento Janary x Amilcar
Por Ernani Marinho

Ernani Marinho

Janary Nunes e Amilcar Pereira, desde a instalação do Território Federal do Amapá, sempre navegaram os mesmos rios e igarapés, no mesmo barco, sob o comando do primeiro.

Amilcar era o grande nome da confiança do governador. Começou como chefe do Posto Médico do Oiapoque, de onde foi trazido a Macapá para comandar o Posto de Puericultura, jóia da primeira dama, indo logo a seguir dirigir a Divisão de Saúde (seria hoje a Secretaria ). Logo depois virou Secretário Geral, com a saída de Raul Waldez, e com a ida de Janary para a Petrobrás, tornou-se governador.

O acidente que vitimou o deputado federal Coaracy Nunes e o seu seu suplente Hildemar Maia, provocou nova eleição no Amapá, com Amilcar Pereira deixando o governo para se eleger o novo deputado amapaense.

Quando Amilcar deveria renovar o seu mandato, Janary, já fora da Petrobrás e da embaixada da Turquia, reivindicou para si, pela sua liderança, a condição de candidato natural, com o que não concordou Amilcar e o seu novo líder, o governador Raul Waldez, que fora o primeiro Secretário Geral da era janarista. E aí aconteceu o inevitável: o rompimento Janary x Raul Waldez/Amilcar.

Postas as duas candidaturas (Janary x Amilcar), estabeleceu-se, em 1962, uma campanha política duríssima que o Amapá jamais conhecera.

Sacramentado o rompimento e postas as candidaturas, os candidatos passaram a buscar apoio, como nesta foto, com o deputado Amilcar Pereira reunido com lideranças estudantis.

De costas Haroldo Franco, presidente da UECSA, ao seu lado Ernani Marinho e o saudoso Guioberto Alves, secretário geral e diretor de esportes da UECSA, respectivamente, e logo depois do deputado, de óculos, José Aldeobaldo Andrade, do Grêmio Acelino de Leão, da Escola Técnica de Comércio, e João Moreira, presidente do Grêmio Ruy Barbosa, do Colégio Amapaense.

Essa reunião contou ainda com as presenças de Otávio Oliveira, prefeito de Macapá, e dos estudantes Elson Martins, Nestlerino Valente, Isnard Lima e Carlos Nilson da Costa, que não aparecem na foto.