Agenda dos candidatos – 4/9

Davi 25
Manhã
Gravação para horário eleitoral
15h Entrevista para rádio Difusora
16h30 Caminhada no Bairro Zerão
Noite:  Plenárias

 

Waldez 12

09 às 12 horas: Gravação de rádio eTV
13 às 14 horas: Reunião com candidatos a deputados estaduais e federais pelo PDT
16 às 17 horas: Reunião com lideranças evangélicas da Igreja Assembleia de Deus a Pioneira
19h30: Reunião com lideranças do bairro Congós
20h30: Reunião com lideranças do segmentos do empreendorismo
21h30 Reunião com o segmentos do esporte

 

Capi 40

Ele estará em Brasília para esforço concentrado de votações no Senado Federal.
9h – Comissão de Direitos Humanos e Legislação (CDH) – Audiência Pública Interativa
10h – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) – Audiência Pública Interativa
11h30 – Comissão de Meio Ambiente (CMA) –  Sessão Deliberativa
14h – Sessão Deliberativa Ordinária no Plenário do Senado Federal
16h – Reunião de Bancada do Amapá para tratar dos recursos para as obras do Hospital Universitário de Macapá.

Cabaré dos Bandidos

Escritor paraense Salomão Larêdo relança importante romance de crítica social: Cabaré dos Bandidos.
Publicado originalmente em 1989 como “Guamares: Cabaré dos Bandidos”, será relançado no dia 13 de setembro, na livraria Fox, em Belém, agora com o título invertido “Cabaré dos Bandidos: Guamares”

O Guamá é um bairro conhecido em Belém, no Pará, por apresentar problemas universais das periferias brasileiras: habitação precária, falta de saneamento básico, pouca infraestrutura de saúde, educação e transporte. Nesse microcosmo o escritor paraense Salomão Larêdo imergiu para escrever “Guamares: Cabaré dos Bandidos”, lançado originalmente em 1989, como uma crítica social. Agora, quase 30 anos depois, o título será relançado pela editora Empíreo, no dia 13 de setembro, às 17h, na livraria Fox, na capital paraense. A entrada é gratuita. Continue lendo

Encontrado o corpo do velejador

Encontrado agora há pouco o corpo do velejador Alexandre de Souza perto do Trapiche Eliezer Levy.
Alexandre sumiu ontem à tarde no Rio Amazonas quando praticava kit surf. Durante toda a noite bombeiros e amigos procuraram por ele na orla de Macapá com a esperança de encontrá-lo vivo.
Pela manhã, praticantes de jet ski se juntaram aos bombeiros na busca pelo velejador e empresário.
Há poucos minutos seu corpo foi encontrado próximo ao trapiche Eliezer Levy, na frente da cidade.
O corpo será  levado para a Polícia Técnica e só depois liberado.
Centenas de pessoas, entre amigos, familiares e curiosos, se aglomeram na orla esperando a remoção do corpo.

Informações que chegam ao blog dão conta que o corpo foi encontrado por um pequena embarcação. O piloto do pequeno barco passou a informação para os integrantes de um grupo de jet ski – que ajudavam na busca. Os rapazes confirmaram tratar-se do corpo do velejador.

A história em chamas

A história em chamas
Ernâni Motta de Oliveira*

Moro no Rio de Janeiro há quase 40 anos e visitei o Museu Nacional por várias vezes. Voltava lá, a cada vez que um amigo de outro estado me visitava, fazendo questão de ficar por lá sem pressa, para que os meus amigos visitantes pudessem degustar bem o seu acervo. Ao mesmo tempo, eu revisitava a História!

E nessas quase quatro décadas, sempre ouvi que o Museu necessitava de recursos para ser restaurado, reformado, mantido! E nenhum, repito nenhum, governo se interessou em atender as suas premências, a fim de evitar o desastre que se viu ontem.

Os autoritários governos militares, o caótico governo Sarney, o tresloucado Collor de Mello e seu suplente Itamar Franco, o presunçoso e imperial Fernando Henrique, os arrogantes petistas e, por fim, esse doidivanas que aí está, ninguém deu a atenção que o Museu Nacional merecia. Por isso, emitir notinhas de lamentações é, no mínimo, escarnecer da História e do povo brasileiro.

As verborreicas desculpas da falta de recursos têm-se repetido, porém, o BNDES mostra-se, a cada governo, perdulário com o dinheiro público, ao colocá-lo nas mãos de empresários-políticos, governos estrangeiros e outros. Isso para ficar apenas em uma das instituições governamentais, por onde os nossos impostos somem, como em um ralo escancarado. Mas, há outros meios e métodos de nosso dinheiro sumir, enquanto a nossa História é destinada ao descaso, ao desprezo, à estupidez dos homens!

O Museu Nacional guardava um acervo de mais de 20 milhões de itens, em seus 200 anos de História, conforme publicado, hoje, em vários meios. E tudo virou cinza! Quanta vergonha, meu Deus!

Ah! Em minhas reiteradas visitas ao MN, uma das salas que me atraía era a que guardava as peças marajoaras, até por ser um nortista, que mesmo depois de 30 e muitos anos jamais tentou desenterrar o meu cordão umbilical daquela terra!

País que não tem História, por certo, será subserviente de outros povos, não tenho o menor pudor em fazer essa afirmação. Infelizmente, esse é o nosso destino!

*Ernâni Motta de Oliveira é jornalista

 

Velejador desaparece no Rio Amazonas

Continua desaparecido o velejador Alexandre de Souza.
Velejador experiente, Alexandre sumiu nas águas do Rio Amazonas ontem à tarde quando praticava kit surf.
De acordo com a Associação de Velejadores do Estado do Amapá -AVAP ele estava velejando quando por volta das 16h40 desapareceu no Rio Amazonas, seus equipamentos (kite, prancha e trapézio) foram encontrados à beira da praia nas proximidades da Fortaleza de São José.
Os colegas perceberam que algo errado havia acontecido quando por volta das 18h encontraram os equipamentos dele na orla. O Corpo de Bomebiros imediatamente foi acionado e iniciou as buscas, mas sem sucesso.
Corpo de Bombeiros e o Grupo Tático Aéreo (GTA) continuam fazendo varredura na área.

A fogueira do descaso – Uma perda incalculável para patrimônio científico, histórico e cultural

E eu que visitei tantas vezes o Museu Nacional não consegui conter as lágrimas ao ver tudo aquilo sendo consumido pelas chamas.
O descaso dos governantes transformou em cinzas a cultura, a história, a ciência, a pesquisa. É muita irresponsabilidade, aliás, é um crime.