Imperdível – Violinista Samara Freitas domingo em Macapá

samaraA violinista Samara Freitas se apresenta amanhã, domingo, às 19h na Galeria Trokkal (Praça Veiga Cabral). É uma rara oportunidade de ver e ouvir esta super talentosa amapaense que já tocou em importantes orquestras sinfônicas do Brasil e atualmente brilha na Alemanha.

Samara Taís Cunha de Freitas é macapaense, tem apenas 31 anos de idade e um currículo invejável na música erudita. Iniciou seus estudos de violino aos 11 anos na Escola de Música de Brasília, onde teve seus primeiros contatos com orquestra sinfônica, tocando por vários anos como primeiro violino na orquestra da Igreja Adventista Central de Brasília e na Orquestra Sinfônica de Ceilândia, sob a Regência da maestrina Helena Herrera. Em 2003 mudou-se para São Paulo, onde estudou com renomados violinistas como Cecília Guida, Ênio Antunes (Faculdades Alcântara Machado- FAAM/FMU) e Elisa Fukuda.

Atuou por vários anos como violinista da Orquestra Sinfônica de Santo André sob a Regência dos Maestros Flávio Florence e Carlos Moreno e na Camerata Fukuda. Em Santo André(SP), teve a honrada oportunidade de iniciar, juntamente com o maestro Rogério Schwindt, o Projeto Locomotiva (orquestra para crianças de 7 à 18 anos, organização sem fins lucrativos), onde descobriu seu amor pelo ensino coletivo de cordas, trabalhando não só com a criação da didática de ensino dos instrumentos do projeto, mas também com a escrita de arranjos, escolha do repertório e regência da orquestra.

Desde 2013 mora na cidade de Colônia na Alemanha, onde aprimorou seus estudos de violino com renomados violinistas como Géza Kapás(Hungária) e Emilian Piedicuta(Romênia) e atuou como violinista convidada da orquestra de ópera Kammeroper Köln. Atualmente é aluna da Hochschule für Musik und Tanz Köln (Escola superior de música e dança de Colônia) e cursa o bacharelado em violino com habilitação em pedagogia instrumental, sob a orientação da violinista Rose Kauffmann. Samara se apresenta com um violino moderno de estilo italiano assinado por Marcello Martinenghi, de 1945.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *