Entardecer com poesia

O entardecer neste sábado foi com poesia, afeto e ternura na minha casa com os queridos poetas Manoel Bispo, José Queiroz Pastana, Jô Araújo, Marven Frnaklin, Ronilson e Jaci Rocha.
E  até um arco-íris debruçou-se sobre nós para ouvir poesia e deixar o encontro mais bonito ainda.

A jornalista e as flores

Jornalista Dulcivânia Freitas, competente assessora de comunicação da Embrapa-AP, é uma flor que adora as flores. Na foto (feita pela colega jornalista Bernadeth Farias), Dulcivânia alegrando ainda mais o meu jardim.

Retrato em preto e branco

gremio2Anos 70 – Jovens do Grêmio Jesus de Nazaré confraternizam no balneário da Fazendinha.
Reconhece alguém? Vou dar umas dicas. Estão nessa foto o sociólogo e escritor Fernando Canto, o advogado Carlos Orlando Fonseca, a jornalista Graça Penafort, o saudoso Bi Trindade.
Ah, eu também estou aí na foto.

(Foto cedida ao blog por Carlos Orlando Fonseca)

Domingo com os amigos

Hoje meu domingo foi assim: encontro de velhos amigos, amigos desde a juventude. E todo mundo riu, dançou, contou histórias, cantou, declamou, deu e recebeu muito afeto. Foi um domingo maravilhoso.

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Os 90 anos de Dona Elza Flexa da Costa

anibal2Quando ela fez 50 anos, as felicitações enviadas a ela via emissoras de rádio eram assim: “Hoje os passarinhos amanheceram cantando. Dona Elza Flexa da Costa completa meio século de vida. Funcionária pública exemplar, Elza recebe neste dia as felicitações de seu vasto círculo de amigos”.

Hoje ela completa 90 anos. As inúmeras felicitações chegam a ela pela internet e pelo celular. E muita gente vai abraçá-la.
Cercada do carinho dos filhos, netos, bisnetos e amigos de todas as idades que fez ao longo do tempo, Elza comemora com sorrisos, histórias e alegria seu aniversário.

Mãe do jornalista Aníbal Sérgio, dona Elza foi amiga da minha mãe. Daí que a nossa amizade – minha com Aníbal – vem dos tempos de criança. E ele foi aluno da minha mãe, professora Delzuite Cavalcante, na escola Coaracy Nunes. O próprio Aníbal conta que no primeiro dia de aula, dona Elza ao deixá-lo na porta da sala, chamou minha mãe e disse: “Delzuite, te entrego meu filho. Dessa porta pra dentro ele é seu. Se ele fizer alguma coisa errada pode botá-lo de castigo e me conta porque além do castigo ele ainda vai apanhar quando chegar em casa.”

Aos 90 anos, dona Elza está “inteiraça”, lúcida, conta histórias de Macapá e sua gente. Já não dança marabaixo, mas onde ouve o batuque das caixas vai lá assistir. Adora almoçar um peixe assado de brasa com açaí. As mãos estão sempre estendidas para acarinhar os netos e bisnetos. Com sabedoria dá conselhos a eles, mas quando é preciso ralha com a mesma firmeza como ralhava com meu amigo Aníbal Sérgio (que, cá pra nós, era um moleque danado).
Cuidadosos, os filhos não gostam que ela fique sozinha em casa. Por isso passa a maior parte do dia na casa da filha Sulica (ali do bar Tio Duca). Mantem o hábito de dormir cedo e acordar cedo, rezar por todos antes de dormir e ao amanhecer.
Dona Elza faz parte da história e da paisagem de Macapá. A ela nossas felicitações pelo dia de hoje e o desejo de que possamos daqui a dez anos comemorar seu centenário com muito marabaixo, gengibirra e alegria.

Feliz aniversário,  Elza Flexa da Costa!