O talento do Amapá no estádio Mané Garrincha

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O estádio  Mané Garrincha, em Brasília, ficou mais bonito com as obras de arte do artista plástico amapaense Ralfe Braga.
As obras, que retratam os principais monumentos da capital federal, foram encomendadas para dar uma nova dimensão criativa em formas e cores, oportunidade em que o artista expõe sua característica marcante: a profusão de cores próprias de quem vive em linhas tropicais.
A partir de agora, quem for ao estádio ou  mesmo assistir jogos pela televisão vai poder apreciar e se encantar com a obra de Ralfe, um amapaense  que faz parte do time dos mais talentosos artistas plásticos brasileiros da atualidade.

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É hoje o lançamento do novo CD de Oneide Bastos

Oneide Bastos lança seu novo CD nesta quinta no Sesc Centro
Renivaldo Costa, especial para o blog

Poucos artistas chegam aos 36 anos de carreira com a vitalidade e o fôlego de um estreante. É o caso de Oneide Bastos, que nesta quinta-feira, 31, realiza a noite de autógrafos do seu novo CD “Quando bate o tambor”. O evento acontece no Sesc Centro (Padre Julio com General Rondon), a partir das 19h.

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Oneide Bastos também tem o mérito de ser matriarca de uma família de artistas de talento reconhecido dentro e fora do Estado como a cantora Patrícia, o músico Paulinho Bastos e a bailarina Geandra. Em 2007, quando completou 30 anos de carreira, foram justamente Paulinho e Patrícia quem assinaram a direção musical e executiva do show “Meu canto”. Ambos, é claro, também estão presentes no CD “Quando bate o tambor”.

O CD reúne canções da Amazônia. São clássicos como “Não peguei o Ita” (Nilson Chaves), “Bacabeira” (de Enrico Di Micelli, Cleverson Baia e Joãozinho Gomes), “Urubu Rei” (Eudes Fraga e Joãozinho) e Jurupari (da própria Oneide Bastos).

Oneide também grava o filho Paulinho Bastos em duas faixas: “Flor da ausência” e “Canto a Amazônia”, esta última, parceira com a própria intérprete, e “Dovê” (música composta em italiano por Oneide Bastos e Agessandro Rego).

Trajetória – Oneide Bastos iniciou sua brilhante carreira musical em 1977 e até 1982 teve participação no grupo musical SEONO. Ao longo deste período, participou de inúmeros musicais e emprestou sua voz a vários corais, como o “Vozes do Amapá”, onde atuou como soprano e solista.
Em 1989 fez turnê pela Guiana Francesa. Inicialmente a proposta era realizar oito apresentações, mas diante do sucesso dos shows, Oneide permaneceu por bem mais tempo em território francês. Além disso, todos os anos, desde 1990, Oneide Bastos é convidada especial do governo do Amapá para representar a mulher amapaense no Dia Internacional da Mulher, em show que já faz parte do calendário artístico-cultural do Estado.

Em 1992, parte para seu primeiro ensaio musical, ainda em LP, intitulado “Tempero Regional”, gravado com cantores paraenses. Em 1994, surge seu primeiro disco, “Mururé”, gravado inicialmente em LP e depois prensado numa edição em CD. O disco recebeu inúmeros prêmios e elogios do público e da crítica, tendo merecido até um poema do escritor e poeta Luiz Alberto Costa Guedes, da Academia Amapaense de Letras.
Em 1996 participou do 1º Especial de Música Popular da Amazônia, produzido pela Amazon Sat e Amapá FM. Em 1997, teve participação especial no show “As mulheres cantam o Amapá”, idealizado pelo produtor Luciano Santos.

Oneide Bastos também foi intérprete dos grupos Trio da Terra, Sonora Brasil e do Projeto Água. Entre 1991 e 2002, foi uma das protagonistas do musical “Meu último tango”, onde contracenou com o bailarino Agessandro Rego.

Em 2001, com o espetáculo “O show”, resgata e valoriza a música brasileira produzida entre 1930 e 2000. Neste mesmo ano, volta a Guiana Francesa com o projeto “Vem ver a cara do Amapá”, produzido em parceria com Luciano Santos. Em 2004 participou como protagonista do musical “O Jardim”, produzido por Paulo Bastos.

FICHA TÉCNICA
Noite de autógrafos do CD “Quando bate o tambor”
Local: Sesc Centro
Data: 31 de janeiro, quinta-feira
Entrada franca

Ela é show!

Ana Martel é  uma das mais completas artistas amapaenses. Excelente cantora e compositora.
Completando 30 anos de carreira, ela está com o show “Ana canta Elis”. Uma maravilha!
Assisti sexta-feira passada na Confraria Tucuju e quero assistir de novo, pois é bom demais.

Gente que faz Macapá mais linda

Mestre Nonato Leal – um dos maiores violonistas que conheço -, cantora e compositora Oneide Bastos e cantor Leonam – Gente que faz Macapá melhor, mais linda, mais musical, mais feliz.
Ontem Nonato Leal me contou que está nos seus planos lançar um CD com músicas vencedoras dos antigos festivais amapaenses da canção. Esse resgate merece todo o apoio

Ana Martel canta Elis na Confraria Tucuju

Mais um show imperdível da cantora Ana Martel no dia 28 de setembro, sexta-feira, a partir das 20 horas na Confraria Tucuju.

Coincidentemente, a carreira musical de Ana Martel começou no mesmo ano em que Elis Regina partiu. E agora em 2012, completando 30 anos de atividade musical, a cantora amapaense decidiu comemorar este momento especial em sua carreira homenageando a saudosa Elis Regina.

Com músicas compostas por Adoniram Barbosa, Edu Lobo, Vinicius de Moraes, João Bosco, Milton Nascimento, Fernando Brant e outros compositores interpretados por Elis, Ana Martel mostra mais uma vez para o público, canções inesquecíveis do repertório de Elis e também de seu álbum (SOU ANA).

Neste show, Ana Martel contará com a direção musical do trompetista Siney Saboia e com os músicos que já a acompanham em outros momentos de sua carreira. Fabinho (violão e guitarra), Hian Moreira (contrabaixo), Valério de Lucca (bateria),   Marcelo (Sax) e Jefri Redig (piano).

(Ascom/Confraria Tucuju)

Oficina de palhaço

Calma! A oficina não é para aqueles políticos que pretendem se aprimorar cada vez mais  quesito zombar do eleitorado.

É para quem ama a verdadeira arte e quer se aventurar nos picadeiros levando alegria, fazendo o povo rir.

Veja o que manda dizer a Secretaria de Cultura:

Estão abertas inscrições para Oficina de Palhaço
com artista de renome internacional

Lana Sultani, reconhecida e premiada atriz e palhaça do cenário nacional e internacional, estará entre os dias 23 e 26 de julho em Macapá ministrando uma oficina de Introdução ao Palhaço, no Sesc. A iniciativa é do Movimento Cultural Desclassificáveis, em parceria com o coletivo amapaense Amazourbanidade e Academia Amapaense de Circo, com apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e Sesc Amapá. As inscrições estão abertas no endereço eletrônico contato@desajuste.com.br, ao preço de R$ 20,00.

A oficina propõe a descoberta e o desenvolvimento da linguagem do palhaço a partir de jogos, improvisações e exercícios corporais específicos. O processo do aluno no curso é uma jornada individual para encontrar sua maneira única e própria de ser palhaço, através de sua sinceridade, fragilidade e essência.

Alguns pontos do trabalho: impulso, medo do vazio, vulnerabilidade, prazer,cumplicidade, fracasso, reversão do jogo.

Sobre a oficineira

Lana Sultani é atriz e palhaça. Formada em Artes Cênicas pela Ecole Philippe Gaulier (Paris – França) e Senac (São Paulo), estudou também com Eric de Bont (Espanha), Cristiane Paoli Quito, Bete Dorgam, Esio Magalhes e outros. Coordenou e lecionou em Berlim (Alemanha) o Clown’s Meeting. Nos palcos, como clown, fez espetáculos no Brasil e Espanha “Donde estas la Playa” ,”Arena” ,”Las Aguas de Marzo”. Lana foi a primeira colocada no “Festival de Clown Julia Bergman” tanto pelo júri oficial quanto pelo júri popular, e também eleita a palhaça-revelação com a apresentação “Nado Quase Sincronizado”.

Serviço:
Evento: Oficina de Introdução ao Palhaço
Local: Sesc Amapá, Rua Jovino Dinoá, 4311, bairro Beirol
Período: de 23 a 26 de julho
Horário: 19h às 22h
Inscrições via e-mail: contato@desajuste.com.br

(Rita Torrinha/Secult)