Ibope aponta Roberto e Clécio no 2o turno

Pesquisa do Ibope divulgada há poucos minutos pela TV-Amapá indica que o segundo turno será disputado entre o atual prefeito Roberto Góes (PDT) e Clécio Luís (PSOL).

De acordo com a pesquisa, Roberto Góes tem 35% das intenções de voto e Clécio Luís tem 25%.
Em terceiro lugar está Cristina Almeida (PSB) com 14%, seguida de Davi Alcolumbre (DEM) que tem 10%,  Genival Cruz (PSTU) com 3% Evandro Milhomem (PCdoB) com 2%.

A margem de erro é de 4%

O Ibope entrevistou 602 eleitores no período de 3 a 5 de outubro. 3% disseram que votarão em branco ou nulo e 8% declararam estar indecisos.

A pesquisa foi registrada no TRE-AP sob o número 00010/2012.

Compra de votos: MPE apreende 20 mil reais em pneu de carro

Na noite desta sexta-feira, 5 de outubro, durante fiscalização, o Ministério Público Eleitoral no Amapá (MPE/AP) apreendeu R$ 20 mil escondidos no interior do pneu de um carro. O valor seria transportado para Cutias do Araguari. A promotoria da 10ª zona foi informada da situação por meio de denúncia anônima.

Segundo a denúncia, havia no veículo várias cédulas para distribuir na compra de votos. A beneficiada seria a candidata a prefeita Ielda Ferreira de Oliveira (PSB). Quem dirigia o carro era Wagner Oliveira Barreto, filho dela.

No carro foram encontrados santinhos do candidato a vereador Caio Isacksson (PSB). Para os fiscais do MPE/AP, Wagner alegou que um desconhecido deixou o material de campanha no capô do veículo sem que ele tivesse percebido. Sobre o dinheiro, justificou que era fruto da venda de um terreno. Disse ter escondido o valor no interior do pneu para evitar assalto.

Wagner Barreto e o dinheiro foram encaminhados para a Polícia Federal. O delegado reteve a quantia. O envolvido foi liberado. A situação será averiguada.

(Assessoria de Comunicação Social/Ministério Público Eleitoral no Amapá)

Compra de votos: motoqueiros e coordenador de campanha são detidos

O Ministério Público Eleitoral no Amapá (MPE/AP) flagrou cerca de 50 motociclistas recebendo dinheiro para abastecer os veículos, entre eles mototaxistas legalizados. Um homem, identificado como coordenador de campanha do candidato a vereador Augusto Aguiar (PMDB) portava mais de 900 reais. O MPE/AP concluiu que o dinheiro era utilizado para pagar combustível com a intenção de obter votos para o candidato.

A equipe de investigação composta por servidores do MPE/AP, do TRE e policiais militares foi designada ao bairro Beirol após receber denúncia. Efetuado o flagrante, as pessoas foram encaminhadas à Superintendência da Polícia Federal. Depois de prestar esclarecimentos foram liberadas.

A PF vai apurar indícios de compra de votos. Se comprovada a prática, candidato e eleitor podem ser punidos com pena de quatro anos de prisão e pagamento de multa. Para o candidato, pode resultar em cancelamento do registro da candidatura, cassação do diploma e perda do mandato, se eleito.

Denúncia – O MPE/AP recebe e apura denúncias de irregularidades eleitorais. Para que a investigação seja levada adiante, é fundamental que haja a maior quantidade de detalhes possível, inclusive fotos ou filmagens. O cidadão pode denunciar pelo número 3198 1705, e-mail denuncia.eleitoral@mp.ap.gov.br ou em formulário online no endereço www.preap.mpf.gov.br.

(Assessoria de Comunicação Social/Ministério Público Eleitoral no Amapá)

Agora ficou mais fácil denunciar

MPF/AP amplia horário de atendimento durante o período eleitoral

Até 26 de outubro, o Setor de Atendimento ao Público da Procuradoria da República no Amapá vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h. A ampliação do horário é para atender, principalmente, às representações eleitorais.

Além da possibilidade de comparecer à unidade do Ministério Público Federal, à Rua Jovino Dinoá, 468, Jesus de Nazaré, é possível fazer denúncias por telefone ou pela internet. A Procuradoria Regional Eleitoral no Amapá dispõe de formulário online para recebimento de informações de irregularidades, no endereço www.preap.mpf.gov.br.

O cidadão também pode enviar notícia de crimes ou infrações eleitorais para o e-mail denuncia.eleitoral@mp.ap.gov.br. Por telefone, em Macapá, os eleitores podem relatar irregularidades para o Ministério Público Eleitoral pelo número: (96) 3198 1705.

(Assessoria de Comunicação Social/Procuradoria da República no Amapá)

Justiça Eleitoral suspende venda de cartelas do Amapá da Sorte

A pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE/AP), a Justiça Eleitoral suspendeu a venda de cartelas e a realização de sorteio do Amapá dá Sorte para o dia das eleições. Segundo apurou o MPE/AP, o dinheiro obtido seria utilizado na compra de votos para beneficiar Volnei de Jesus Oliveira (PCdoB), sócio da empresa e candidato a vereador.

Em investigação, o MPE/AP concluiu que o crime eleitoral seria praticado por meio dos pontos de venda. “A suspeita sobre a estratégia criminosa, com o apoio da estrutura do Amapá dá Sorte… precisa ser desmontada para o bem da democracia”, declara o juiz eleitoral Luciano de Assis, na decisão.

O magistrado considera que a suspensão temporária da venda de cartelas no dia da eleição, … surtirá efeitos positivos para o processo eleitoral”. A comercialização dos certificados de contribuição deve permanecer suspensa até 8 de outubro. Até lá, também não poderá ser realizado  qualquer sorteio.

Caso seja descumprida a ordem, o juiz determinou o pagamento de multa de R$10 mil para cada ponto de venda encontrado funcionando.

Amapá dá Sorte – O Amapá dá Sorte é réu em ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal em 2011. A empresa capta poupança popular por meio de oferta pública de certificados de contribuição. A prática mascara a exploração de jogos de azar, o que é proibido por lei. A ação está em trâmite na Justiça Federal.
(Assessoria de Comunicação Social/Procuradoria da República no Amapá)

O OUTRO LADO
O candidato Volnei de Jesus Oliveira (PCdoB) disse ao blog que não é sócio da empresa Amapá da Sorte e que desde o ano passado não tem qualquer relação com tal empresa.

PF apreende 4 toneladas de alimentos e material de campanha de Roberto Góes

Por determinação da Justiça Eleitoral, a Polícia Federal apreendeu cerca de quatro toneladas de alimentos e material de campanha do prefeito de Macapá, candidato à reeleição, Roberto Góes (PDT).  O trabalho foi resultado de ação do Ministério Público Eleitoral no Amapá (MPE/AP), por meio do promotor eleitoral auxiliar André Luiz Dias Araújo. A medida de busca e apreensão foi cumprida na manhã desta quarta-feira, 3.

O MPE/AP apurou que Pedro dos Santos Martins e Rodrigo Flávio Portugal Alves, declaradamente ligados ao prefeito Roberto Góes, estavam armazenando alimentos não perecíveis para distribuir, possivelmente, durante o período eleitoral. A suspeita era de que os produtos seriam acondicionados em cestas básicas e trocados por votos para beneficiar o candidato à reeleição.

Os gêneros alimentícios foram apreendidos no prédio do jornal “O Pavio” e do programa “Batendo Lata”. O juiz eleitoral Rommel Araújo de Oliveira considerou “no mínimo estranho que a sede de um periódico guarde grande quantidade de alimentos”. No local, também foram encontrados cartazes e bandeiras com nome e número de Roberto Góes. O material foi encaminhado à sede do TRE.

Inquérito – A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar a prática de crime eleitoral pelos envolvidos. Sobre a suspeita de compra de votos, na decisão, o juiz salienta: “tal prática criminosa… contamina todo o processo eleitoral e merece posição enérgica no sentido de se coibir qualquer conduta neste sentido”.

(Assessoria de Comunicação Social/Ministério Público Eleitoral no Amapá)

O OUTRO LADO
Rodrigo Portugal e Pedro Martins negaram que os alimentos seriam usados para captação ilícita de votos. Eles disseram que esses alimentos foram arrecados numa caminhada de estudantes realizada semana passada com o intuito de ajudar pessoas carentes. Ressaltaram que todos os anos – de eleição ou não – fazem essa ação e outras e citaram a realizada ano passado para ajudar na construção do Instituto do Câncer Joel Magalhães.

Nota da Coligação Unidade Popular

Adversários de Clécio jogam sujo na reta final

Aconteceu que o que esperávamos. Os adversários de Clécio 50, sem argumentos lícitos para enfrentar o debate limpo, e sem compreensão do verdadeiro papel democrático do pleito eleitoral, partiram para a baixaria. Esperaram sorrateiramente a última semana de campanha e, como reza a velha política que praticam, espalharam um panfleto apócrifo contendo todo tipo de absurdos contra o candidato do PSOL e da Unidade Popular.

Mais do que responder aos eleitores, nos sentimos na obrigação de demonstrar toda nossa indignação contra quem se utiliza de métodos sórdidos para agredir, não apenas ao candidato oponente, mas à cada homem, cada mulher, cada jovem e cada criança que compõem a sociedade. Uma agressão à liberdade de escolha, às regras lícitas da disputa, à inteligência e ao sentimento das pessoas.

Quem pratica esse tipo de ação criminosa, sujando uma festa que deveria ser plenamente ordeira e limpa, a festa da democracia, não merece ficar impune. Por essa razão, tomaremos todas as providências legais para que as forças policiais, o Ministério Público e a Justiça encontrem e punam os criminosos, sejam eles de que partido forem.

A vontade do povo vencerá!

Ass. Coligação Unidade Popular