31 anos de saudade

20 de julho é Dia do Amigo e há exatos 31 anos  minha mãe, professora Delzuite Maria Carvalho Cavalcante, pioneira do magistério amapaense, partiu ao encontro do maior e melhor amigo: Deus.
A saudade é imensa. E ainda dói.

Paraense, Delzuite Cavalcante veio para o Amapá ainda muito jovem, a convite de Janary Nunes,  tão logo foi criado o Território Federal do Amapá. Lecionou em diversas regiões do interior, às margens de rios e estradas, desenvolvendo seu trabalho no Araguari, Aporema, Cajari e Campina Grande. Sob a luz de lamparinas preparou uma geração de jovens.
Em Macapá, lecionou no Alexandre Vaz Tavares. Fez parte do primeiro quadro de professores das escolas Coaracy Nunes e José de Anchieta. Trabalhou também com educação de adultos no Centro de Ensino Emílio Médici.

Poetisa, amante da cultura e da educação, ao deixar a sala de aula continuou seu trabalho em outros setores de formação da juventude, como a Divisão de Assistência ao Estudante e o Departamento de Assuntos Culturais (hoje Secult).

Delzuite Cavalcante era filha de um português, Domingos Pereira de Carvalho, com  Jacinta Alves Carvalho.

Casou-se em 1953 com o poeta e jornalista Alcy Araújo Cavalcante com quem teve quatro filhos: Alcione, Alcinéa, Alcilene e Alcy Filho. Teve duas filhas adotivas: Genassuema e Adélia.

Mãe, na saudade dos que te amam descansa na paz de Deus.

A mais linda miss caipira do mundo

Minha neta Alice, que ontem completou quatro meses, e ganhou um mini arraial com bandeirinhas, balões, fogueira, música junina e guloseimas.
Alice enfeita nossa vida de amor, alegrias, risos e ternura. É nosso imenso amor.
Nas fotos, nossa mais linda miss caipira do mundo no colo dos pais Márcio e Luciene

Alice

Para minha neta Alice, trecho do belíssimo poema “Bênção” do meu pai Alcy Araújo:

“Que te abençoe a rosa
e te abençoe o pássaro liberto.
Não te falta nunca a larga bênção
da árvore à margem do caminho
nem a bênção que vem dos sinos
quando a tarde cai acendendo mistérios.
Que te abençoe o Anjo
que guarda a tua ternura
e não te falte jamais a bênção do amor.”
(Extraído do livro Poemas do Homem do Cais, lançado em 1983 no RJ)

Feliz aniversário, Alcilene!

Ela é linda, tem coração de ouro e alma iluminada, é guerreira e terna, administradora das mais competentes, jornalista antenada que comanda o blog Repiquete e apaixonada pelo carnaval. Ela é minha irmã Alcilene Cavalcante e está de aniversário hoje..
Mana, porque te amo tanto começo o dia comemorando, festejando e agradecendo a Deus.
E pedindo a Ele que derrame chuvas de bênçãos sobre você para que continues navegando pelo mar da vida com alegrias, saúde, paz e dando e recebendo muito amor.
E saiba que:
“Eu tenho as mãos sortidas de carinho.
O coração úmido de ternura
desde que Deus inaugurou a tua presença”
(Alcy Araújo)

30 anos de saudade

 

mae20 de julho é Dia do Amigo e há exatos 30 anos  minha mãe, professora Delzuite Maria Carvalho Cavalcante, pioneira do magistério amapaense, partiu ao encontro do maior e melhor amigo: Deus.
A saudade é imensa. E ainda dói.

Paraense, Delzuite Cavalcante veio para o Amapá ainda jovenzinha, a convite de Janary Nunes,  tão logo foi criado o Território Federal do Amapá. Lecionou em diversas regiões do interior, às margens de rios e estradas, desenvolvendo seu trabalho no Araguari, Aporema, Cajari e Campina Grande. Sob a luz de lamparinas preparou uma geração de jovens.
Em Macapá, lecionou no Alexandre Vaz Tavares. Fez parte do primeiro quadro de professores das escolas Coaracy Nunes e José de Anchieta. Trabalhou também com educação de adultos no Centro de Ensino Emílio Médici.

Poetisa, amante da cultura e da educação, ao deixar a sala de aula continuou seu trabalho em outros setores de formação da juventude, como a Divisão de Assistência ao Estudante e o Departamento de Assuntos Culturais (hoje Secult).

Delzuite Cavalcante era filha de um português, Domingos Pereira de Carvalho, com uma negrinha linda de cabelos lisinhos, Jacinta Alves Carvalho.

Casou-se em 1953 com o poeta e jornalista Alcy Araújo Cavalcante com quem teve quatro filhos: Alcione, Alcinéa, Alcilene e Alcy Filho. Teve duas filhas adotivas: Genassuema e Adélia.
Delzuite e Alcy conheceram-se em Belém e lá começaram a namorar. Ele foi a primeiro a vir para Macapá para trabalhar como redator do governo do Território Federal do Amapá. Meses mais tarde ela veio e aqui casaram-se.

Hoje, pela passagem dos 30 anos de seu falecimento, nossa família manda celebrar missa às 19h no Santuário  Nossa Senhora de Fátima.

Mãe, na saudade dos que te amam descansa na paz de Deus.