Beleza masculina – David Souza Aviz, o Mister Brasil

Ele sonhava ser jogador de futebol, mas em vez da bola no pé pegou uma caixa de marabaixo e desfilou na passarela sua simpatia, beleza, conhecimento das tradições culturais e consciência ambiental e assim venceu um concurso nacional de beleza masculina ganhando o título de Mister Brasil Pan Americano.
Ele é o amapaense David Souza Aviz, 19 anos, 1,82 metro de altura e 81 quilos, nascido na comunidade rural de Cupixi. O concurso aconteceu no inicio deste mês, em Belém (PA). Durante um ano vai reinar como uma espécie de embaixador ecológico, pois o concurso não se prendia apenas à beleza física e desenvoltura, mas também ao conhecimento de questões ambientais e compromisso com o meio ambiente. E ele, que veio de uma comunidade rural, sabe muito bem o que é isso. “Agora tenho que ter ainda mais compromisso em conscientizar as pessoas para a importância de se preservar o meio ambiente”.
O menino, que sonhava ser jogador de futebol, se prepara para prestar vestibular para Educação Física. “Quero ser um profissional bem sucedido e respeitado na área de Educação Física”, diz.
Apesar dos inúmeros convites que tem recebido para participar de outros concursos de beleza e atuar como modelo, David não pensa em adiar seu ingresso na faculdade.

Advogada amapaense brilha em São Paulo

Profissional conceituada em São Paulo a advogada amapaense Josimary Rocha brilhou quinta-feira, 6, na Livraria da Vila lançando seu primeiro livro: “O Direito Humano à Oportunidade”

A noite de autógrafos foi prestigiada por grandes nomes do mundo jurídico entre os quais o famoso perito Ricardo Molina.
O livro é fruto de sua dissertação do Mestrado em Direito (PUC/SP) e propõe uma interessante correlação entre o direito à oportunidade como instrumentalização da dignidade.

E Josimary continua brilhando. No próximo dia 27 ela estará na Casa da Advocacia e da Cidadania de Itaquera palestrando sobre “Aspectos Polêmicos das Escutas Telefônicas”

Notáveis

memo15Os irmãos Eduardo Costa e Telma Duarte. Ele conceituado cardiologista reconhecido em todo o Brasil; ela advogada e presidente da Confraria Tucuju com importantes trabalhos de resgate e valorização da cultura e história do Amapá.
Os dois foram merecidamente homenageados pelo Memorial Amapá como notáveis edificadores do Amapá pelo legado construído.
Eduardo recebeu a comenda ano passado; Telma este ano.

A notável Maria Helena Amoras

b18a
Foto: Flávio Cavalcante

Maria Helena Amoras, escritora, professora, poetisa. Lecionou em diversas escolas, foi vice-diretora em algumas, diretora da Associação dos Professores do Amapá, professora de várias gerações, é uma das homenageadas pelo Memorial Amapá com a comenda de Notável. Homenagem merecidíssima.

Ela tem mais de 80 anos de idade e continua escrevendo belas poesias com o mesmo fôlego da juventude. Agora está finalizando mais um livro que deve ser lançado no comecinho do ano que vem.
Amapaense da gema, nasceu em maio de 1930 no município de Amapá. Aos 18 anos transferiu-se para a capital Macapá para cursar a Escola Normal (antigo IETA) já trazendo na bagagem algumas poesias.

“Saudade!
Vai lá nos campos
onde nasci e me criei. Toca nas flores,
nas flores dos galhos do mato…
respira o vento dos cataventos
e dá o meu abraço…”

Professora aposentada de Português, atualmente Maria Helena mora em Belém mas de vez em quando vem rever amigos, ex-alunos, poetas e parentes que moram em Macapá. Desta vez veio para receber a homenagem do Memorial e foi alvo de afetos por parte de seus ex-alunos e poetas.

b2b
Depois de receber a comenda, Maria Helena foi recepcionada no Pano da Poesia pelo Movimento Poesia na Boca da Noite e Associação Literária do Amapá

“Voa saudade!
Nas asas do vento…
Embala a criança
que sonha e que ri…
No berço das mágoas
eu fico aqui”

Helena escreve poemas, crônicas, contos. Está na Coletânea Amapaense Poesia e Crônica, lançada em 1988.
De vez em quando publica algumas de suas poesias  na página que mantem no Facebook, onde também presta homenagem aos poetas amapaenses.

Dentre as poesias que mais gosto de Maria Helena estão “Saudade” (que postei dois trechos acima) e “Vida”, que posto abaixo.

VIDA
(Maria Helena Amoras dos Santos)
O sol veio…Despertou, subiu,
esquentou
declinou
e morreu dentro de mim…
E a lua veio…
Acenou, riu
e falou pra mim
palavras de amor:
– És fonte,
inspiração de vida.
Razão de harmonia.
Em cada lágrima caída
está a tua dita.
Não te queixes
porque tudo é fantasia:
sonhos
ilusões
paixões
e melancolia…
Levanta,
anda, corre e ri.
A vida é o amor
que ainda brota em ti.

O notável Anselmo Guedes

anselmoCampeão brasileiro de natação em 1956, professor de educação física e um dos grandes técnicos de natação, meu amigo e vizinho Anselmo Guedes é agora um dos imortais da Academia de Notáveis Edificadores do Amapá. Ele foi homenageado sexta-feira pelo Memorial Amapá merecidamente pelo legado construído.

Meu poeta, eu hoje estou contente

bispo3Manoel Bispo e César Bernardo receberam comenda ontem do Memorial Amapá e agora são imortais da Academia dos Notáveis Edificadores do Amapá.
Bispo é poeta, compositor, artista plástico, professor, escritor, pedagogo. É um dos mais importantes poetas do Amapá.
César Bernardo é poeta, jornalista, professor, escritor, pesquisador e um grande exemplo de solidariedade.

Os dois tem coração terno, alma iluminada, várias obras publicadas e fazem parte do Movimento Poesia na Boca da Noite. Orgulham as artes, principalmente, a literatura amapaense.

Ah, tive a honra de entregar a comenda ao Bispo.

Notáveis – Pura emoção

emocao6Momentos de pura emoção da professora Carmem Chagas e de Pedro Oldemir Barbosa, o Batintim, homenageados pelo Memorial Amapá como notáveis edificadores do Amapá.

Carmem Chagas, que atualmente mora em Manaus, lecionou por muitos anos Ciências no Colégio Amapá. Uma professora constantemente lembrada por seus milhares de ex-alunos. É considerada uma das mestras mais queridas do Amapá.

Batintim comandou por décadas a banda marcial do Colégio Amapaense, que era sucesso nos desfiles de 7 e 13 de setembro. Ensinou muitos jovens a tocar caixa, surdo, tarol, deu lições de vida e disciplina. Além disso, foi jogador e árbitro de futebol.

Carmem Chagas e Batintim fazem parte da história do Colégio Amapaense e da educação do Amapá.

(Fotos: Flávio Cavalcante)

Notáveis edificadores do Amapá

ontem3Justíssima homenagem do Memorial Amapá a João Cruz e Hernani Vitor Guedes.
João Cruz é uma das lideranças quilombolas, puxador de ladainha, tocador de caixa de Marabaixo e sempre lutou pela preservação e valorização do Marabaixo.
Ernani Guedes é músico e nos anos 70 teve a ousadia de produzir o primeiro disco (na época os famosos LPs – bolachão) amapaense. De um lado, músicas do grupo Os Mocambos, fundado por ele; do outro, marabaixo. Além de músico, Hernani é farmacêutico e foi um dos primeiros da região.

Amapaenses chegando para o II Encontro do Memorial

ritaAmapaense que mora há muitos anos no Texas (EUA), Rita Goebel chegou ontem em Macapá para participar do II Encontro do Memorial Amapá que acontece nos dias 8, 9 e 10. Amapaenses estão vindo de várias partes do mundo para o Encontro que, com certeza, repetirá o sucesso do ano passado.
Na foto Rita com sua mãe Otília. Dona Otília – que é minha vizinha – é só paparicos para a filha que veio de longe.