Amapaenses chegando para o II Encontro do Memorial

ritaAmapaense que mora há muitos anos no Texas (EUA), Rita Goebel chegou ontem em Macapá para participar do II Encontro do Memorial Amapá que acontece nos dias 8, 9 e 10. Amapaenses estão vindo de várias partes do mundo para o Encontro que, com certeza, repetirá o sucesso do ano passado.
Na foto Rita com sua mãe Otília. Dona Otília – que é minha vizinha – é só paparicos para a filha que veio de longe.

Retrato em preto e branco

mariafaçanhaA foto é dos anos 60. Desfile da “Tecidos Bangu” em noite de gala na Piscina Territorial. A bela modelo é Maria Façanha.
Quem lembra ou ouviu falar dos grandes desfiles de moda que a empresa “Tecidos Bangu” realizava por todo o país?

(Foto cedida ao blog por Wank do Carmo)

De amigo para amigo – Por Ernâni Motta

De amigo para amigo
Por Ernâni Motta

ernaniÉramos dois moleques, ali pela faixa dos 13, 14 anos, e, embora morássemos no mesmo bairro, nós não tínhamos a menor aproximação. Fomos nos encontrar nos Correios, como dois projetos de carteiros, que não vingaram como tal. Tínhamos ambições maiores, sem menosprezo ao ofício, que tem uma missão importantíssima nas vidas das pessoas, sem que dela tenham noção.

E, como dois projetos de carteiros, fomos sedimentando uma amizade que permanece sólida até hoje. Ah! Os anos, em que tudo começou, foram lá pela metade da década de 1960, quando Macapá, também, era um projeto de cidade. E, por isso, era bela, provocante e adorável!

O Sol inclemente da Linha imaginária do Equador só faltava nos torrar os miolos, mas, caminhávamos, inicialmente, a pé mesmo, depois, sobre velhas bicicletas, pelas ruas de Macapá, que não se excediam a um quadrilátero, que guardo na memória até hoje. Eram poucas as ruas e avenidas e praças, que contadas, não ocupavam todos os dedos de u’a mão, mas, era o cenário sobre o qual trabalhávamos, divertíamo-nos, forjamo-nos como homens conscientes da nossa cidadania, ainda que disso só viéssemos ter verdadeira noção anos depois.

As velhas bicicletas, compramos com as nossas economias, formadas com o que recebíamos das pessoas que, generosamente, nos gratificavam, já que não tínhamos salário. Isso é uma história meio complicada, mas, vou tentar explicar. Os Correios, por ser uma instituição pública, não podiam nos contratar sem concurso e estes nunca foram realizados em Macapá. E se fossem, devido à nossa pouca idade, não poderíamos participar, então, como nossos pais conheciam os funcionários dos Correios, estes nos admitiram, sem salários, para exercermos as funções de carteiros. Mas, isso nunca fez com que nos sentíssemos diminuídos, constrangidos ou coisa parecida!… Muito pelo contrário, os nossos espíritos de moleques divertiam-se, com as caminhadas diárias pelas ruas empoeiradas, esburacadas e escaldantes de Macapá.

Pois é, além de nossas famílias, muitos foram os que nos ajudaram nesse caminhar e, para não ser injusto, não vou citar nomes, porém, rogo a Deus que os recompensem por tudo, mesmo aqueles que já estão no andar de cima.

Com o passar dos anos, nos afastamos, ganhamos caminhos diferentes, sem nunca, entretanto, abandonarmos a

Jacson Coelho
Jacson Coelho

amizade que construímos ao longo dos anos. Hoje, quase meio século depois dessa inesquecível aventura, estou aqui no Rio de Janeiro e o meu amigo lá em Macapá. E, vocês devem estar curiosos porque me lembrei dele hoje, não é verdade? Pois bem, é o seguinte, o meu amigo tem nome, óbvio, é o Manoel Jacson De Amorim Coelho! E a lembrança deve-se ao fato de hoje ser o dia do aniversário dele.

Ao meu amigo, esposo e pai, como poucos existem nesses novos tempos; avô carinhoso; filho extremado; amigo leal sincero, fraterno, divertido, generoso, enfim, dotado dos mais belos e gentis adjetivos, abraço, como um grande irmão, rogando a Deus que lhe presenteie com vida longa, pontuada de sucesso e felicidades, com saúde, paz, muita gente, ao seu redor, dividindo com ele muito amor.

Jacson, meu amigo, aquele abraço!

Um passeio muito romântico

ranolfoJornalista Ranolfo Gato começa o mês dos namorados fazendo um romântico passeio de gôndola com sua esposa Tereza nos canais de Veneza.
Dizem que o casal que trocar um beijo ao passar pela Ponte dos Suspiros terá garantido o amor eterno.
O casal está de férias na Europa fazendo um giro por oito países.

Tia Zefa completa hoje 100 anos de idade

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Os tambores estão rufando e os cantadores estão cantando comemorando o aniversário de Tia Zefa,  uma das maiores expressões do Marabaixo.
E tem gengibirra, saia florida e foguetório nesta sexta-feira quando Tia Zefa completa cem anos de idade. Um século de existência.
Tia Zefa é história viva, é a cara de Macapá, faz parte da paisagem desta cidade e sua vida é marcada pela luta em defesa e valorização do Marabaixo. Aos cem anos ela ainda canta e dança, puxa ladrão e roda a saia.

zefa2Tia Zefa abençoando Tia Biló no ciclo do Marabaixo de 2014 (Foto: Max Renê)

É campeão!

ademar

A escola de samba Bole-bole sagrou-se campeã do carnaval paraense. Na foto, o intérprete de samba de enredo Ademar Carneiro, que já é mais amapaense que paraense.
Ademar há anos é o intérprete oficial da Bole-bole, em Belém, e da Piratas da Batucada, em Macapá. É um colecionador de títulos carnavalescos.
Parabéns, Ademar, por mais esse título.

Gente feliz e muito amada

ernaniCasal Ernâni Motta e Marli – Décadas de um casamento super feliz e cheinho de amor. Ernâni é jornalista e bancário aposentado. É amapaense, mas há anos o casal mora no Rio de Janeiro onde curte merecidamente a aposentadoria.
Sobre a adorável esposa Marli, Ernâni diz: ” É a mulher que Deus reservou para ser a minha companheira de uma vida cheia de tudo, de muitos risos, de poucas lágrimas, de encontros e desencontros, de momentos de provocações e calmaria, de impaciência e tolerância, de muitas lutas, de pequenas derrotas e louvadíssimas vitórias e conquistas.”