Macapa 262 anos – Hoje tem samba no Mercado

Começa hoje a programação da Prefeitura  em comemoração aos 262 anos de Macapá.
A partir das 20h tem samba no Mercado, além de uma belíssima exposição do artista plástico Wagner Ribeiro.
Confira:
20h – Júlia Medeiros;
21h – Samba de Jorge (Jorginho do Cavaco);
22h – Pagode do Maradona (Deivide Maradona);
23h – Banda Sakarolha (Tarso Tiassu);
19h às 23h – Wagner Ribeiro – Exposição de Artes Visuais.

Égua, maninho! Tu jura que vou perder o carnaval

Um dos pontos marcantes em todas as cidades, com certeza, é seu dialeto local. Macapá fará 262 anos, e para homenagear nossa linda cidade, que tal conhecer um pouco mais das expressões que, muitas vezes, usamos sem perceber, mas que transmitem muito bem a mensagem que queremos passar? E aí, maninho(a), conheces todas as nossas formas de expressão linguística?

O amapaense tem um jeito todo dele de expressar suas emoções e estado de espírito. Em algumas delas somos parecidos com nossos vizinhos paraenses. Como eles, também usamos a palavra “égua” para expressar alegria, tristeza, descontentamento, susto e muitas outras emoções, tudo depende da entonação e ocasião em que a pessoa fala a palavra.

Frases como “Tu jura, não?” (claro que não), “não, é pão!” (para confirmar algo já dito), “pai d’égua” (algo bom), “não, é cuia” (também para confirmar algo já dito) são comuns nas conversas entre amapaenses. A lista de palavras e frases é extensa, mas, com certeza, o mais comum é o tratamento “maninha(o)” ou simplesmente “mana(o)”, para falar com alguém, ou mesmo “vizinha(o)”, mesmo a pessoa não residindo ao seu lado, mas se está perto e a outra pessoa precisa de algo, ela pode ganhar esse tipo de tratamento sem que haja qualquer objeção a isso.

Se vai chamar a atenção do outro por falta de atenção durante alguma ação, é comum ouvir a frase “és pomba lesa, é?” ou simplesmente “pomba lesa”. E para demostrar que algo é grande ou pequeno, é comum ouvir o amapaense dizer sobre o que se refere é “gito” (pequeno) ou “gitinho” (muito pequeno) ou ainda é “porrudo” (grande) ou “do porrudo” (muito grande).

A diversidade de gírias e dialetos é extensa, assim como nossa cultura e nossa arte. Somos uma linda mistura de povos, culturas e tradições, e para comemorar os 262 anos da capital, a Prefeitura de Macapá preparou uma programação porreta (legal), ou se preferir, uma programação “pai d’égua”. Serão cinco dias de festa, que iniciará no dia 31 de janeiro.

Então maninha(o), “discunjuro” você perder essa programação que está só o “filé da gurijuba”!

(Texto: Aline Brito, Assessora de comunicação/PMM)

Para conhecer outras expressões e gírias clique aqui

 

Prefeitura entrega novo Mercado Central ampliado e revitalizado à população de Macapá

Ampliado e totalmente revitalizado. Assim a Prefeitura de Macapá entregou o novo Mercado Central à população, nesta quinta-feira, 16. Com recursos oriundos de emenda parlamentar do senador Randolfe Rodrigues, no valor de R$ 2,5 milhões, e mais R$ 1,2 milhão de contrapartida do Município, o espaço traz o conceito moderno e representa um grande resgate histórico e cultural da cidade, o que irá contribuir para o desenvolvimento econômico local com a geração de novos empregos, o aumento do comércio, do turismo e do lazer.

Para o prefeito de Macapá, Clécio Luís, essa entrega é mais do que significativa, é devolver um símbolo histórico, cultural e econômico à população. “Quero agradecer ao senador Randolfe, que, logo quando assumimos o primeiro mandato, colocou essa emenda que tornou possível a reabertura desse espaço que é um símbolo de nossa cidade, onde parte da sua história foi escrita. É uma obra fantástica, que mantém as tradições e, ao mesmo tempo, moderniza um equipamento público que é muito mais que um prédio, é um marco na nossa gestão, realmente um resgate da nossa história”, enfatizou.

Clécio ressaltou ainda que o mercado foi o primeiro shopping da capital. “Encontrávamos de tudo no mercado e ainda encontramos, como os sapateiros, ourivesaria, alfaiataria, uma série de diversidades de produtos, assim como a variedade de cardápios. Meu muito obrigado a todos os empreendedores do nosso mercado, que seguraram alguns momentos difíceis, mas ficaram firmes, acreditando no nosso trabalho, e hoje devolvemos essa obra prima que carrega nossa identidade e memória”, agradeceu.

O autor da emenda, senador Randolfe Rodrigues, disse que se comprometeu com essa obra. “Me comprometi a trabalhar para que todos sentissem orgulho do nosso lugar, e o trabalho tem gerado bons resultados: praças, UBS’s, investimentos na educação e recuperação da nossa identidade. Assim, hoje, entregamos o nosso novo Mercado Central, um compromisso que assumi em 2012 com Clécio e com vocês, que trabalham aqui há anos. Este sonho é liderado por vocês, empreendedores. É um monumento de cultura e memória”.

“Já temos o projeto para a segunda etapa de revitalização do mercado, fruto também de nossa emenda, no valor de R$ 1,3 milhão, que entrará em processo de análise. Além disso, também destinamos recursos para a capacitação dos trabalhadores deste espaço e ainda o Festival de Samba e Chorinho, que acontecerá logo mais aqui neste lugar”, informou o senador Randolfe.

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, disse que essa data é especial. “Estamos felizes. Entregar obras é fazer benfeitorias em prol do Amapá. Temos dado muitas notícias boas ao nosso povo. O mercado é especial para todos nós. Outra, é que o Shopping Popular sairá do papel. Por meio de nossa articulação, será um projeto muito bonito, assim como temos trabalhado, incansavelmente, pelo nosso estado e pelo Brasil”, contou.

Falar de mercado é contar a história de quem o viu e o ajudou a nascer. Como relata Luiz Gonzaga Nery, atual proprietário do famoso “Bar Du Pedro”, point etílico tradicional da cidade e o estabelecimento mais antigo do local. “Sou nascido e criado neste bar. Vi a cidade inteira crescer, e a memória mais viva que tenho é do Mercado Central lotado e meu pai conversando com os clientes. O prefeito Clécio abraçou essa demanda e hoje vemos a realidade. Só tenho a agradecer a todos os empreendedores, pois fomos guerreiros. Quero conversar com todos e integrar a questão ambiental para que este espaço seja conservado”, comemorou.

Nova estrutura
O mercado mantém a sua arquitetura colonial e conta hoje com 63 boxes, sendo 21 quiosques com divisórias em vidro e mais 3 ilhas na área térrea, 24 no espaço superior (mezanino) e 15 boxes no entorno. O ponto turístico tem espaço para shows, elevador de acessibilidade, novas escadas, telhado termo acústico, piso em porcelanato e, na parte externa, calçadas por toda a área do entorno, além de um espaço de jardim na entrada. O horário de funcionamento é de domingo a domingo, das 6h às 20h.

Histórico
Construído no governo de Janary Gentil Nunes e inaugurado no dia 13 de setembro de 1953, o Mercado Central foi considerado espaço de compras de alimentos e de encontros das famílias amapaenses por muito tempo. No local, diversas histórias trazem a memória desse sexagenário monumento, composto de nativos e imigrantes que deram início à expansão da atividade comercial no estado. Entre as lembranças dos primeiros empreendimentos estão os famosos Bar Du Pedro, Clip Bar, Banca de Revistas Cinelândia, Mercearia do Chaquib, Sapataria do Irmão, Sapataria Chic, Ervanaria Amazônia, o Salão Latino Americano, Farmácia Droga Norte, entre tantos outros.

Identidade visual
O espaço ganhou obras em tons vibrantes que retratam alguns dos símbolos da cultura local, como o Marabaixo e o batuque. Painéis expostos nas áreas interna e externa do novo Mercado Central abrilhantaram ainda mais um dos cartões postais mais bonitos da cidade. O artista amapaense Ralfe Braga (foto) – que é reconhecido internacionalmente – assinou toda identidade do local. Suas artes são cheias de energia e tonalidades exuberantes. Segundo ele, as obras dentro e fora são inspirações que refletem exatamente as questões históricas e estéticas do local, que trazem as cores vivas da Amazônia.

Iluminação cênica com mais de 250 cores
O Mercado Central tem iluminação cênica com 10 projetores que reproduzem 256 cores diferentes na entrada. Nas avenidas Henrique Galúcio, Antônio Coelho de Carvalho e ruas Cândido Mendes e São José foram recuperadas 11 luminárias com substituição de lâmpadas, braços e relés.

A cerimônia foi cheia de simbolismo, Marabaixo e muita gente lotou o espaço. E as portas do novo Mercado Central foram reabertas cheias de histórias, memórias e com mais possibilidades de novos capítulos a serem contados pela população de Macapá, que teve seu símbolo devolvido pela gestão municipal.

(Texto: Lilian Monteiro – Fotos : Max Renê e Henrique Silveira)

Zona norte de Macapá está ficando um primor

Prefeito Clécio e senador Davi acompanham in loco a execução das obras no bairro Pantanal

A zona norte de Macapá está ficando um primor. Ruas dos bairros  Renascer/Pantanal, Jardim Felicidade, Açaí e Infraero 1 estão sendo asfaltadas. Além do asfalto, as ruas estão recebendo meio-fio, calçadas e drenagem.

As obras estão sendo executadas pela Prefeitura de Macapá com recursos de emendas da bancada federal, liberados graças a articulação do senador Davi Alcolumbre, presidente do Congresso Nacional.
A valorização imobiliária já é sentido nestes bairros. Terrenos que antes estavam à venda por R$ 25 mil em média, hoje são oferecidos por R$ 90 mil a R$ 120 mil.
Andei por lá no sábado, conversei com moradores e ouvi deles a satisfação e alegria de “agora estarem sendo lembrados pelo poder público”. Moradores do Pantanal disseram que há 20 anos esperavam pelas obras de asfaltamento. “Foram 20 anos só de promessas”, disse um deles.

Ao encontrarem Davi e Clécio caminhando naquelas ruas, os moradores se aproximam para agradecer, abraçar e fazer selfie.

Há 10 anos

Com champagne, música e poesia a Confraria Tucuju inaugurou no dia 18 de dezembro de 2009 a decoração natalina do Largo dos Inocentes, atrás da Igreja de São José.

Saudade da programação natalina, dos saraus, cantatas e concertos no Largo dos Inocentes onde os amigos se encontravam, as famílias se reuniam com total segurança.

Papai Noel no Bioparque

O Bioparque da Amazônia recebe até o dia 23 de dezembro a presença do Papai Noel. O famoso velhinho está recebendo os visitantes logo na primeira trilha do local, a Casa da Árvore, que já está toda decorada para receber as famílias.

De acordo com o diretor-presidente da Fundação Bioparque da Amazônia, Richard Madureira, a intenção é unir a temática natalina com o conceito sustentável. “O Bio Papai Noel tem o objetivo de ajudar na conscientização da preservação ambiental, sustentabilidade e valorização do meio ambiente, principalmente as crianças”, explicou.

O Bioparque fica localizado na rodovia Juscelino Kubitschek e funciona em das 9h às 17h, de terça a domingo.

É tempo de confraternização

Para promover a inclusão, integração, assim como a garantia de direitos, como o de acesso à cultura e lazer, a Prefeitura de Macapá vem realizando desde a semana passada festas de confraternização nos residenciais.
Com a presença do Papai Noel, brincadeiras e apresentação dos projetos executados nessas comunidades, como as escolinhas de balé e a de futebol, a programação começou sexta-feira, 13, no residencial São José; amanhã será a vez do Conjunto Mucajá e quinta e sexta-feira Jardim Açucena e Mestre Oscar Santos, respectivamente.