E por falar em cultura…

Dentre as vinculadas à Secretaria de Estado da Cultura, a Biblioteca Pública Elcy Lacerda foi a que mais se destacou nos últimos anos.
Com uma administração dinâmica e inovadora, a Biblioteca promove encontro com escritores, lançamentos de livros, exposições de artes plásticas, exposições fotográficas, cursos de xadrez, apresentação de grupos de dança, contação de histórias e palestras sobre os mais variados temas.
A Biblioteca virou um ponto de encontro – não apenas de leitores e pesquisadores, mas de artistas, produtores culturais e amantes das artes. Diariamente centenas de pessoas vão aquele local já chamado de “Templo da Cultura”.
É um ambiente muito agradável, com funcionários simpáticos, educados e prestativos. E a sala do gerente nunca está de portas fechadas. José Pastana, o gerente, faz questão de manter aberta a porta de seu gabinete e sempre tem um cafezinho por lá.

Tomara que o Milhomem ao assumir a Secretaria de Cultura não invente de mudar a gerência, mas sim dar mais estrutura para a Biblioteca. Tomara. Tomara.

  • Perfeitas as suas palavras, cara Alcinéa. A Biblioteca Pública Elcy Lacerda, na gestão de nosso amigo José Pastana, transformou-se em templo da arte. Lá nos sentimos em casa, sempre muito bem recebidos e apoiados em nossos trabalhos. Pastana mostrou que uma boa administração, aliada à experiência e boa vontade, modifica, solidifica e edifica. A Biblioteca Elcy Lacerda passou a ser realmente pública, porque abriu suas portas para oferecer ao povo amapaense acesso à pesquisa, à educação, ao teatro, à música, à pintura, à poesia. Por uma Biblioteca VIVA, esperamos que Pastana se mantenha na administração. Até para mostrar que cargos de confiança não dependem simplesmente de politicagem, mas de valorização à competência.

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