Por uma disputa justa

O Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP) lançou hoje a campanha publicitária “MPF por uma disputa justa”. O objetivo da instituição é manter a igualdade e o equilíbrio da disputa. Para o MPF, é fundamental preservar o direito de escolha de cada um e o respeito à vontade da maioria. A campanha, lançada nacionalmente há um mês, foi apresentada no Amapá pelo procurador regional eleitoral Paulo Santiago.

  • O povo é cúmplice. Quando a cabeça não pensa o corpo padece. Haverá muito sofrimento ainda. Somos um povo ultra corrupto, alienado, desorganizado, irresponsável e primitivo. Um sistema inteiro viciado e corrompido por causa da qualidade da matéria prima: a sociedade. Triste.

  • Falou e disse o Ericláudio Alencar, Apesar de toda a fiscalização que o MPE diz fazer, não fiscaliza nada, quando consegue pegar algum larápio surrupiando voto alheio, vira um processo interminável cujo o réu, se eleito, termina seu mandado e a justiça não condena, de que adianta. Tempo e dinheiro público jogado fora.

  • Minha cara poetisa.
    Pela primeira vez participo de um pleito eleitoral como candidato e hoje já tenho um diagnóstico de como se dá o processo eleitoral que reproduz esse sistema injusto há 24 anos. Primeiro vem a turma que entra na eleição só para tirar os três meses de licença e os chamados buchas, que só participam para angariar votos para os donos dos partidos conseguirem fazer o coeficiente eleitoral. Depois vem aqueles que tem um ideal mas não dispõem de uma estrutura mínima de campanha (não tem nenhuma chance). Depois vem aqueles que tem uma estrutura mínima, lutam realmente para conseguir uma vaga mas são atropelados pelos profissionais da política que ‘mantém’ o ‘seu eleitorado’ ao longo de quatro anos ou compram o voto no período eleitoral. Enquanto os primeiros batalham no convencimento do eleitor, esses últimos trabalham no atendimento de demandas levadas pelos eleitores (benesses). Não a toa se mantém no poder há 24 anos.
    E a Justiça Eleitoral o que faz? Se preocupa com a burocracia (com a prestação de contas, se o cavalete está no passeio público, etc). Enquanto isso a compra de votos corre solta nos comitês dos compradores de votos que todo mundo sabe quem são. Bastaria o fiscal da lei infiltrar agentes nos comitês eleitorais dos compradores de votos e nas casas das pessoas que cassaria todos. Mas o que faz? Fica esperando as denúncias no Wattzap. Aí é pra acabar!
    Preços: uma placa na casa, R$300,00; Adesivo no carro: R$100,00 de gasolina por semana; tickets de gasolina, telhas, cestas básicas, dentadura, cimento, telhas, carrada de terra, pagamento de gás, pagamento de água, pagamento de luz, etc, etc, etc…
    Enquanto isso a UBS do Marabaixo não tem termômetro, o HE não tem escalpe, a Maternidade não tem leito, as escolas do P. Socorro não funcionaram semestre passado, a Duca Serra toda manhã vira um inferno, as ruas todas esburacadas, etc, etc, etc…
    Depois que o político consegue o mandato some por quatro anos e o povo fica chupando o dedo e se lamentando. Após os quatro anos volta e consegue novo mandato dessa forma, porque o povo tem memória curta.
    É mole, o quer mais!

    • Falou tudo,só que o “zé povinho” não aprende,recebe uma cesta básica durante as campanhas e amarga a miséria por 04,05 anos.

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