Ana Girlene e Wedson Castro reúnem com comunicadores

Os jornalistas Ana Girlene, candidata a deputada federal, e Wedson Castro, reuniram ontem com comunicadores em celebração ao Dia Internacional do Jornalista, comemorado em 8 de setembro, profissão que é homenageada em diversos países.
A pauta  foi avaliar a importância do trabalho jornalístico no processo de democracia e também reivindicar políticas públicas para a categoria, como piso salarial para os comunicadores ( jornalistas, publicitários, designers, fotógrafos, radialistas); aprovação do Conselho Federal de Jornalismo; a luta pela retomada da obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo e a inclusão obrigatória de vagas para comunicadores em todos os concursos públicos locais.

Para o radialista Heraldo Almeida é importante ter como candidatos, profissionais da área, principalmente segundo ele, por sempre estarem por dentro das informações, e para a classe são representantes que defenderam os direitos dos profissionais.
“Sofremos muitos ataques nos últimos anos, mas respondemos com muito trabalho e informação, e ter um representante nosso na política é essencial. Admiro muito a coragem de nossos colegas em colocar seus nomes para esse pleito. Precisamos de deputados que tenham o conhecimento, a visão dos problemas e que busquem a solução com muita ética e garra”, destacou.
A jornalista Ana Girlene relatou as situações pelas quais passou desde os movimentos estudantis e o fundamental papel da comunicação na transformação social e política do estado. Relatou também a questão dos ataques que os jornalistas veem sofrendo, sobretudo as mulheres, e disse que decidiu concorrer nessa eleição por entender que era necessário ir em busca desse espaço de poder para lutar pelas questões que defende.

“Estou candidata, como comunicadora, e sei que minha profissão tem um grande reconhecimento, que por muitos que tentam nos intimidar, nos diminuir, mas em momentos como que ocorreu agora na pandemia, mostramos nosso valor, levando informação, dando voz aos que precisavam, quando denunciamos, tiveram que resolver, e mais uma vez estabelecemos a confiabilidade com a população”, relatou Ana Girlene.

(Ascom)

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