Aviso de Ivana Cei para os corruptos

“Impressionante os corruptos, tentam macular o Ministério Público para continuarem suas traquinagens. Aviso: não vou parar!”
(Ivana Cei, procuradora geral de Justiça)

  • Perdão se ofendi dizendo que ambas as irmãs são assessoras de imprensa. É que tecnicamente, jornalista são independentes, enquanto que assessores, legitimamente, defendem idéias de pessoas ou grupos. Entendo que a senhora e sua irmã defendem, por razões que se desconhece, as teses da Dra. Ivana e Cia. Quanto aos crimes que referi, são de conhecimento público as provas encontram-se no processo julgado pelo Juiz Federal João Bosco. Portanto, não estou me escondendo para denunciar, apenas aproveitei o espaço de discussão para dar opinião sobre um caso que é público, mas a castração da opinião referida parece reforçar a afirmação de que aqui é feito assessoria de imprensa, que, volto a afirmar, é legítima, apenas não é jornalismo.

    • Mas isto é um blog, não é um jornal. Portanto, não faz sentido cobrar jornalismo numa página pessoal.
      Não entendo porque você não mostra a cara e se esconde atrás de pseudônimo. Não tem independência para assumir?
      Bom domingo!

  • Tamo junto Dra. Ivana.. Moralize o MP, devolva os CEDIDOS e exonere os COMISSIONADOS e convoque o Concursados..

  • Já que o MPE está no combate aos corruptos. Seria muito bom para a sociedade amapaense que o MPE realizem um levantamento da folha de pagamento do TCE_AP. Há fortes indícios de nepostimo clássico e cruzado dentro deste tribunal. Dando uma olhada rápida, constatei quatro parentes do ex-deputado Jorge Cardoso Amanajás exercendo cargos comissionado são eles: maicon Amanajás, Max Amanajás, Maicon Amanajás e Neuza Maria Amanajás. Há também famílias inteiras com cargos comissionados no tce (pai, mãe, esposas, esposos, filhos, sobrinhos, amantes e outros agregados) vivendo as custas do tce, apostam que a maioria nem comparece para trabalhar. Porque o MPE não analisa este tipo de situação também? Será em virtude de que é o TCE que aprovas as contas do MPE-AP.? Espero que não seja isso. o Engraçado e nojento de tudo isso é que todo mundo sabe das práticas nada republicanas e altamente patrimonialista de dentro dos Tribunais de Contas existente no Brasil; e No Amapá não é muito diferente. Será que o tempo do coronelismo não vai deixar de existir no nosso estado, essas criaturas fazem de nossas Instituições quintáis de suas casas, acham que podem fazer de tudo e vão fazendo até que uma operação das que a PF realiza e realizará demonstrar de suas “boas práticas” e um pouca mais da lama em que alguns de nossos politicos e autoridades dos outros poderes estão submersos (alguns até o pescoço). Deus nos livre, oremos!!

  • Porque apagam o que se escreve sobre os crimes dos membros do MP contra o Deputado Moisés Souza? O blog, assim como a irmã da sua dona também é assessora de imprensa do MPE? (…)

    RespostaNem eu nem minha irmã somos assessoras de imprensa do MPE. Mas não vou publicar suas denúncias sem comprovação, principalmente porque você não tem coragem de se identificar. É muito fácil acusar sem provar e se esconder atrás de pseudônimo.

  • Quantos corruptos do Amapá, GRANDES, que surrupiaram e ainda continuam surrupiando o dinheiro público estão presos, por conta das ações do MP-AP? Midiaticamente, sob a orientação de poderoso e intenso marketing, a retórica ministerial é uma, na prática ´tudo não passa de muito blá-blá-blá e nos bastidores barganhas nada republicanas. Dura realidade.

  • Considero as denúncias publicadas pela revista semanal “Carta Capital” muito graves e ensejadores de responsabilidades para ambas as partes. Se a denúncia levada à publicação pela revista de circulação nacional for mentirosa e meramente política, como salientado pela Dra. Ivana, a revista deverá ser responsabilizada pelos danos causados aos membros do Ministério Publico citados. Se as denúncias forem verdadeiras, os citados deverão responder pelas ilegalidades denunciadas. O que é fato, no entanto, que as ameaças lançadas nas redes sociais acabam não surtindo os efeitos desejados pelo povo na medida em que nada explicam. Outro exemplo foram as denúncias lançadas por jornais de circulação local sobre a aprovação pela ALAP da Lei Orgânica do Ministério Público, onde a Procuradora Geral de Justiça propôs a percepção pelos Membros do MP de auxilio doença, auxilio moradia, auxilio remédio, entre outros auxílios que incham os contra-cheques dos procuradores e promotores de justiça. Ora, se é para se exigir ética, tem-se primeiramente que agir com ética, nao valendo o jargão do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Dra. Ivana, deixe as ameaças de lado e se explique, por favor. Se forem verdadeiras as denúncias, é melhor largar tudo e deixar as traças terminarem devorar o pouco que restou do Estado. Perdemos a esperança!

    • O MPE poderia explicar porque há em seu quadro funcional inúmeros servidores comissionados que não possuem vínculo efetivo com o órgão (quem são estas pessoas? são parentes de quem?), porque o seu portal da transparência são fornece os nomes dos servidores efetivos, comissionados, terceirizados (o STF já bateu o martelo dizendo que não há ilegalidade quanto a divulgação dos nomes). Porque o MPE necessita de tantos servidores militares cedido para exercer função de servidor efetivo? Enquanto nós vivenciamos diariamente o aumento da insegurança em nosso estado com assaltos, roubos, assassinatos. E enquanto isso um bom número de militares (peixe de altas autoridades) estão servindo de motorista, segurança e exercendo outras atividades administrativas no MPE. Porque a PGJ não preenche esses cargos ocupados de forma precária (por esse povo que é apadrinhados de nossas nobres autoridades) por servidores efetivos (concursados).

  • Caro Nico, vc tem razão, em parte. o MP tem tentado cumprir sua função constitucional e processual; o problema, às vezes, esbarra no Judiciário, que infelizmente tem entendimento diverso do Ministério Público, quanto à decretação de prisão. Sei que é difícil explicar para a sociedade o por que de alguém ir preso por conta de uma “simples” poluição sonora, enquanto quem desvia o recurso público fica em liberdade, mas a resposta a isso deve ser cobrada do Judiciário, e não do MP. Veja o caso dos “mensaleiros”, por exemplo, que o PGR, Roberto Gurgel, tem tentado a prisão dos condenados, e o STF entende não ser caso de prisão, ainda. No Amapá não é diferente, infelizmente!

    • Penso como vc,o judiciário brasileiro e falho e ainda conta com leis ultrapassadas.Bandidos neste país não são punidos,são beneficiados e nós pagamos o preço disto.

  • Enquanto a Justiça não vem, esses caras continuam se beneficiando com o dinheiro público! Justiça lenta demais!!!!!!!!!!!!!!1

  • O que o povo precisa é verdade, é transparência, é explicação, é a coisa certa, inclusive do ministério público. Dizer que vai pegar, prender e acontecer não mostra nada. Precisa prestar contas do faz do dinheiro que recebe e do que gasta também. Ninguem tá acima do bem e do mau nem o ministerio público.

  • A questão não é essa. O que o povo espera do MP é mandar alguém do “colarinho branco” pra cadeia e a devolução imediata do dinheiro público.
    O que vemos é muitas operações e pouco resultados.

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