E agora?

A Anglo Ferrous estava sendo vendida para o grupo Zamim. O processo de transição já estava em curso quando o porto desabou semana passada.
E agora? Será que o negócio vai ser desfeito?
Arrisco dizer que sim, pois a Zamim – grupo muito menor que a Anglo – não teria condições de reconstruir o porto. E a Anglo que já estava saindo do Amapá dificilmente vai querer fazê-lo.

  • Na verdade o negócio já tinha ido pro brejo bem antes do acidente. Os indianos fizeram corpo mole e fizeram uma contra-proposta de pagar os ativos da Anglo com o resultado da venda de sua estração mineral. Como diz o caboclo: Queriam pagar com o apurado. Assim até eu compro o negócio.

  • Entendo que não é dependente da “boa vontade” a reconstrução e indenização às vítimas, e, sim do “laudo pericial”. Se bem que pelas notícias aqui veiculadas (blog) essa perícia talvez já esteja “comprometida”, pois as autoridades não interditaram a área portuária, permitindo, inclusive a retirada de destroços. O Sindicato dos Trabalhadores, por sua vez, “comeu abiu”.

  • E o meu medo é que com todos aqueles tacs com o ministério público e a polícia federal tudo fique a ver navios. Como diz o Boris isso é uma vergonha, minha amiga.

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