Onze morrem e 46 são resgatados em naufrágio no Marajó

Do portal ORM

Iate ‘Leão do Norte’ naufragou por volta das 1h30 da madrugada desta sexta-feira

19/04/2013 – 13:15 – Pará
O naufrágio do Iate ‘Leão do Norte’, na foz do rio Arari, próximo ao município de Cachoeira do Arari, no Marajó, por volta das 1h30 da madrugada desta sexta-feira (19), já soma 11 mortes e 46 resgatados. Estima-se que o total de pessoas que estavam na embarcação era de cerca de 80, já que o mesmo deixou o porto da vila de Arari, na cidade de Chaves, com cerca de 60 passageiros e, antes de afundar, embarcou outras pessoas em mais quatro portos.

Trabalham nas buscas esquipes do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Capitania dos Portos e das polícias Fluvial, Militar e Civil, que levaram um aparato de ambulâncias, seis navios e dois helicópteros.

O sargento Orivaldo Santos, comandante do destacamento da PM, contou, em entrevista à Secom (Secretaria de Comunicação do Estado do Pará), como aconteceu o acidente:

‘Segundo as informações que colhemos, o barco estava fazendo a curva do Tujá e o comandante teria perdido o tempo da manobra e não conseguiu voltar, quando o barco ‘sentou’. Assim que fomos avisados do naufrágio, imediatamente chamamos reforços para nos auxiliar no resgate’, explicou.

Dos resgatados com vida, 44 pessoas eram passageiras e outras duas faziam parte da tripulação do Iate. A enfermeira do hospital municipal de Cachoeira do Arari, Marly Rodrigues, em entrevista à TV Liberal, contou como está o atendimento dos feridos e em qual situação eles estão chegando.

‘Tivemos a informação de que tem muita criança desaparecida. Muitas pessoas chegaram com óleo pelo corpo e o abdômen destendido. O hospital é pequeno, mas estamos tentando atender a todos. A cidade parou’, disse.

Porém, em relação aos mortos, o diretor do CPC (Centro de Perícias Científicas) Renato Chaves, Orlando Salgado, informou: ‘Um médico, um odonto-legista e um auxiliar foram deslocados para o município. O trabalho de perícia vai ser feito no necrotério da cidade e lá mesmo vamos liberar os corpos. Para garantir mais celeridade ao trabalho estamos levando material completo. Outra equipe está de prontidão em Belém para atender qualquer chamado, caso haja necessidade’, conclui.

Carlos Fellip (Portal ORM)

  • como foi que acontecei esse naufrágio.a embarcação quebrou,ou ja estava furada ou bateu em algum toco etc?

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