Macapá 252 anos (II)

Av. Mário Cruz, ontem e hoje

Lembras quando a gente andava por esta ruazinha nas tardes de domingo?

Depois de assistir a segunda sessão no Cine João XXIII, a turma rumava para a frente da cidade – passando pela avenida Mário Cruz – para passear no trapiche e depois tomar sorvete, servido em taça pelo famoso garçom Inácio, no Macapá Hotel.

Domingo sem cinema, passeio no trapiche e sorvete, não era domingo.

Já não existem o Cine João XXIII e a sorveteria do Macapá Hotel com mesas ao ar livre.

O trapiche encurtou, morreu o bom e velho Inácio, contador de causos e histórias, que servia com a mesma elegância e simpatia tanto o peão como os presidentes da República e ministros que visitaram Macapá naquela época.

  • Que zera podessemos voltar no tempo pra reviver tudo isso, com certeza eu particularmente gostaria, morro de saudade, hoje estou fora da cidade de Macapá só há algum tempo, pretendo voltar, pois a minha terra natal não é boa, ela é ótima.

    • Volte mesmo, minha querida. Seus amigos estão com saudades e a cidade também. Infelizmente não curti esse período tão bom do qual vocês escrevem aqui, mas me delicio com as histórias contadas a mim por meu pai (Elson Ferreira, morando hoje em Aracaju) e com a visão das fotos antigas da minha amada Macapá.

  • Pois é perdemos muito dessas coisas. Por enquanto resiste o Mercado Central e nele o Bar Du Pedro ( Sob nova administração?)
    Mano

  • É verdade Alcinéa, mas ainda tinha o tradicional BAURU, lembra? Já os mais velhos não dispensavam um sorvete de ameixa com rum montilla. Bons tempos.

  • Que pena por tudo de bom que a cidade ja perdeu…mas que bom que temos vc pra contar as memórias da cidade. bjs.

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