Macapá ontem e hoje

Lembras quando a gente andava por esta ruazinha nas tardes de domingo?

Depois de assistir a segunda sessão no Cine João XXIII, a turma rumava para a frente da cidade – passando pela avenida Mário Cruz – para passear no trapiche e depois tomar sorvete, servido em taça pelo famoso garçom Inácio, no Macapá Hotel.

Domingo sem cinema, passeio no trapiche e sorvete, não era domingo.

Já não existem o Cine João XXIII e a sorveteria do Macapá Hotel com mesas ao ar livre.

O bom e velho Inácio, contador de causos e histórias, que servia com a mesma elegância e simpatia tanto o peão como os presidentes da República e ministros que visitaram Macapá naquela época hoje conta causos no céu.
  • Meu grande amigo Dr. Evaldy Motta, é exatamente por esse motivo que não vou emitir comentários sobre o assunto em tela, pois se assim proceder, vcs vão acabar descobrindo minha idade. Uma dica: Já sou quase SEXY seu BANDO de VELHOS rsrsrsrs.
    1 Abç e um bom final de semana: Matta.

  • Olá Néa,td bem?

    E para completar o programa a gente ía até à “ponta” do Trapiche Eliezer Levy, lembras?
    Néa, acho que lembras também de uma boite que funcionou por essas imediações – a BIOMBO e o agito começava por volta de 18 horas. Bons tempos!!!!

  • AO CHEGAR AO FIM DO TRAPICHE VOCÊ ERA MOLHADO PELA AGUA BARRENTA DO AMAZONAS QUE RESPINGAVA EM TODAS AS DIREÇÕES ESTANDO A MARÉ CHEIA.OUTROSSIM AS GAROTAS TINHAM QUE SER AGEIS PARA NÃO ENFIAR O SALTO DOS SAPATOS PELA ABERTURA ENTRE AS TABUAS NO PISO DO TRAPICHE.O MELHOR DISTO ERA A OPORTUNIDADE DA TROCA DE OLHARES”ENTRE GAROTOS E GAROTAS.PARA ESTABELECER A”PAQUERA”. ISTO POR SI SÓ, JÁ VALIA O PASSEIO. L. JORGE.

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