Nos tempos do Flip Guaraná

Festa, reunião de amigos, aniversário, batizado, casamento tinha que ter Flip Guaraná – um refrigerante genuinamente amapaense (Qualquer dia vou pedir autorização  pro advogado Ruben Bemerguy para publicar aqui uma maravilhosa crônica que ele escreveu sobre o Flip)

Mas  olha só esses moços  fazendo a maior farra com  Flip.
Consegue identificá-los? Sabe por onde eles andam hoje?

  • Bom dia, sou colecionador de garrafinhas antigas serigrafadas de refrigerante e gostaria muito de ter uma do Guarana Flip. Teria como me ajudar a encontrar, alguma indicação ou loja de antiguidade da região que poderia ter uma dessas, sou de São Paulo e não conheço ninguém do Amapá, agradeço antecipadamente e gostaria de um retorno mesmo que negativo. Wilson – wathsaap 011 972810550. obrigado

    • Muito dificil. Mas vou tentar. Talvez você consiga com alguém do Instituo Memorial Amapá (Página no Facebook)

    • Lembro e digo mais. Tinha um garotinho bom de bola e de briga, que não bebia e nem provava do tira gosto, pois era só parta quem bebia, lembras Pô amigo, me liga quando estiver na cidade. Grato pela ajuda.Um forte abraço do eterno amigo

  • o milton sapiranga esqueceu do seu velho amigo Jarbas Gato sentado no chão de camisa branca e de copo na mão.

    • Oi Ranolfo. Confesso que passei batido e não reconheci meu padrinho.Agora que vc me alertou, olhando mais detidamente, realmente é o alvi negro carioca e amapaense, mas com certeza ele não estava tomando flip,rsrsrs. Um abraço amigão e grato pelo “ralho”.

  • Sugestão: alguém tem uma foto do Bar du Pedro (era assim mesmo que se escrevia), no Mercado Central? Era o melhor picolé de coco da cidade.

      • Na minha juventude chegueia ler uma poesia do saudoso Isnar Lima denominada Duas damas e um Coringa.Ele elogiava duas mulheres maravilhosas.Uma era você.Foi no jornal A voz Católica.Meu pai tem no Bar du Pedro,um copo do Flip guaraná.Quebrou ? Flip dá outro.

  • Que saudade do bom flip guaraná, com donzela ou pão doce era um delícia. Na foto me parece ter identificado: Primeiro em pé, inspetor Mascarenha: Segundo: Joãozinho Puqueca: Terceiro: o velho e bom motorista de táxi, seu Ferro, : Sentado no assoalho, Renato Felgueiras Vianna. Pela expressão de olhar do garoto(ele gostava de sair em foto olhando pro lado esquerdo), me parece ser o saudoso amigo Mucura. Por favor Barata e Seu Haroldo, Help!

  • Isso acontecia nas casas com maior poder aquisitivo. Na minha rua (Coaracy Nunes, perto da Fortaleza), no tempo das vacas magras, era Q Suco com bolo feito em casa e que não tufava (diziam que era porque se abria o forno antes da hora). Que saudade!

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