Capelinha

Capela de Fátima - Macapá - CópiaEra assim a Igreja Nossa Senhora de Fátima em Macapá. Era chamada de “Capelinha”. Ficava onde é hoje o Hospital de Emergências, na esquina da rua Hamilton Silva com avenida Padre Júlio.
No mesmo terreno, logo atrás, funcionava uma escola paroquial e o grupo de Escoteiros Marcílio Dias.
Foi nesta Capelinha que eu e o meu irmão Alcione fizemos a primeira comunhão.

  • Me lembro do Padre Salvador, nos anos 70 e já na Igreja Nossa Senhora de Fátima, hoje Santuário de Fátima, onde fiz a primeira comunhão, fui coroinha e me casei. O Padre Salvador era brabo demais, dava muitos cascudos. As lembranças são tantas e as saudades me fortalece em saber o quando esses Pioneiros Católicos me fizeram bem. Se hoje eu sou um homem de bem, devo muito à eles. Muito obrigado por tudo!

    • positivo Bilica, lembras daquele acampamento lá em Mazagão quando fugimos para tomar banho no rio e o Moacir Dentão nos flagrou e perguntado a qual patrulha pertencíamos respondeste: Do bode. Claro que não tinha patrulha do bode. Perdemos cem pontos.
      O Walter Maia está em Belém e vai pra aí dia 26/12.
      Sds,

  • Este Padre de barba branca é o Jorge Basile ou Antonio Côco ?
    Pe. Jorge Basile foi pioneiro na comunicação. Trabalhou no Jornal Marco Zero, em Macapá.
    Pe. Jorge veio na segunda leva de missionários do PIME (Pontifício Instituto das Misões), ocorrida em 19 de junho de 1948.
    Além do trabalho missionário, Pe.Basile foi também o primeiro editor do Jornal “A Voz Católica” e um dos fundadores da Rádio Educadora São José de Macapá.
    Por pouco, alias, precisou correr e se esconder dos militares que, ferozmente vasculharam os lugares onde o P. Jorge trabalhava com o ordem de prende-lo, pois era considerada subversivo ao regime militar (ditadura militar)
    Certa vez uns moleques lá na Prelazia esconderam sua bicicleta, então P. Jorge pelo rádio e nas celebrações da missa, dizia: “alguém roubou a bicicleta do padre” e com sotaque italiano dizia: “ruberam minha biciclita”.
    Belas histórias.

    • Ao ver seu comentário,tive a certeza de não estar enganada.Era moleca 6 para 7 anos,e lembro do Padre Jorge e seu sotaque inconfudível.Morei na rua onde hoje tem um cartório,atras da Igreja S. José.Lembro das missas rezadas por este Padre e como ele chamava a atenção da molecada,dizia ” aqui ma Piroca de Chão Jusé não pode chirrir,quem quicher chirrir,vá chirrir lá fora”….kkkkkkk.Botava a molecada p/fora da Igreja.Saudades dele e da época,bons tempos.

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