Retrato em preto e branco

No dia 13 de setembro de 1970, após desfilar garbosamente sob o sol escaldante na Avenida Fab, essa “patota” do Colégio Amapaense bateu esse retrato pra guardar de recordação e lá se vão 50 anos.
Agachados, da esquerda para a direita: Orivaldo, Josué Monteiro, Vera Costa, José Maria e Aloisio Cantuária. Em pé: Laércio (atrás do Zé maria) e Mário Bandeira, de perfil, com as mãos na cintura, entre Orivaldo e Josué.

  • Eguá do tempo bom!
    Eu machucava o Pai da Malhada, comandando a famosa virada de nossa banda. Orivaldo era o melhor no tarol. Jorge Anaice se divertia com sua caixa.
    Quantos parceiros de nossa banda!
    Que farra era a limpeza dos tambores, lá no terceiro andar do CA. Tudo supervisionado pelo Batintim. Brabo que só um siri na lata!
    Mesmo assim, sempre alguém dava um jeito de jogar uma cordinha para subir discretamente uma garrafa de boa pinga, que ficava escondida na caixa de água. Pra “molhar a luva”.
    E a noite corria, cheia de histórias e piadas, esperando a grande hora: se apresentar na Av. Fab.

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