Sobre o Memorial Amapá

Sim. Eu ia escrever sobre os três dias de forte emoção, carinho, afago, afeto, reencontro de amigos, amigos que vieram de vários lugares do país e do exterior e se juntaram aos que vivem aqui. Todos com o mesmo objetivo: resgatar e valorizar  nossa memória, nossa história e reconhecer de público  o trabalho daqueles que edificaram o Amapá com suas ações, suas lutas e amor.
Pensei em contar pra vocês que acabou aquele papo de que “o Amapá não tem história, tem piada”. O Memorial está aí para mostrar e provar que temos história sim. E uma bonita história. As piadas ficam por conta de políticos mal intencionados ou desinformados.

Mas digo a vocês que a emoção ainda toma conta de mim.
Como disse o notável João Bosco Rosa Ferreira “nunca se viveu no Amapá um choque emocional tão lindo e tão grande como nesses três dias”, eu ainda estou curtindo essa emoção e sentindo cada abraço, cada afeto, cada beijo dos amigos com quem estive nas solenidades, baile e quermesse.

A Alcilene, no blog Repiquete, fez um texto primoroso que pego emprestado uma parte para postar aqui e que você lê na íntegra e vê as fotos clicando aqui

Saudade, reencontros, memória, amizades. E muita festa e alegria. Foi assim o I Encontro do Memorial Amapá

Alcilene Cavalcante em 15 de setembro de 2015
Qualquer coisa que escrevesse, não retrataria a emoção de ver tantas pessoas se reencontrando depois de tantos anos. Da ideia de um (Walter Junior), que juntou outros que tinham a mesma vontade, se juntaram centenas.Em poucos meses de criação, o Memorial Amapá, fundado para resgatar e preservar a memória do estado e seus pioneiros, realizou o primeiro encontro, reunindo amapaenses que moram aqui, em outros estados e outros países. Amapaenses de nascimento ou de coração.

Foram três dias intensos. As emoções iniciaram com a chegada dos que moram em outros lugares. Alguns há muitos anos sem vir aqui.

No sábado, missa na igreja de São José e um abraço na igreja. Depois o primeiro grande resgate da memória do Amapá: A retomada do nome da Praça Zagury, que algum inculto mudou para Praça do Coco. Vários membros da família de Isaac Zagury vieram do Rio de Janeiro participar desse momento. Momento de lágrimas e emoção, quando o filho do pioneiro Isaac, Abrahan Zagury, retratou a memória viva daquele espaço da cidade. A casa dos Zagury ficava em frente à Praça.

Veja o post completo clicando aqui

  • Oi Pessoal.
    O Amapá vive um singular momento em sua História e esse Memorial é a prova disso.
    Parabéns a todos que o realizaram e dos participantes desssa bela estória.
    Atenciosamente, Leão Moysés Zagury

  • Infelizmente não pude comparecer a todos os eventos…o que lamentei muito.
    Mas, eu fui ao baile dos Cometas….e posso assegurar que fiquei extasiada…
    Rever tantas pessoas que fazem parte da história da minha terra e muitas, queridas, que fizeram parte da minha história de vida por 20 anos, foi, sem dúvida, deveras emocionante.
    Espero que possamos repetir ….

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