Vamos passear de bicicleta?

Lembras quando Macapá era a cidade das bicicletas? A gente saía por aí pedalando nas ruas bonitas, largas e tranquilas da cidade. De bicicleta se ia ao cinema, trabalhar, festas, escola, estádio… em todos os lugares inclusive havia estacionamento para elas. Os meninos adoravam batizar suas “magrelas” com nomes esquisitos, como Sacatrapa, Maria Pretinha, Gruébia… Quem podia trocava de bicicleta todo ano.
Mas, conta aí na caixinha de comentários, suas lembranças dessa época e as estripulias que você aprontava sempre pedalando uma magrela.

  • Caros amigos e conterrâneos
    Vivi em Macapá nos anos 1950.Tenho 70.Continuo amando a cidade e nesses tempos de terceira idade tenho me dedicado a lembrar da minha época.No momento estou escrevendo sobre a época em que as bicicletas eram o veiculo de excelência .Era a cidade das bicicletas.Peço aos que tiverem a benção de ter seus pais perguntem a eles quais eram suas bicicletas e o que lembram daqueles tempos em relação a bicicletas e me mandem por e-mail ou através deste blog se assim for permitido.Talvez se lembrem de mim,sou filho dos proprietários da Casa Leão do Norte (Isaac e Clemencia).
    Leão Zagury

  • Caros amigos e conterrâneos
    Vivi em Macapá nos anos 1950.Tenho 70.Continuo amando a cidade e nesses tempos de terceira idade tenho me dedicado a lembrar da minha época na cidade.No momento estou lembrando e escrevendo sobre a época em que as bicicletas eram o veiculo de excelência .Era a cidade das bicicletas.Peço aos que tiverem a benção de ter seus pais perguntem a eles quais eram suas bicicletas e o que lembram daqueles tempos em relação a bicicletas e me mandem por e-mail ou através deste blog se assim for permitido.Talvez se lembrem de mim,sou filho dos proprietários da Casa Leão do Norte (Isaac e Clemencia).
    Leão Zagury

  • Em casa na década de 60 era uma bicicleta prá três para deslocar-se à escola. Como eu era o mais novo dos três (éramos sete irmãos) frequentemente ia a pé prá aula. Quando podia, pegava a bicicleta e junto com o Zé Maria Botelho ou com o Raimundo Oliveira (vulgo suíça – por causa da sua vasta suiça a Elvis Presley)íamos estudar em uma das lagoas do Pacoval (próxima àquela área de extração de aterro da Betral), levando sempre uma batida de limão. Após cumprir as obrigações estudantis, curtíamos a batida tirando gosto com caju e tomávamos aquele banho na lagoa para refrescar. Tempos bons. Pena que a cidade cresceu e não deixaram as ciclovias prá gente trabalhar e fazer lazer com a gurizada. A cidade não deu espaço para os ciclistas (e pedestres). Somos reféns da indústria automobilística.

  • lembro que, dentre outras, tive uma “monareta” e uma monark. Naquela época era comum trocar o guidão de uma bicivcleta comum por um de monareta. Um fato marcante da época,foi uma vez, quando jogando bola na rua de piçarra (Av. Amte. Barroso), um japonês me atropelou com uma bicicleta cargueira. Rsrsrsrsrs. Mas foi um período que deixou saudades.

  • Meu pai tinha uma daquelas Monark pesadonas, com um aro no meio. Moleque, aprendi a andar nela. No início, como a altura não dava para ultrapassar o varão, enfiava a perna direita pelo aro para alcançar o pedal e, com a perna esquerda, empurava a bicicleta até criar coragem para tirar o pé esquerdo do chão. E lá se ia o moleque pedalando todo torto, como se sofresse de escoliose.

  • A gente também as chamava de “camelo”. Ir à missa, com uma, poderia render alguma companhia feminina, no final da missa.
    Mas eu só fui possuir uma bike, depois de receber meu 1º salário, como concursado da PMM.

  • Eu ainda uso a bike como o principal meio de trasporte,as vantagens? São muitas
    e com ela vou a qualquer lugar de Macapá,inclusive já fui pra Santana pela Duca Serra e voltei pela JK,legal mesmo, só não repetir mais a proeza por comta do risco de acidentes, próxima menta: ir a Mazagão e depois ao Pacuí.

  • Minha irma ganhou uma “monareta” azul de presente de Natal, eramos tres irmaos, era o nosso sonho, ela teve que compartilhar a bike com todos nos.
    Eu saia do Buritizal por volta de 12 h 30 para a Santina Rioli. Eu deixava a “nossa joira rara”, a monareta, na casa da minha tia no bairro do trem e ia a pe para a minha escola.
    Adolescente eu tive uma “Ceci” amarela, nao era nova, mas eu saia do bairro do Trem para o Pacoval para visitar uma amiga. Pensem que sempre tive um corpo em forma
    porque andava muito de bicicleta!

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