Um perfil de Geddel Vieira Lima

Do Congresso em Foco

Geddel, o operativo cabo eleitoral de Temer

A carreira política do hoje presidente da República, Michel Temer, deve muito ao seu ex-ministro Geddel Vieira Lima, que deixou a Secretaria de Governo na sexta-feira (24) acusado de crimes como advocacia administrativa e tráfico de influência. Quando era deputado e se elegeu pela primeira vez líder da bancada do PMDB na Câmara, em 1995, Geddel foi o principal cabo eleitoral nas campanhas internas de Temer pela liderança quando se elegeu duas vezes para a Presidência da Câmara.

Aos 57 anos, Geddel coleciona suspeitas.  As últimas o deixam na mira da Operação Lava Jato, que o investiga como beneficiário de propina das construtoras Odebrecht e OAS. Quando ocupava o cargo de ministro, tinha foro privilegiado e os seus casos estavam sendo apurados pela Procuradoria-Geral da República.

Agora, sem o foro privilegiado, passam para a alçada do juiz Sérgio Moro ou de outro magistrado de primeira instância casos como o da pressão sobre o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, para liberar a construção de um prédio em Salvador, onde diz possuir imóvel que começou a ser construído em área tombada pelo patrimônio histórico. O Tribunal de Contas da União também já investigou Geddel por desmandos no Ministério da Integração, cargo que ocupou no segundo governo Lula.

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