Aleluia! Viva! Até que enfim!

Foram retomadas as obras  do Canal da Mendonça Junior que estavam há mais de três meses paralisadas. Iniciada em 2008, apenas  15% dos serviços foram feitos nestes dois anos.
Agora a previsão é que a obra  – que custa R$ 8 milhões ao governo do estado e também recebe recursos federais – seja concluída em outubro.
Algumas alterações estão sendo feitas no projeto original. De acordo com o coordenador de obras da Seinf, José Roberto Matos,  será retirada do projeto a construção de passarelas de travessia e decks de contemplação. Em substituição, haverá adequação de mureta no mesmo padrão utilizado no Parque do Forte. Ele garante  que a mudança não altera o objetivo,  que é  a revitalização e a urbanização do local. “Caso as mudanças se confirmem, o Governo do Estado economiza cerca de R$ 2,6 milhões, recurso que poderá ser investido em outras obras”, disse.

No dia 28 de março este blog fez um convite ao  governador, prefeito, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, secretários estaduais e municipais e promotores de justiça para um passeio em volta do canal da Mendonça Junior, no centro de Macapá, para que vissem o abandono da obra, a quantidade de lixo, o esgoto sendo jogado ali, a imundície e sentissem o fedor de merda que exala do canal.
Parece que o convite (que você lê aqui) surtiu efeito.

  • Conclus~~ao em outubro cheira (ou fede) a eleição. Vão reinaugurar o canal do jeito que estiver, com muita festa. Depois de três meses vai estar a mesma fedentina. Que o digam os moradores próximos.

  • Desculpe, José. Isso era para ser postado aqui para a Alcinéa. Por isso, repito: Agora o nosso povo precisa parar de jogar lixo, sacos plastico, etc, no canal e nas ruas !

  • Néa, prepara estoque de velas querosene e lamparina que o racionamento de energia esta previsto para começar em julho.Quando não é uma coisa é outra.

  • Agora venhamos e convenhamos: não há necessidade de vermos esta cena do mato tomando conta do canal. Os próprios moradores do local, em mutirão, poderiam zelar pela conservação, sem esperar pelo serviço público da prefeitura. Sou amapaense, mas acho o povo da minha terra muito acomodado. Ainda não perderam a cultura de esperar por recursos de Brasília, no tempo em que o Amapá ainda era Território Federal. Arregacemos as mangas e vamos à luta, meus irmãos! Quando vou a Macapá, observo que o mato está tomando conta da frente da casa e o “caboco” ali, sentado, apático, esperando não-sei-o-quê. Depois reclama dp ataque de ratos e animais peçonhentos. Outra característica do povo da minha região é não plantar. Nos quintais imensos só se vê algum pé de mamão, brotado das fezes de algum passarinho e chicória, que nasce sem precisar plantar. Tudo é comprado nas feiras desnecessariamente. Há exceções, lógico, mas a cultura amapaense é esta.

    • Roque, em parte, vamos dizer 80%, vc está certo, mas tem um porém e vc vai concordar comigo. O mato que aparece é dentro do canal e, nem eu, nem vc, ninguém, ia querer se arriscar a pular no meio daquela podridão para capinar, roçar ou arrancar o mato. Em frente da casa sim, devemos limpar, mas alí não. VC não acha?

      • Minha analfabeta (porém sábia) avó já dizia: “quem quer fazer, acha um jeito; quem não quer, acha uma desculpa. Morei 2 anos em Joinville (SC) e pude constar que a tradição daquele povo é cuidar da apresentação das casas, principalmente dos jardins. Várias vezes vi criancinhas de 2 anos com uma pazinha na mão, ajudando os pais no cultivo dos jardins. Infelizmente nunca vi esta cena em Macapá. Se eu ainda morasse em Macapá, garanto pra você que nas horas vagas eu cuidaria da aparência do lugar onde eu moro. Veja a Praça Zagury, que já foi a menina dos olhos da cidade. Um dia desses passei por lá e notei que a altura do mato dava até pra esconder uma onça. Custa alguma coisa os moradores dos arredores darem uma mãozinha, já que a prefeitura não cuida?

        • Se cada um cuidasse pelo menos da frente de sua casa e cultivasse um pequeno jardim, já seria um bom começo.

    • nao basta o absurdo de impostos que pagamos, a verba bilionaria que empresa que cuida da limpeza recebe anual e nos ainda temos que limpar praça rua e esgoto. ai e de mais

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