Artigo dominical

De fato Este homem era justo!
Dom Pedro José Conti. Bispo de Macapá

Com o Domingo de Ramos a Igreja Católica inicia a Semana Santa. É o momento mais importante para celebrarmos a nossa fé. Com efeito, ser cristão é seguir mais de perto aquele Jesus Cristo que sofreu a paixão, a morte na cruz e, depois de três dias, apareceu ressuscitado e vivo aos seus amigos. Todos nós nos perguntamos como falar hoje desses acontecimentos numa sociedade onde o religioso, o exotérico e o mágico e se confundem; onde fatos e ficção se aproximam ao ponto de serem trocados pela tecnologia da computação.  Sabemos, por exemplo, e sempre depois, que imagens são retocadas, pesquisas são manipuladas e boatos se transformam em manchetes. Como distinguir as verdades, que resplandecem por luz própria, das mentiras e das aparências iluminadas pela propaganda interesseira?
Sobre a Boa Notícia da Ressurreição de Jesus irei falar, no próximo domingo, na alegria e na esperança renovada da Páscoa. Desta vez quero convidar a reler e a refletir com atenção sobre a paixão de Jesus relatada no evangelho de Lucas, o evangelista que está nos acompanhando ao longo deste ano litúrgico.
É a paixão e morte que fazem de Jesus o irmão universal, totalmente solidário com o sofrimento e a morte de qualquer ser humano que passe por este mundo. Contudo, se o sofrimento e a morte de Jesus garantem a sua humanidade, o seu jeito de sofrer e de morrer e as causas que levaram a sua vida a este trágico desfecho devem chamar a nossa atenção.
Jesus morreu de morte violenta por ter falado e agido de certa maneira. Não foram por acaso nem a sua vida e nem a sua morte muito bem planejada e motivada pelos seus perseguidores. Tudo isso nos deve deixar pensativos. Outros homens famosos, considerados fundadores de religiões, acabaram as suas vidas fartos de anos e de bens, rodeados pelo carinho dos discípulos. Maomé morreu satisfeito, pago pelas suas vitórias militares. Algo de semelhante pode-se dizer de Buda e Confúcio. Se tivesse feito uma autocrítica, talvez Jesus teria escapado daquela morte. Mas não a fez. Morreu porque quis, por causa da verdade que o Pai lhe tinha confiado. Morreu por não querer renegar nada do que tinha pregado e ensinado com as suas palavras e os seus gestos. Sem nunca ter pegado numa arma, ou ter machucado alguém, foi violentamente assassinado, condenado entre os malfeitores. Aquele que pregava o amor, a paz e o perdão, não foi acolhido em paz e nem perdoado, ao contrário, foi odiado e rejeitado. Os evangelhos da Paixão não escondem as torturas, os escarros e as zombarias. Fazem questão de relatar a vergonha da nudez e a crueldade da agonia. A morte de Jesus virou espetáculo macabro, exemplo para amedrontar, lição para lembrar a todos quem eram os verdadeiros poderosos que podiam mandar e desmandar.
O evangelista Lucas nos diz que, naqueles dias, Herodes e Pilatos se tornaram amigos. Os poderes religiosos e político se juntaram contra Jesus. O povo gritou para que Jesus fosse crucificado e para que Barrabás, assassino e rebelde, fosse posto em liberdade. Jesus é crucificado entre dois ladrões. A justiça humana deve proteger os que se acham bons dos rebeldes e facínoras. O mal, pensa-se, deve ser arrancado sem piedade. Não se pode abrir brechas e nem exceções. Nada de mais certo para os que têm medo de perder o seu poder e os seus privilégios. Jesus paga um preço muito caro por ter pregado o perdão e a misericórdia de Deus. Aquele Deus que ele teve a ousadia de chamar de Pai.
Assim continua a chamá-lo na cruz. ”Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. E, na hora da morte, grita: “Pai em tuas mãos entrego o meu espírito”. Ao ladrão arrependido declara: “Em verdade eu te digo, ainda hoje estarás comigo no paraíso”.
Que homem é este que nos questiona e nos surpreende, ainda hoje, com sua vida e com sua morte? Respondemos com as palavras do oficial romano: “De fato! Este homem era justo! “

  • Para os testemunhas-de-Jeová, Ele é um ser criado por Jeová, poderoso, mas não todo-poderoso. No budismo, Jesus foi um grande Mestre. No mormonismo, Jesus não foi gerado pelo Espírito Santo, e viveu em poligamia: Marta e Maria, irmãs de Lázaro, teriam sido suas esposas. No islamismo, um mensageiro de Deus, porém menor que Maomé. Na Nova Era, Jesus não é Deus porque todos somos deuses; a Era de Peixes, de Jesus, está se expirando, e um novo avatar surgirá para conduzir a humanidade à Era de Aquários, que colocará o mundo em ordem e estabelecerá a paz.
    Negar a divindade de Jesus é uma das características das seitas, mas “as portas do inferno não prevalecerão” contra a Igreja de Cristo. Para nós, cristãos, Jesus Cristo é Deus. A prova disso não é apenas a nossa fé. Contamos com a Bíblia Sagrada, livro escrito por cerca de 40 escritores, divinamente inspirados; contamos com o testemunho de apóstolos que caminharam com Jesus, ouviram suas palavras e viram seus milagres, a exemplo de Pedro que declarou enfático: “TU ÉS O CRISTO, O FILHO DO DEUS VIVO” (Mateus 16.16). Temos as palavras do próprio Jesus que afirmou: “EU E O PAI SOMOS UM” (João 10.30). Temos o testemunho do profeta Isaías que, 700 anos de o Verbo habitar entre nós, chamou-O de “Deus Forte” e “Pai da Eternidade” (Isaías 9.6). Contamos, também, com o testemunho de milhões de vidas transformadas pelo poder que há no nome de Jesus. Tratar-se-ia de apenas um espírito evoluído, um homem com poderes mediúnicos como desejam os kardecistas? Se Jesus é apenas um espírito iluminado, por que não “baixa” nas sessões espíritas? Se Jesus foi igual a Buda e Maomé, onde estão seus ossos? Em lugar nenhum iremos encontrá-los porque Jesus ressuscitou, e vive e reina para sempre. Aleluia! Vejamos o que dizem as Escrituras sobre a divindade de Jesus.

    CRISTO, O CRIADOR
    § “Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez… estava no mundo, e o mundo foi feito por ele e o mundo não o conheceu (João 1.3, 10)). “Pois nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades, tudo foi criado por ele e para ele” (Colossenses 1.16). “…a nós falou-nos [Deus] nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez o mundo (Hebreus 1.2).

    CRISTO, O DEUS
    § “A virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamarão pelo nome de Emanuel, que quer dizer: Deus conosco” (Mateus 1.23). “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus… e o Verbo se fez carne e habitou entre nós (João 1.1,14). Atenção: “O Verbo era Deus”, e não “o Verbo era um deus”, como desejam os testemunhas-de-Jeová. “Eu e o Pai somos um” (João 10.30); “Quem me vê, vê o Pai” (João 14.9). “O Pai está em mim, e eu nele” (João 10.38); “Disse-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu” (João 20.28); “Deles são os patriarcas, e deles descende Cristo segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém”. (Romanos 9.5). “Pois nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade (Colossenses 2.9). “Porque um filho nos nasceu…o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9.6). “Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1 João 5.20). Outras referências: João 1.15,18,30; Colossenses 1.15; 2 Coríntios; 4.4; 5.19.

    CRISTO, O ETERNO
    § “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último, o princípio e o fim” (Apocalipse 22.13). “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão nascesse, eu sou” (João 8.58). “Eu e o Pai somos um” (João 10.30,38). “Há tanto tempo estou convosco e não me conheces, Filipe? Quem me vê, vê o Pai… crede-me quando digo que estou no Pai e o Pai está em mim” (João 14.9-11,20; 17.21). “Vim do Pai e entrei no mundo; agora deixo o mundo e volto para o Pai” (João 16.28) Outras ref.: João 1.18; 6.57; 8.19.

    CRISTO, O TODO-PODEROSO
    § “É-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mateus 28.18). “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-poderoso” (Apocalipse 1.8). Outras referências: Efésios 1.20-23; João 21.17.

    CRISTO, O SALVADOR
    § “Mas quando apareceu a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com os homens, não por obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, ele nos salvou mediante a lavagem da regeneração e da renovação pelo Espírito Santo, que ele derramou ricamente sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador”(Tito 3.4-6).
    § “E em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4.12). Vejam a ênfase: “Em nenhum outro nome”. Não sobra para Buda, para Allan Kardec, para Maomé, para Confúcio, para Lao-Tsé, para ninguém. E mais: João 3.16; Lucas 4.18; Isaías 61.1.

    Jesus não foi um simples fundador de uma religião. Os afamados fundadores de seitas que surgiram na história da humanidade estão todos mortos e devidamente enterrados; seus corpos foram comidos pelos vermes, e seus ossos, se ainda restam, estão em algum lugar. Com Jesus não aconteceu a mesma coisa. A terra não pôde detê-lo, a morte não teve domínio sobre Ele. Jesus ressuscitou do sepulcro e sobre isto há o testemunho das Escrituras; há o registro de testemunhas oculares que com Ele estiveram durante sua vida terrena e após a sua ressurreição, e viram-no ascender aos céus (Mateus 28.1-10; 16-18; Marcos 16.1-14; Lucas 24.1-53; João 20.1-18).

    OS TÍTULOS DE JESUS

    De forma direta ou indireta, pelo nome ou pelos títulos, o nosso Salvador permeia toda a Bíblia, onde é apresentado, por exemplo, como Messias, Redentor, Libertador, Perdoador de pecados, Juiz, Rei dos reis e Senhor dos senhores. Vejamos alguns dos títulos de Jesus distribuídos por vários livros:

    Gênesis: Semente da mulher.
    Jó: Redentor.
    Salmos: Pedra angular.
    Cantares: Rosa de Saron.
    Isaías: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, Emanuel, Glória do Senhor, Legislador, Poderoso de Jacó, Renovo, Santo de Israel.
    Jeremias: Justiça nossa.
    Daniel: Ungido ou Messias.
    Miquéias: Juiz de Israel.
    Ageu: Desejado de todas as nações.
    Zacarias: Rei.
    Malaquias: Mensageiro da aliança, Sol da justiça.
    Mateus: Filho amado, Filho de Davi, Filho de Deus, Filho do homem, Guia, Rei dos judeus.
    Marcos: Filho do Deus Bendito, Santo de Deus.
    Lucas: Consolação de Israel, Filho do Altíssimo, Poderoso Salvador, Profeta, Salvador, Sol nascente.
    João: A Porta, a Ressurreição e a Vida, Bom Pastor, Cordeiro de Deus, Criador, Deus Unigênito, Eu Sou, Luz do mundo, Luz Verdadeira, Verbo, Verdade, Vida, Videira verdadeira.
    Atos: Justo, Santo, Senhor de todos.
    Romanos: Deus bendito, Libertador.
    1 Coríntios: Adão, Nossa Páscoa, Rocha, Senhor da glória.
    2 Coríntios: Imagem de Deus.
    Efésios: Cabeça da Igreja.
    1 Timóteo: Bem-aventurado e único Soberano, Mediador, Rei dos reis, Rei dos séculos, Senhor dos senhores.
    Tito: Salvador.
    Hebreus: Apóstolo da nossa confissão, Herdeiro de todas as coisas, Autor e Consumador da fé, Grande Sumo Sacerdote.
    1 Pedro: Pastor e Bispo das almas, Príncipe dos pastores.
    1 João: Advogado.
    Apocalipse: Alfa e Ômega, Cordeiro, Leão da Tribo de Judá, O Primeiro e o Último, Primogênito, Rei dos santos, Resplandecente estrela da manhã, Todo-poderoso.

    A TRINDADE

    Negar a divindade de Jesus é negar a existência do Deus trino, ou seja, do Deus único, eternamente subsistente em três Pessoas: a Primeira Pessoa, Deus Pai; a Segunda Pessoa, Deus Filho; e a Terceira Pessoa, Deus Espírito Santo. A unidade divina é uma unidade composta dessas três pessoas, coexistentes, porém distintas. Examinemos a Palavra:

    § “Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR” (Deuteronômio 6.4). Este versículo é muito usado pelos que não aceitam a Trindade. Sustentam que não existem três Deuses, mas apenas um. Ora, a idéia do Deus trino, da unidade composta, está subjacente em outras passagens, como veremos a seguir.

    § “Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem…” (Gênesis 1.26). O uso da primeira pessoa do plural – FAÇAMOS – indica que Deus não estava só na obra da Criação: o Filho e o Espírito estavam presentes. Vejam também Gênesis 3.22; 11.7; Isaías 6.8.

    § “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28.19).

    § “A graça do Senhor Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” (2 Coríntios 13.13). Conhecida como a “bênção apostólica”, este versículo revela o Deus trino.

    § No batismo de Jesus no Jordão, conforme Mateus 3.16-17, temos o Espírito de Deus “descendo sobre Jesus”; a voz do Pai dizendo “Este é o meu Filho amado”; e o Verbo, o Deus Filho ali encarnado e habitando entre nós.

    § O livro de Judas fala da Trindade: “Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo, conservai a vós mesmos na caridade de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (Judas 20.021).

    § O apóstolo Pedro deixou o seu testemunho sobre as Pessoas da Trindade: “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo” (1 Pedro 1.2).

    § Na seguinte passagem Jesus mais uma vez revela sua divindade e reafirma a existência da trindade em Deus: “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lucas 24.49). A promessa diz respeito ao batismo no Espírito Santo, plenamente cumprida em Atos 2.1-4. Vejam que a promessa é do Pai, mas quem envia é o Senhor Jesus; envia do alto, do céu. Jesus confirma o que já houvera dito: “Eu e o Pai somos um”. Outra referência: Atos 2.32-33.

    A verdade é que “Deus estava em Cristo”, como afirmou o apóstolo Paulo (2 Coríntios 5.19). Finalmente, fiquemos com estas palavras gloriosas: “O Filho é o resplendor da sua glória e a expressa imagem da sua pessoa [do próprio Deus], sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder. Havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade nas alturas” (Hebreus 1.3).

  • Como pode em uma unica pessoa caber tanta Imbecilidade, estupidez e idiotices?
    Fale de qualquer pessoa, fale de mim!!! Mas não fale de Jesus não!!!!essa foi a melhor do ano!hahahaha…isso é PIADA!
    Sinto muita pena pelo que pode acontecer a uma pessoa que pensa desta forma, pois a biblia diz que Deus não se deixa escarnecer… muitos ousaram zombar de Deus e os resultados não foram dos melhores…ex. Titanic” nem Deus afunda este navio” todos sabemos o que aconteceu! JESUS que morreu na cruz pra nos salvar?
    Quem escreveu isso acima é realmente um Ateu.. nao crê em nada e conserteza finge que é feliz mas é totalmente infeliz.. pq Felicidade mesmo somente com Jesus.. Existem pessoas inteligentes que estuda sobre Jesus e o pq dele ter vindo a terra para pagar um alto preço por nossas vidas.. Maome sei… esse cara e seus seguidores apelavam a atos extremistas, ao terrorismo e ao puro suicídio em nome da sua causa. esse maome foi feliz e nunca passou por nada, estudem mais ele passou por muita coisa sim Alguns cuspiram em sua cara, outros lhe atiraram terra no rosto, e outros o insultaram até ao meio-dia. Cada vez que uma menina se aproximava com uma vasilha de água, ele lavava as mãos e o rosto e dizia: “Oh filha, não tenhas medo de que teu pai seja humilhado ou atormentado pela pobreza.” Depois mostrou sua verdadeira cara ele o Profeta Maomé pôde preparar um exército de 10.000 homens. Empreenderam a marcha para Meca e a conquistaram, derrotando assim seu povo, que o havia perseguido e torturado. Muitos muçulmanos, inclusive, haviam sido obrigados a abandonar suas propriedades e riquezas, e fugir para salvar suas vidas. Derrotou-os de maneira decisiva, e esse ano foi chamado ‘O Ano da Conquista’. Ainda tem coragem de compara-lo a Jesus, que sempre ensinou a amar até seus inimigos!
    ”Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. E, na hora da morte, grita: “Pai em tuas mãos entrego o meu espírito” mostra que ele nunca poderá ser comparado com nenhum destes, que esse tolo menciona neste texto patético, costumo dizer que se jesus voltasse aqui eles o matariam novamente, porque satanas esta desesperado, mas não se preocupem ele vai ser vencido para sempre! e todos seus seguidores loucos!
    Posso ver que esata afirmação é de um demente acabaram as suas vidas fartos de anos e de bens maomé não demonstrou isso.O que você pode dizer sobre uma sociedade que diz que Deus está morto e Elvis está vivo…rsrsrsrs
    Vejamos o tal BUDA Um pesquisador, chamado de Isaque, gostava muito de viajar, ao chegar em um país, descobriu que ali e em alguns lugares do mundo se dizia que um certo homem chamado “BUDA”, que viveu praticando o bem e ajudando a todos quanto podia, em sua época, era o filho de DEUS, O pesquisador, curioso, resolveu estudar esse tal BUDA, o que, depois de alguns anos de pesquisa, chegou ate o ponto crucial de sua pesquisa, o tumulo de BUDA. Em seu relatório, o pesquisador colocou que no tumulo de BUDA havia escrito em letras muito grandes, e em vários idiomas:– Aqui jaz BUDA; Ao terminar sua pesquisa, ele continua sua viajem pelo mundo, e chegando em outra nação ele, descobriu que ali também, e em alguns lugares do mundo se dizia que um certo homem chamado “MAOMÉ” era, não o filho de DEUS, mas seu principal representante, considerado como um filho “adotivo de DEUS”; Isso fez com que ele, mudasse sua pesquisa, em relação a BUDA, e fizesse uma nova pesquisa; Depois de alguns anos e de descobrir que esse tal de MAOMÈ, também ajudou a todos quanto podia com suas profecias, o pesquisador chegou no seu tumulo; Em seu relatório, o pesquisador colocou que no tumulo de MAOMÉ havia escrito em letras muito grandes, e em vários idiomas: – Aqui jaz MAOMÉ; Então, muitos anos se passaram e o pesquisador já velho, e muito perto de sua morte chega a conclusão que sua vida, não valia nada, pois assim como esses dois representantes de DEUS, BUDA e MAOMÉ, ele também iria para um tumulo, e seria escrito em vários idiomas, pois ele era mundialmente conhecido, aqui jaz Isaque. Em um dia, ele encontra no fundo de um baú velho que estava em seu quarto, uma “bíblia” que pertenceu a seu Avô, e começou a ler o livro de Mateus, bem onde dizia: -Eu sou o caminho, a verdade e vida; Ao ler mais este livro ele encontra: -Quem crer em mim ainda que morra viverá; Então o pesquisador resolveu estudar esta pessoa que poderia ser a solução para sua vida, e descobre que seu nome era “JESUS CRISTO”, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; Descobre também que esse JESUS era também considerado em alguns lugares do mundo, como o único filho unigênito de DEUS; Em sua pesquisa, nosso pesquisar viaja para Jerusalém, em Israel, para descobrir mais detalhes sobre JESUS; Lá, ele chega no ponto crucial de sua pesquisa, o tumulo de JESUS; Em seu relatório, o pesquisador colocou, que não tem mais medo da morte, pois a morte foi derrotada a mais de dois mil anos atrás, pois no tumulo de JESUS havia escrito em letras muito grandes, e em vários idiomas: – Aqui ‘ressuscitou’ JESUS; Hoje, o nosso querido pesquisador, já esta morto para muitos, que acreditam em BUDA, em MAOMÉ, em outros deuses pagãos, mas, e sempre tem um mas para tudo, para nos que realmente somos “cristãos”, não de palavras mas que cumprimos todos os mandamentos e não nos contaminamos com o mundo, pois a bíblia diz que o mundo esta no maligno, para nos, Isaque, o pesquisador, vive e reina com JESUS, o filho de DEUS;

  • Toda essa mensagem de paz contrasta com os abusos praticados pela Santa Inquisição, promovida pela mesma Igreja Católica. Há menos de 200 anos, pessoas eram queimadas por terem credo diferente. Será que era isso que Jesus queria?…

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