Boa idéia

PMM utiliza pneus no paisagismo de Macapá

Em tempos de combate total ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, os pneus abandonados são considerados inimigos públicos número um por acumularem água parada com facilidade.
Em Macapá, 57 mil pneus dão entrada no aterro controlado  por ano e ainda existem aqueles retirados de lixeiras, terrenos baldios, borracharias e canais, todos os meses, outro grande desafio é conter a sua queima criminosa, que polui o meio ambiente com a liberação de dióxito de enxofre.
Na tentativa de minimizar o problema a prefeitura, através da secretaria de manutenção urbanística,  inicia o processo de paisagismo nas praças e rotatórias utilizando esses pneus. Os mesmo servirão de suporte para espécies florísticas. “Cansado de ver pneu usado sendo jogado por todo o lado em Macapá, minha equipe de trabalho e eu, elaboramos um projeto de paisagismo para a cidade usando essa matéria prima. Coisa simples, mas com certeza agradável aos olhos”, diz Eraldo Trindade.

Segundo o secretário, o trabalho de paisagismo neste primeiro momento inicia com 95 pneus, que foram pintados e preparados para serem colocados em praças, canteiro central e rotatórias. Pneus antigos pintados com cores vivas e sobrepostos criarão um visual diferente nos logradouros públicos da cidade a partir desta semana. A equipe começa o paisagismo pelo canteiro central da Feliciano Coelho e segue um cronograma de execução da Semur.

(Andréia Freitas – Ascom/Semur)

  • Podiam usar esta idéia em Maceió: no bairro do Poço, próximo ao riacho Salgadinho, tem uma galera de várias borracharias que sempre “desova” pneus velhos num terreno baldio.

    (Tem também um projeto de misturar pó de pneu no asfalto, pra ele ficar mais maleável e esvuracar menos. Queria saber em que pé estava…)

  • KKKKKKKEKKKKK, COM ESSA “BRILHANTE IDEIA, ALIAS, EM GOIANIA EXISTE ALGO ASSIM, E DE PRIMEIRA QUALIDADE, VAI ACUMULAR AGUA DA CHUVA..AI MEUS IRMAOS, VCS SABEM MUITO BEM O QUE ACONTECE…UMA MATERNIDADE PERFEITA PARA O MOSQUITO DA DENGUE…HEHE
    ASSIM SENDO, O AMAPA VAI SUMIR DO MAPA, VAO TODOS MORRER DE DENGUE…
    QUEM NAO MORRER, VERÁ !

    • Seria a reciclagem? ótima ideia… Mas os pneus estão visíveis, enquanto os políticos estão trancados em seus gabinetes e não geram tanta poluição visual.

  • Bonitos pneus Fernandinho! Mas que tal, primeiro capinar e tapar a buraqueira das ruas e avenidas começando pelo Zerão. Sabado fizeram um servicinho “fuleira”, onde roçaram a Dom José maritano e parte da Raimundo Peres, não concluiram o tapa buraco em nenhuma das vias ou estes pneus com cores chamativas é para a população não perceber a sujeira e a buraqueira. A cratera da Zeca com mais de 600 m2, que virou lixeira eles nem olharam.

  • Parabéns pela excelente idéiaAlém de reaproveitar pneus velhos que servem como criadouros de mosquitos.
    Com toda certeza um visual simplesmente lindo.

  • Que contraditório, ou , pior, burrice de quem está fazendo isso. Mesmo com plantas no meio dos pneus é óbvio que de alguma forma irá comportar água dentro deles. Afinal é perceptível na foto que a parte debaixo dos pneus não foram cortados, ou seja, continuarão armazenando água de chuva! Quanta incompetência! Tudo bem que a ideia tinha uma finalidade positiva , mas não cortar a parte debaixo dos pneus é muita burrice. E outra, eu vi na praça esses pneus e não há também terra na parte interna. Resumindo….estão disseminando dengue! Pelo amor de Deus , ou melhor, amor pela população…cortem a parte debaixo dos pneus para que assim não armazene água!!!!!

    • Retiro o que disse, Jonas Veiga. Observei mal. O ideal seria transformar o pneu num grande vaso, com os orifícios necessários para escoar a água. Do jeito que está, parece trabalho de preguiçoso, típico da região.

  • tecnicamente isso é apropriado em tempo de dengue, mesmo? É bonito, sem dúvida, mas não gera outro problema?

  • Luiz Nery.
    Se…
    se não houver frutos;
    valeu a beleza das flores.
    Se não houver flores;
    valeu a sombra das folhas.
    Se não houver folhas;
    Valeu a intenção da semente.
    Henfil-1984.

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