Boca no trombone

Recebi do leitor Altemar Alcântara com pedido de publicação:

“Demolição da Praça do Ciosp.

Na sexta feira (28), quando participavam na Câmara dos Vereadores, da Audiência Pública convocada pelo Vereador Audrin, para discutir sobre a Demolição da Praça do Bairro, os moradores do Congós foram surpreendidos com a declaração de Otacílio Barbosa (representante do Município) que informou na Audiência que o Prefeito de Macapá já havia liberado o Alvará para a demolição da Praça do Ciosp.
Pressionado pelos moradores que ainda discutiam sobre o assunto em Audiência Pública, o representante do município saiu pela tangente informando que o Alvará não é definitivo e que pode ser revogado a qualquer tempo.
Os moradores na Audiência apresentaram três alternativas para manter a Praça do Bairro sugeriram as seguintes áreas:
ÁREA DO ANTIGO ANINGA, que está completamente abandonada servindo de refúgio para marginais e viciados em bebidas e drogas, localizada na Claudomiro de Moraes.

ÁREA DO MORAES, localizada na Rua Dr. Alberto Lima que fica a 300 metros da Praça do Ciosp, que inclusive está sendo loteada pelo proprietário.
ÁREA ATRÁS DA ESCOLA RAIMUNDA ALENCAR entre as rua 27 e 28 de julho, um campo de futebol sem qualquer investimento público.

O Governo do Estado não enviou representante para a audiência Pública, o Secretário de Infra Estrutura Joel Banha também não compareceu.
Os moradores alegam que não justifica a destruição de um Patrimônio Público que custou aproximadamente 4 milhões aos cofres públicos, para economizar 1,2 milhões conforme declarou o Secretário Joel Banha em entrevista concedida a TV Amapá justificando que a mudança do projeto original é para economizar na fundação dos 07 prédios que serão transferidos para a praça do Bairro.
Os moradores não aceitam a alteração do projeto original, que vai demolir a Praça. Já o Governo não toma conhecimento da reivindicação da comunidade e vai reiniciar a demolição nesta segunda (31). O impasse continua, os moradores pedem a intervenção do Ministério Público.

Altemar Alcântara”

  • Se fosse tão simles assim Joelma, o governo buscaria uma solução mais adequada não acha? O Problema e que vai fazer um condomínio em imóvel público. Usando duas verbas federais para o mesmo local.

  • Descupem-me moradores , quatro milhões gastos por aquela quadra é quase 1/5 do valor de toda a obra pronta com praça e tudo , todos sabem que o
    projeto não terá uma praça mas sim duas praças , uma atrás do ciosp e outra em frente a escola , descupem-me mas acho que estão querendo boicotar obras que irão beneficiar muita gente que mora nas aereas alagadas do bairro , é aquela coisa o governo passado não se interessou em buscar recursos do PAC pra fazer moradias e agora mobiliza seus agentes para que as obras não aconteçam , esse tipo de fazer politica é horrível .

    • Caro Antônio, você está completamente enganado, não se trata de fazer política, trata-se de reivindicar direitos. A comunidade foi até a Sinf apresentar alternativas quando foi surpreendida com a alteração do projeto. A demolição só veio a tona porque a comunidade tem sido ignorada. Parece que você está muito bem informada sobre o projeto. Vi o projeto original e não vimos duas praças como afirma Joel. Vai demolir uma e contruir outra a 300 metros. Parece que dinheiro tem o que falta é Gestão. Porque ele não controi os prédios no local da outra praça e revitaliza esta não sairia mais barato, já que ele quer economizar???

  • Se eu fosse o governador diria: “ta bom, vamos deixar a praça e levar esse projeto para outro bairro, podem curtir a praça tranquilos”.

  • Pelo que vejo vamos entrar numa guera pela demolição dos patrimônios. Tudo pq ainda não temos as áreas públicas e privadas regulamentadas pelos órgãos públicos. Dá pra esclarecer melhor a população que as obras públicas só podem ser feitas em terrenos públicos ou regulamentados?

    • Joelma, a questão é que a 07 anos o governo de Estado recebeu um recurso federal para construção da Praça do Bairro e do Ciosp, agora recebe outro recurso Federal para Construção do Parque dos Congós. Na ânsia ter o recurso liberado a qualquer custo alterou o Projeto original, e agora vai demolir um patrimônio público que é da comunidade, e custou 4 milhões para supostamente economizar 1,2 milhões na fundação dos prédios. O pior é que teremos dois investimentos públicos com projetos diferentes na mesma área, e mais absurdo ainda é transformar um espaço que é público em condomínio privado.
      Isso para mim é improbidade administrativa, pois além do prejuizo financeiro que está causando aos cofres públicos, o Estado está usando o segundo recurso federal e aplicando mesmo local. Que nome você daria para este desperdídio de dinheiro público.
      Desde já ratifico que sou totalmente a favor da construção do condomínio Parque dos Congós, porém sou contra a demolição da praça do Bairo. Sugestões foram apresentadas ao governo e área é que não falta no bairro para readequação do projeto. Por que na praça????

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