Boca no trombone

“Alcinéa, sabendo de seu compromisso com a verdade e com a lisura dos processos democráticos peço a você que manifeste a minha indignação em seu blog.
“O Concurso será regido por este Edital, inclusive seus anexos, e executado pela UEAP, através da Pró-Reitoria de Graduação”
São palavras retiradas do edital que rege o provimento de 72 vagas para professores do quadro efetivo docente da UEAP, com salários que variam de R$ 3.424,85 a R$ 5.321,25. Mas infelizmente este edital não está sendo organizado por uma instituição pública de ensino superior diferente do objeto do concurso, como deveria ser, e sim pela própria UEAP e como se trata de um concurso com provas didáticas e escritas, e com temáticas pré estabelecidas, para mim fica muito fácil compreender que os temas das provas assim como os perfis das vagas foram feitos e organizados de forma que coubessem como luvas nos professores que ali já desempenham atividades acadêmicas o que de todas as formas me faz crer que os preceitos democráticos foram esquartejados neste caso, visto que os professores coordenadores dos cursos é quem com toda a certeza construíram os perfis e selecionaram os temas para as provas escrita e didática ferindo assim a Constituição  Federal de 1988 e da Lei nº 0066/1993.
Em entrevista a um jornal local o pró reitor de graduação Alexandre citou  uma universidade de Goiás, a qual não deu nem especificações.
Mesmo que as bancas sejam contratadas desta universidade, o concurso continua ilegal por ter sido organizado pela própria universidade que é objeto do concurso.
  Tenho medo de me inscrever, pois a inscrição custa R$ 150,00 e no fim das contas uma pessoa descontente com o processo pode anular tudo. Infelizmente o nosso governador anda cercado de pessoas que não demonstram competÊncia no que fazem, ou acreditam que o povo é ingênuo o suficiente para engolir certas coisas como essa.
Atenciosamente,
André  Ferreira” 

Nota do blog – O espaço está aberto para a UEAP caso queira se manifestar.
  • Será que os requisitos para as vagas não foram “ADAPTADOS” para atender os professores CONTRATADOS que já estão na UEAP? Isso também é uma questão muito grave.

  • Vamos supor que o “Pensador” é um possível classificado. Será??? Sei não hein, esta muito suspeito…. Não viu o que aconteceu no ultimo concurso realizado pela Fundação Marco Zero (UNIFAP). Já perdeu a credibilidade há muito tempo. Fique com DEUS.

    • JÁ SOU PROFESSOR E ENGENHEIRO COM DOIS CONCURSOS, MAS POSSO CONCORRER A UMA DAS VAGAS SEM PROBLEMA ALGUM, NO ENTANTO A IMPESSOALIDADE FOI FERIDA, VISTO QUE SENDO A UEAP A ORGANIZADORA DO CONCURSO,E PELA FALA DO PRO REITOR”Lembro que parte do quadro docente não tem a titulação exigida. Assim, o edital não atendeu interesses” COM TODA A CERTEZA UMA COMISSÃO DE PROFESSORES DA UEAP DEVE TER ORGANIZADO OS PERFIS E QUEM SABE ATÉ OS TEMAS PARA AS PROVAS ESCRITA E DIDÁTICA DO REFERIDO CONCURSO, PORTANTO NÃO SOU EU UM DOS BENEFICIADOS E SIM TALVEZ OS PROFESSORES QUE JÁ DESENVOLVEM SUAS ATIVIDADES NAQUELA IES, OUTRO FATO IMPORTANTE É QUE EM MOMENTO ALGUM DO EDITAL FOI MANIFESTADA A PARTICIPAÇÃO DA TAL UNIVERSIDADE DE GOIAS QUE ATÉ AGORA NÃO SABEMOS QUAL É E NEM QUAL O SEU EFETIVO PAPEL NO CONCURSO

  • Se houvesse compromisso com a lisura e transparência do concurso público, o mínimo que se deveria fazer é contratar uma instituição isenta para realizar o certame, pois sempre vai pairar a ideia de que pessoas receberam informações privilegiadas! Principalmente porque a UEAP ainda não possui quadro efetivo, ou seja, pessoas que podem fazer parte das fases de elaboração do concurso podem ser as mesmas que concorrem às vagas! Se houvesse quadro próprio, ou seja, pessoas que possuem vínculo efetivo com a institução, não haveria esse problema, como é o que ocorre com a UNIFAP que faz suas próprias provas para professor, mas possui quadro efetivo!

  • Não é este o caso “medo de perder”, concordo com o colega André , pois somos sabedores que na UEAP não há um professor sequer que seja efetivo, e como o concurso foi organizado pela própria UEAP evidentemente que estes próprios professores elaboraram as provas , ou pelo menos escolheram os temas das provas que vão também se submeter.
    Ou seja no mínimo não houve ética por parte dos professores, coordenadores e UEAP.

  • O art. 37 da CF em vigor fala de princípios a serem obedecdos pelos órgãos públicos. Então, nada melhor que seguir o estreito caminho da lisura, evitando, no futuro, o da prisão.

    • Caro Cléo.
      Quanto ao Art. 37 da CF/88 – “… A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de

      Legalidade,
      Impessoalidade,
      Moralidade,
      Publicidade,
      Eficiência… onde, na Academia (LIMPE). Um abraço caríssimo Causídico e Poeta. Que Deus esteja sempre contigo”.

  • Pior é o concurso da AFAP, deu pra perceber que o edital foi copiado do concurso da Agencia de Fomento do Amazonas. Até leis daquele estado estavam no edital. Um absurdo.

    • Eu não diria “perder” amigo. Vejo nesses concursos uma certa “névoa”. Não se trata aqui de perda de tempo e sim de Dinheiro pois o cidadão desempregado já “blefado” ainda tem que recolher numerários aos cofres públicos para submeter-se a um concurso público??? Sabendo pois que pode estar entrando em uma situação “lendária”??? Concordo com a denunciante e com a Néia que tem coragem pra enfrentar esses temas por deveras picantes. Que Deus nos ajude… sempre!!!

    • A indagação do candidato tem motivos, afinal quer concorrer de igual para igual. Desculpe-me, mas sua manifestação é grosseira e estapafúrdia.

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