Caos na saúde – Governo vai apresentar proposta segunda-feira

O governador Camilo Capiberibe definiu na manhã deste sábado, 27, com sua equipe de governo, os próximos passos para um entendimento com a classe médica do Amapá. Estiveram presentes na reunião de avaliação e estudos os secretários de Saúde, Edilson Pereira, Planejamento, Juliano Del Castilho, de Administração, Antônio Kleber, chefe da Casa Civil, Kelson Vaz, chefe adjunto, Delcio Magalhães e técnicos da saúde.

Eles definiram que na próxima segunda-feira,29, aequipe reúne com representantes da categoria e Ministério Público Estadual e apresentam a proposta do Governo. A categoria médica ameaça não dar mais plantões e cobra aumento do valor dos plantões e de salário.

A equipe de Governo fez um estudo detalhado da situação baseado em informações oficiais para chegar às conclusões finais. A intenção do Governo é que os médicos não tenham perdas e o Estado não ultrapasse o teto máximo possível. “Vamos apresentar uma escala justa em que nenhum lado sai perdendo”, disse o governador.
A reunião será no Palácio do Setentrião, às 19h.

(Mariléia Maciel/Secom)

  • Gente, o que é isso!! é um absurdo o que esses médicos,titulados de “Doutores” querem fazer.Ganham uma fortuna para atender a população e nem sequer aparecem nos plantões e nos ambulatórios dos hospitais.Muitas das vezes são chamados para atender o paciente e nem se quer permanecem, ficam em casa e receitam por telefone. Varios pacientes morrem porque esses doutores não estão nem ai para a rede publica, querem atender no horario de trabalho em seu consultório particular e o usuario do SUS, que paga o seu salário que morra.As filas nos hospitais aumentam porque eles não aparecem para atender a população, vamos cobrar desta categoria corporativista a carga horária, cortando ponto sim Sr. secretário e não dando aumento a quem não quer dar produtividade. o secretario e o Ministério Público estão agindo corretamente, pois tem a obrigação de defender a população usuaria do SUS, estamos acreditando pela primeira vez,que essa categoria será punida pelo descaso com a saúde do povo amapaense.

  • Pelo que percebo vai ficar tudo no discurso novamente, o governador não demonstrar querer tentar resolver nada, pra ele tudo tá bom, só fica no velho discurso da mudança, tá mudando pra pior! quantos mais teram que morrer até que a saúde do nosso Estado melhore senhor Camilo Góes?

  • Mas será que se aumentar o salário dos médicos eles trabalharam mais motivados e COMPROMISSADOS com a saúde pública e os pacientes, porque hoje é muito mais seguro medicasse em farmacia do qur ir ao hospital público se consultar com médicos, pois eles nem olham pra cara dos pacientes, não examinam, não fazem o menor sacrificio para descobrir o que há, tem preguiça até de fazer requisição de exame, se aumentar e eles nos derem atendimento digno eu apoio, mas se for pra continuar do jeito que está tá dificil, mas antes rasgar o diploma deles.

  • Quando se fala em redução de custos, principalmente em momentos de crise, a primeira ação é manter o sistema operando com qualidade. O quantitativo nunca deve ser justificativa para inoperância, é incoerente. Entretanto, a percepção sobre redução de custos deve ser ampliada e revista periodicamente pelo governador. É necessário agir com urgência, sob pena de comprometer parte ou todo o sistema e causar um colapso.

    A tarefa de reduzir custos não é fácil e tem seus dissabores; é ingrata, mas precisa ser levada adiante. Algumas vezes, a ação adotada numa redução de não resolve o problema, apenas ofusca uma instável gestão. Cedo ou tarde, ressurge em proporções maiores. O corte feito nas contas do GEA proporcionará queda na qualidade dos serviços de atendimento e material? Quem faz um projeto assim não tem percepção de governabilidade. Reflexão que cabe ao planejamento do GEA. Caso sua resposta seja afirmativa, repense o corte. Do contrário, pode-se até obter um ganho no tempo de estruturação, no entanto, tal conquista será trilhada com incompetência de gestão operacional do sistema de Saúde do Amapá em médio e longo prazo.

    Sempre que a redução de custos for inevitável, deve-se buscar cortar os custos extra básicos, e não aqueles que são básicos para a operacionalização do sistema.

    Muitas vezes, a necessidade de reduzir custos em áreas básicas pode ser um reflexo direto de uma gestão administrativa ineficiente. Reduzir custos em proporção maior que o necessário é investir no futuro sem ter presente, pode afetar negativamente. Seria o mesmo que “acertar na indicação da solução definitiva, mas errar na dosagem”. É inútil.

    Por fim, deve-se considerar que pode haver caso onde a redução de custos nem passa por uma necessidade de sobrevivência. Resumo, não existe planejamento que compromete operações básicas, o GEA está enganado com a política de ampliação como foco. Vidas não esperam 140 leitos serem entregues, o sistema tem de ter qualidade para o gestor prometer um futuro melhor. A ridicularizarão do GEA se faz pelas justificativas e políticas sem planejamento real, o que consiste na atitude de saber racionalizar, é 100% incoerente. Só pra relembrar… E a Comunicação Institucional sempre deixando furos quando tenta veicular uma visão de futuro, sem base. #Mudou?

  • Concurso publico de emergencia com salarios diferenciados e provas em varios cantos do pais. A falta do profissional médico não é previlegio do Amapá. É sentido em todo pais e principalmente na reg. Amazonica onde os profissionais já optam por salarios bem acima do restante do pais. Tai a necessidade de atrair profissionais de outras regiões. Tem muita gente querendo viver na região.

  • égua sinceramente, o camilo tá sendo criticado pra caramba, poxa o cara tá fazendo o imposível, tudo que é imposto o cara senta pra discutir e resolver, agora tão dizendo que ele não tá fazendo nada. Vão tomar banho. O waldez e companhia fizeram barbaridades com o Estado, e em nenhum momento vi esse motim escroto pra cIma dele. A ssembleia legislativa, com duas raras exceçoes são tudo cobra criada , que vendem a alma pro diabo por causa de beneficiamento. Os borges como são donos das de vários meios de comunicação e ficam disseminando merda. Vamos cobrar com responsabilidade gente.

  • Sabe o que está parecendo este governo da mudança. Pra ter mudança só na base da justiça, pois até hoje várias pessoas que prestraram serviço no contrato administrativo ano passado não receberam suas indenizações, se quer receber tem que se humilhar ou recorrer a justiça. Que mudança é essa que só acontece pra turminha deles e o povo nada.

  • eles ganham 600 reais de plantao,a maioria deles tem escala de 30 plantoes,alguem me responda como isso é humanamente possivel.Agora eles querem aumento salarial de nove mil reais e ainda dos plantoes para mile duzentos reais,será que assim eles vao cumprir suas escalas?e as demais categorias da saude como ficam? e elas cumprem suas escalas.Enquanto nao hover mais oferta de medicos no mercado de trabalho do Amapa continuaremos refens destes q ai estao.

  • PERDAO FOI UM REPASSE DE 16 MILHOES DE REAIS DO MINISTERIO DA SAUDE PRA REFOMA A AMPLIAÇAO DO HOSPITAL DE CLINICAS DR ALBERTO LIMA

  • O GOVERNADOR JA ESTA ACERTANDO COM O GOVERNO FEDERAL UM REPASSE DE APROXIMADAMENTE 15 MILHOES DE REAIS PARA REFORMA E AMPLIAÇAO DO HOSPITAL DE CLINICAS DR ALBERTO LIMA ISSO ESTA INCLUSO A COMPRA DE LEITOS E EQUIPAMENTOS TAMBEM ISSO ESTA PREVISTO ATE O FINAL DO ANO SEGUNDO QUE ELE INFORMOU EM SEU TWITER E MUITO MAIS.

  • Também o governador só quer fazer concursos para PM, só quer chamar PM, quer fazer um governo ditador, e pra saúde e educação não está nem ai. CONCURSO PÚBLICO PRA SAÚDE JÁ!!!

  • O CAOS na saúde pública não se dá apenas pela falta de médicos, mas também por falta de estrutura, equipamentos de urgência, como oxigênio, medicamentos, macas, leitos, etc… além de rever a questão de pessoal, médicos e enfermeiros, também tem que investir em estrutura.

  • Todos nós sabemos que a questão da saúde pública no Amapá se arrasta a vários anos
    e não vem de hoje. Porém a situação se agravou no atual goeverno e cabe ao governador Camilo e sua equipe dá resposta e rápido para a atual situação. Chega de desculpas.

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