• Esse poema nao me surpeende, pois sei o quão rica é essa cabeça brilhante do Cléo. Bjos
    Sua eterna fã!

  • Muito lindo o seu poema!
    Ele é muito fácil de decorar e de dizer á pessoal que ama.
    Amei!!!!Vou escrever no espaço de poemas que eu tenho no meu caderno.
    Parabéns!

    • Olá, Ilka. obrigado pelo post. Em breve teremos uma. Lá no blog da Alcilene, na pág. 2, tem uma que escrevi sobre a banda marcial do Colégio Amapaense. O nome está em inglês, mas é fácil identificar. Bjos.

  • É isso aí, Cléo.
    A poesia não pode morrer no Amapá. O espaço para essas manifestações, proporcionado pelo Chá das Cinco, é muito oportuno. A última Flor do Lácio agradece esse incentivo.

    • Mestre Aloísio, obrigadão pelo post. Aquelas aulas de violão, nas tardes de verão, lá na Favela, valem até hoje e servirão pra sempre, pois foi aí que abracei a arte da música e, por tabela, a da escrita. Gostei muito das lembranças sobre a revolução, cujo sentimento nos amapaenses, só mesmo o povo daqui para falar. Afinal, o que aqui ocorreu, fez com que amigos desatassem a amizade e tudo o mais. Gostaria de ter teu email, para papearmos naquele espaço.

  • Oi Cléo, bom te ver… O amor é assim mesmo… possessivo… e é lindo ver alguém se entregar a ele…

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