Chuva e poesia

Mesmo com chuva fizemos poesia na boca da noite na Praça da Bandeira. Montamos um varal, declamamos, falamos de grandes poetas, como Cecília Meireles, Drumond, Alcy Araújo, Isnard Lima, Eliúde Viana e tantos outros. Recebemos a chuva como um carinho de Deus, o que nos inspirou a fazer poesias molhadas de tarde e iluminadas pelos relâmpagos que fotografavam a Praça.
Desta vez o grupo foi pequeno, vários poetas e amantes da poesia tiveram receio de encarar a chuva e pegar um gripe, mas, por telefone mandaram avisar que na próxima sexta-feira com ou sem chuva farão poesia na boca da noite.
Olha como foi a poesia na Praça da Bandeira hoje:

  • A poesia não poderia ficar sem o registro da máquina do tempo. Por isso é q os relâmpagos emprestaram seus flashes para iluminar aquele momento.

  • gostei da idéia, genial,só assim mostraremos nossos talentos amapaense, nunca frequentei nenhum desses encontros, mas tenho curiosidade, deve ser interessante. abraços a todos e em especial a Alcineia.

  • Ainda vou participar, tenho certeza que tais encontro vão se torna eventos de extrema relevância para a sociedade amapaense, e eu não vou querer ficar de for pura e simplemente em razão do que eles representam e pela pessoas que os realizão.
    Grande Abraço.

  • A chuva é amiga da poesia;
    a chuva também é uma posia.
    Êta chua amiga,
    Que, embora numa tarde fria,
    Nos permitiu, por mais um dia
    Podermos espalahr nossa alegria.

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