Combate às drogas

Às 9 horas da manhã desta quinta-feira (30), ocorrerá no plenário da Assembléia Legislativa (AL), audiência pública que irá tratar sobre a problemática das drogas do Estado do Amapá.
Promovida pelo deputado estadual Manoel Brasil (PRB), a audiência vai possibilitar uma ampla discussão sobre as drogas, consequências, riscos e tráfico. O objetivo da  é promover políticas públicas para o tratamento de dependentes, orientação socioeducativa e coibir o  tráfico de entorpecentes no Estado.
A audiência pública contará com a presença dos parlamentares federais membros da Comissão Nacional de Combate as Drogas, Evandro Milhomem e Fátima Pelaes, demais autoridades, órgãos públicos e privados ligados ao combate às drogas e entidades que desempenham trabalhos sociais de recuperação.

(Texto: Sabryna Miranda/Ascom do Dep. Manoel Brasil)

  • Execelente essa iniciativa do dep. Manoel Brasil, entretanto, o poder público não deve parar somente nesta audiência, pois a vida é continua e o consumo também. Todos os poderes, federal, estadual e municipal, as organizações, de modo geral, empresários, igrejas, e principalmente, a família. Resumindo, toda a sociedade deve estar unida com um só objetivo, permanentemente, combater esse mal que dissemina o ser humano… “a droga é uma droga” PS: e ainda vem o ex-presidente, falar em liberação (apologia) da maconha…. como diria Boris…”UMA VERGONHA” abçs…

    • No meu quase meio século de existência, nunca coloquei um cigarro de maconha na boca, apesar de ter sido muito assediado para isso.
      Mesmo assim, não sou contra seu uso.
      Quem quiser ter sua capacidade intelectual e de concentração reduzida por essa tal “viagem” que consuma.
      O problema é que, pelo que noto, esse público-alvo perderá espaço para os mais capacitados e, inevitalmente, engrossará o cordão dos excluídos.
      Não se enquadram, aí, os artistas de um modo geral, porque, pelo que também pude constatar, quanto mais viajam, mais produzem.
      Agora cá pra nós, um velho fumando maconha é ridículo. Destoa totalmente, mas isso é opinião minha.

  • O viciado nao e inocente, apenas um ser humano doente, portador de uma fraqueza espiritual e genetica que, um dia, caiu na desgraca de experimentar aquilo mesmo que o incapacita de se tornar um ser humano responsavel e consciente de seus atos. Tendo pleno conhecimento cientifico desta enfermidade em muitos, politicos se aproveitam para usar essa mesma fraqueza, o vicio, como arma de dominacao dessa gente, que, uma vez drogada, se torna refem para sempre de seu vicio, e quem controla as drogas, consequentemente controla a mente e o corpo destes viciados. THC, ou melhor, FHC, sabe muito bem disso e por isso mesmo agora faz campanha pela legalizacao das drogas, da macha da maculha,fazendo com que o stf legalizem como liberdade de exbressão, fazendo apologia as drogas, agora quem poderá resolver a questão das drogas e em nosso Amapá sera politicas públicas…

  • A presença de brasileiros que cometeram crime na guiana francesa e que se escondem em Oiapoque é uma das causas das crescentes barreiras contra trabalhadores sem documentos e garimpeiros. Esses bandidos estão cada vez mais violentos, agindo em Oiapoque como nos garimpos e vilas da Guyana. Cabe a justiça e as policias da cidade se unirem e identificarem esses assaltantes que tem vida livre. Como pessoas sem documentos podem ficar a vontade na cidade, fumando crack, carregando drogas e gerando violencia em ambos os lados da fronteira.

      • Este papel cabe à família, não a mim. Infelizmente esta instituição, indispensável para a formação da pessoa, parece que anda meio fora de moda. O pai já não dá conta de sustentar a prole e a mãe tem que ajudá-lo (às vezes nem há necessidade de a mãe trabalhar, mas a emancipação da mulher favorece esta atitude) e, sem controle rigoroso, quem cria os filhos é o mundo, com todas as suas mazelas.

        • Não usei você como pronome de tratamento pessoal. A droga é um problema social grave e não atinge só a familia, mas tudo o que gira no entorno do viciado. Vivendo em sociedade, não se pode fechar os olhos para esse problema de saude pública. A necessidade de ambos os cônjuges trabalhar não obriga os filhos serem viciados, haja vista os figurões aí citados cujos pais ganham ou alferem rios de dinheiro, no entanto, por falta de orientação deixam se levar pelo canto da sereia para o bem dos traficantes

          • Não falei que obriga, mas favorece a perda de controle dos pais sobre os filhos: com quem andam, onde frequentam, o que fazem.
            O problema se acentua quando os pais tentam compensar esta falta de tempo para dar atenção ao filho cobrindo-o de todas as suas vontades. Com isso, acabam gerando pequenos tiranos que, associados à falta de controle familiar, acabam por praticar esses atos horrorrizam a nós todos por meio dos canais de comunicação, cuja culpa recai sobre o governo, com a desculpa de que não aplica recursos em segurança pública. Segurança pública, neste caso, só atua de forma paliativa e não resolve o problema.
            A gênese está na falta da devida orientação e controle da família sobre o indivíduo.

          • Ah, ia me esquecendo de um detalhe importante – pai presente, quando há. Porque a onda agora é o filho ser criado apenas pela mãe, quando rompem o casamento.
            Se os genitores soubessem o trauma que sofre uma criança com a separação dos pais – ou mesmo criada em lar desestruturado – pensariam duas vezes antes de jurar fidelidade na alegria e na tristeza.

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