Doutor em comunicação e semiótica

Professor, radialista, poeta, escritor e arquiteto Rostan Martins é também agora doutor em comunicação e semiótica. O título lhe foi outorgado sexta-feira passada pela PUC-SP quando Rostan defendeu tese sobre o Marabaixo, fazendo uma análise semiótica de sua origem e formação.

Tive o privilégio de assistir a defesa e senti orgulho ao ouvir os mais conceituados doutores da PUC elogiarem a tese de Rostan, que tem como tema “Marabaixo, ladrão, gengibirra e rádio – traduções de textos culturais”.

Depois de três horas da defesa e arguição, sai resultado: Aprovado COM LOUVOR com a nota 9,5.

Rostan é o primeiro amapaense com título de doutor em comunicação e semiótica pela PUC-SP.

  • Parabéns! Dr. Rostan! O mais alto grau da Academia (Doutorado em Comunicão e Semiótica) para um cabloco do Amapá serve de esimulo aos nossos filhos e aos nossos acadêmicos amapaenses, pois o povo deste rincão basileiro tem valor! Parabéns. Dr. Breno MS Silva (Biólogo Macapaense).

  • Olá Dr. Rostan, não quero apenas parabenizá-lo, elogiá-lo pelo realmente elogiavel doutorado. Minha pretensão é bem maior, quero outra vez me confraternizar com a familia Martins, me contentar com o contentamento da D. Maricó em ver mais um filho brilhar no mundo intelectual. Tomara Rostan que um primeiro grande ganho da sua conquista seja abrandar o coração de sua mãe, dos seus irmãos, sobrinhos, sobrinhas. Sucesso, alegrias e transferências pedagógicas é um pouquinho do que lhe desejo. Um grande abraço., saiba que não terei – em qualquer tempo e lugar – a menor dificuldade daqui para adiante em referi-lo: Dr. Rostam

  • Fiquei contente em ter o Joaquim Oliveira, amigo de todas as pessoas que o cercam, com sua dignidade resgatada. Tem que correr atrás dos danos morais experimentados para que as pessoas que fazem os órgãos de investigação tenham mais cuidado e saberem que no Amapá há pessoas dignas. E fica melhor quando a pessoa jurídica de direito público exerce o direito regressivo contra os truculentos, que usam de cargo público para humilhar gente de bem. DE outra forma, todos (o povo) é condenado por ato isolado de irresponsáveis que galgam o poder.

  • A felicidade ultrapassa fronteiras, amigo. Eu te falei que iria dar certo. Parabéns! É mais um cabôco daqui, mostrando que “nóis é índio, mas é jóia”!

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