Lembras?

Flâmula que os alunos do Colégio Amapaense usavam na manga direita da camisa do uniforme nos desfiles de 7 de Setembro.

(Contribuição do leitor do blog e ex-aluno do C.A. Aloísio Cantuária)

  • Oi, Alcinéa.
    A estréia dessa flâmula foi no desfile do dia 7 de setembro de 1969, e deu a maior confusão.
    O CA sempre encerrava o desfile do dia 7 de setembro. Era comum, devido a rivalidade entre colégios, os alunos do IETA e do GM, que já haviam desfilado, se posicionarem na av. FAB após as arquibancadas para vaiarem os alunos do CA. Nesse ano, além de vaiarem, passaram a arrancar as flâmulas das mangas das camisas. Como os alunos do CA reagiam, o resto você deve imaginar.
    Um abraço.

  • Flâmula do nosso Colégio Padrão.
    Muitas saudades….
    Lembram do Batintin??
    Muitos desfiles de 7 de setembro, a banda, os ensaios. Lembram que nos ensaios tinha um cartão para poder entrar na sala no dia seguinte?

    • Olá, Domênico.
      Veja só os resultados da visão de uma foto ou de um objeto, caso da flâmula. Traz à tona um monte de lembranças que estavam lá no fundo da memória.
      Bons tempos de Colégio Amapaense nos anos 60. Batintin era o chefe da banda marcial do CA. Não gostava que a gente fizesse roda de samba. Lembrei dos ensaios de marcha e do cartão. Às vezes, esse expediente do cartão era usado até pra acompanhar procissão, lembra?
      Lembra dos professores? Tinilo, de Ciências (e também diretor do CA); Aldeobaldo, de História; Fernando e Lauro Chaves, de Francês; Mário Quirino, de Português; Ibéria, Waldir Lira e Geraldo Leite, de Geografia; dona Caty, dublê de professora de Religião e secretária do CA; Eunice Viana e Carlos Nilson, de Desenho; e outros que não lembro agora.
      Entre os colegas de turma, lembro do Sérgio Cruz (hoje, médico), morava ali na Eliezer Levy com Procópio Rola. Menino estudioso, mas que não podia tirar nota menor que 7,0, senão, de castigo, ficava um mês sem ir ao cinema.
      Por onde você está? Encontrei a Emília faz tempo, aqui em Belém. Ela trabalhava na mesma secretaria (Educação) que eu.
      Um abraço,

      • Todos estamos bem. Domênico anotei seu e-mail. Que bom encontrá-lo por aqui qdo vier visitar o Cesarino nos procure. Ele tem nossos telefones.Um forte abraço.

    • Ola Robson, que bom encontrar vc por aqui! Sou a Veneide, filha do “Seu” Veridiano, da Rua Candido Mendes. Como vai sua familia (Benedito, Edith, Robsonia)? Fazia tempos que nao tinha noticias de vcs. As vezes encontro um dos seus tios aqui em Macapa. Um grande abraco para todos.

      • Veneide! Quantos anos! Visito sempre seu blog. Você e sua família fazem parte da minha memória mais feliz. D. Ândoa (Perdão não sei a grafia correta) Seu Veridiano, Aluísio, Vitória, Armando, Vanda, Augusto adorava sua casa a varanda a garagem com os caminhões que saudade! ([email protected])

    • Era a capa de meus cadernos. E não tinha arame, não. Era costurado na linha, com papel comprado em pequenos cadernos e depois cortados. Tempos bons de Colégio Padrão. Tempos bons de ensino público. Não se ouvia falar nesse monte de colégios particulares. Safo era quem vinha do ensino público.

    • Olá, Robson.
      Eu também gostava de desenhar o castelo.
      Lembro que no desfile do dia 13 de setembro de 1969 a grana estava curta e o pessoal da banda, da qual eu participava, não teve uniforme alegórico. Apenas substituímos a camisa do uniforme por uma camiseta branca, onde foi pintados o castelo e um livro aberto (depois do desfile escreví/pintei um slogan da época: “Make love, not war”).
      Um abraço.

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